22.1.14

19 de dezembro de 1946: A Primeira Guerra da Indochina



por: Lucyanne Mano

A luta de guerrilhas, na Indochina, degenerou em guerra aberta, depois que as tropas do Vietnã, apoiadas pela artilharia e por fogos de morteiros, deu início ao ataque contra a cidadela de Hanói, que se achava em poder dos franceses. Os abastecimentos de água e eletricidade foram reduzidos naquela cidade, enquanto as comunicações telefônicas acabaram interrompidas, em decorrência dos bombardeiros. A investida foi mais uma resposta de não aceitação popular à tentativa de recolonização francesa.

O combate perduraria até a derrota francesa e de seus aliados em 1954.


A Indochina, situada no Sudeste asiático, foi ocupada pela França no final do século XIX. Durante a Segunda Guerra Mundial, a região foi invadida pelo Japão, que, ao final do conflito, foi obrigado a devolver o controle do território para a França. A essa altura, a resistência local, contrária o domínio francês tornava-se cada vez mais frequente e fortalecida. Os crescentes movimentos pela independência na região tiveram ainda o apoio das forças do Partido Comunista, que haviam combatido contra a ocupação japonesa durante a Segunda Guerra, e passaram a financiaram guerrilhas pela independência de colônias na busca de novos aliados.

Com a derrota e expulsão da França, os acordos de paz, assinados em Genebra, dividiram a Indochina em quatro estados independentes: Laos, Camboja e Vietnã, que ficou separado em Vietnã do Norte (socialista) e Vietnã do Sul (capitalista). Os Estados Unidos passaram a auxiliar o governo do Vietnã do Sul com armas, dinheiro e treinamento militar. O Vietnã do Norte, por sua vez, teve auxílio chinês e sobretudo, soviético.

Ao todo, foram para a guerra 500 mil franceses. Nesse Exército houve cerca de 100 mil mortes, 80 mil feridos e 40 mil prisioneiros. Não se sabe quantos soldados da Indochina participaram do conflito, que contabilizou 300 mil mortes, 500 mil feridos e 100 mil presos.


Fonte: http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php
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20 de dezembro de 1963: O julgamento dos carrascos de Auschwitz



por: Lucyanne Mano

Havia demorado quase duas décadas do final da 2ª Guerra para que a Justiça alemã reagisse aos acontecimentos na polonesa Osviecim. Sob a acusação de participarem do extermínio de milhões de pessoas, incluindo mulheres e crianças, ex-funcionários do campo de concentração de Auschwitz foram levados a julgamento em Frankfurt - pela primeira vez com a presença de numerosíssimo público - que ocorreu no Tribunal juntamente com 220 jornalistas e várias equipes de televisão.

Leia também: 27 de janeiro de 1945 - A libertação de Auschwitz

Ao mesmo tempo que se iniciava o julgamento, a chamada Comissão de Auschwitz, criada pelo Governo polonês, solicitava ao representante de Gana em Varsóvia a extradição do Dr. Horst Schumann, conhecido pelas experiências de eutanásia, esterilização e castração realizadas nos presos do campo de concentração. Depois da guerra, ele fugira para Gana, onde passou a trabalhar no Serviço de Saúde.

Wilhelm Boger, um dos principais acusados e temido pelo grau atroz de suas torturas, se recusou a prestar esclarecimentos sobre Auschwitz, alegando precário estado de saúde, e receando não sobreviver ao julgamento.

Vários anos decorreram antes de que ficassem prontos os autos da acusação, que ocupou mais de 16 mil páginas de um total de 80 volumes. A investigação, que culminou com o julgamento dos réus, começou quando um ex-prisioneiro do campo de concentração, Emil Vulkan, encontrou na cidade de Breslau, a salvo das chamas que a consumiam, uma série de documentos contendo as listas dos executados em Auschwitz e dos algozes a quem coube sua morte. Os papéis ficaram guardados com Emil por 13 anos, até serem apresentados ao promotor público Fritz Bauer, em Frankfurt.

Entre os acusados, além de Wilhelm Boger, estavam Robert Mulka, comandante da Tropa de Segurança de Auschwitz (idealizador dos crematórios e dos complexos de câmara de gás); Pery Broad, representante político e membro da Gestapo, de origem brasileira; Oswald Kaduk, o "Satanás de Auschwitz", e o dentista Willi Schatz.

Nenhum dos réus demonstrou qualquer tipo de arrependimento diante do tribunal. A maioria seguiu os conselhos de seus advogados e calou-se em juízo.

No dia 19 de agosto de 1965 encerrava-se o julgamento que acabou entrando para a história como símbolo de que os crimes cometidos em Auschwitz não poderiam ficar impunes. O juiz proclamou 17 sentenças, com penas que iam desde prisão perpétua por assassinato (para seis réus) a três absolvições, as quais causaram indignação tanto na Alemanha como no exterior.

Dr. Schumman viveu sob proteção do chefe de Estado de Gana até 1966, quando foi extraditado para a Alemanha Ocidental onde um julgamento contra ele foi aberto em Frankfurt em 23 de setembro de 1970. No entanto, Schumann foi libertado da prisão em 29 de jullho de 1972, alegando as precárias condições de saúde. Ele morreu em 5 de maio de 1983.

Wilhelm Boger terminou seus dias em regime de prisão perpétua na Alemanha, implorando para ver seus netos, mas recusado por todos os seus descendentes. Ele morreu em 03 de abril de 1977, 19 anos após sua prisão e julgamento.

Robert Mulka foi considerado culpado de cumplicidade no assassinato de 750 pessoas em pelo menos quatro ocasiões distintas, e foi condenado a 14 anos de prisão. Ele tentou o suicídio, sem sucesso, na prisão, e acabou liberto 1968 por conta da saúde fragilizada. Morreu no ano seguinte, em 26 de abril, em Hamburgo.

Pery Broad foi condenado a quatro anos de prisão. Cumpriu parte da pena e foi liberado sob custódia. Livre, viveu discretamente até morrer em 28 de novembro de 1993.

Oswald Kaduk foi condenado à prisão perpétua. Mas, por motivos de saúde, acabou libertado em 1989. Morreu em 31 de maio de 1997.

Willi Schatz foi um dos absolvidos, por falta de provas e dúvidas quanto à dua verdadeira atuação no campo de concentração.

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A epopéia de Perseu




Acrísio era rei de Argos e a sua vida tornou-se um inferno quando um oráculo profetizou que o neto, o filho da filha Dánae, haveria de o matar. Para contrariar a profecia, manteve a filha sempre dentro de casa, talvez mesmo encarcerada numa torre de bronze. Mas isto não representava qualquer obstáculo para o rei dos deuses, Zeus (Júpiter), que se aproximou de Dánae na forma de chuveiro de ouro. Passado pouco tempo ela ficou grávida do deus, mas como estava escondida na torre, Acrísio não soube do nascimento do filho, Perseu, senão quando ele já era uma criança ativa e fazia tanto barulho que ele ouviu, mesmo apesar das grossas paredes da torre. E foi assim que o segredo de Dánae foi descoberto. Acrísio estava fora de si, de fúria e perplexidade.

Como é que o amante teria chegado até Dánae? E como poderia ele destruir Perseu sem cometer crime de sangue? Acrísio ordenou que fosse construída uma grande arca de madeira e que a mãe e o filho fossem postos dentro dela. Em seguida foi colocada no mar e o rei esperava que ambos morressem.

Quase todos os oráculos se transformam em realidade, mas as pessoas fortes lutam contra eles. Perseu e Dánae sobreviveram na arca de madeira até que foram apanhados na rede de um pescador perto da ilha de Sérifos, que levou mãe e filho para a corte do rei Polidectes que se sentiu muito atraído por Dánae. Durante anos cortejou-a, mas ela continuou a recusá-lo, dizendo que estava totalmente dedicada ao filho. Um dia, o rei convidou Dánae para uma festa, assim como Perseu, que nesta altura já era um jovem. Todos os convidados comeram e beberam bem. Polidectes pediu a cada homem que lhe oferecesse um cavalo, dizendo que precisava deles para o seu namoro com uma princesa de longe. Talvez o vinho tivesse tomado a cabeça de Perseu, pois após admitir que não tinha cavalo para oferecer, viu-se a prometer que faria tudo para agradar ao rei.

Mataria até o monstro Medusa. Era isto o que Polidectes esperava ouvir, para ter uma desculpa para se desembaraçar do jovem inconveniente, e, em vez de considerar que aquela conversa se devia ao vinho, aceitou prontamente a oferta de Perseu. Atena (Minerva) e Hermes (Mercúrio) gostavam do jovem Perseu e, na manhã seguinte, estavam à espera dele com conselhos e presentes. Atena deu-lhe o equipamento que ele iria precisar para lutar com a Medusa - um saco, um escudo polido tão brilhante como um espelho, e um elmo que em tempos tinha pertencido a Hades (Plutão), o deus do mundo dos mortos. Este elmo fazia com que quem o usasse fosse invisível. Hermes deu-lhe uma espada curva como uma foice e um par de sandálias com asas, em vez de lhe pôr as asas nos artelhos. Atena disse-lhe para experimentar as asas voando para o reino da Noite, para a casa das Greias, as únicas que sabiam onde encontrar a Medusa.

As Greias eram três divindades antigas que partilhavam um único olho que faziam entrar e sair das cavidades oculares vazias, e um único dente que entrava e saía das suas bocas pegajosas. Perseu estava pronto para as enfrentar, mas Atena recomendou-lhe que usasse a inteligência e não a força. Aguardou mesmo à entrada da entrada da gruta que elas ocupavam, com o elmo de Hades na cabeça para se tornar invisível, mas as Greias podiam sentir

que estava ali alguma coisa. «Dá-me o olho, irmã», insistiu uma delas e esticou a mão.

A que tinha o olho, com relutância, tirou-o e, durante um instante, as três estavam cegas. Perseu precipitou-se para a que tinha o olho na mão e tirou-lho. Ficou depois à espera que uma das irmãs entrasse em pânico e tirasse o dente para o entregar à seguinte e imediatamente o arrebatou. Como elas ficaram à mercê de Perseu, ele prometeu devolver-lhes os preciosos dente e olho com a condição de lhe dizerem onde podia encontrar a Medusa. As Greias não tinham escolha e disseram-lhe o que ele queria saber. Segundo narrativas ele devolveu o dente e o olho às irmãs, lutras referem que os terá atirado para as profundezas do lago deixando as Greias em desespero.

Medusa era uma das três irmãs Górgonas filhas de um deus do mar e viviam longe das terras dos homens mortais, numa ilha mais remota dos oceanos.

Duas destas Górgonas - Euríale e Esteno, eram imortais, enquanto a irmã - Medusa - podia ser morta. Em algumas versões da estória, porém, medusa não era irmã das imortais de nascimento, mas uma mulher mortal que tinha sido punida por Atena por se intrometer nos seus mistérios, ou por ter feito amor com Posídon (Neptuno) no templo da deusa virgem. Nesta versão, Atena não lhe tinha retirado a formosura, mas transformara-lhe o cabelo num emaranhado de serpentes e condenara-a a esconder-se na escuridão, impossibilitando-a assim de mais alguma vez ter intimidades com um homem.

Quem a olhasse nos olhos com amor seria instantaneamente petrificado. Em muitas narrativas e obras de arte, a Medusa é representada terrificamente feia, com uma língua gorda que lhe sai da boca, mas também é representada como uma mulher de uma beleza serena cujas serpentes são ornamentos reais colocados na sua cabeça e não repugnantes desfigurações.

Perseu utilizou o elmo da invisibilidade para entrar na gruta onde as Górgonas estavam a dormir, e usou o escudo que parecia um espelho para olhar para a Medusa indiretamente, fixando o seu reflexo ao aproximar-se e puxou da foice. A Górgona com serpentes no cabelo contorceu-se, pressentindo o perigo, mas não via nada para atacar. Sem poder saber de onde, a espada brilhou e decepou-lhe a cabeça.

Mesmo a morrer, a terrível cabeça tinha o poder de transformar em pedra quem a olhasse diretamente.

Perseu enfiou aquela coisa a sangrar dentro do saco e fugiu. Precisava de toda

a destreza e agilidade das sandálias com asas para fugir das outras Górgonas, mas, finalmente, elas ficaram para trás, derrotadas e chorosas, na escuridão.

Mal a cabeça da Medusa foi cortada, de dentro do seu pescoço saltou o cavalo alado, Pégaso, e um guerreiro humano já adulto, Criasor, filho dela e de Posídon.

O sangue da Medusa pingava do saco enquanto Perseu voava sobre os desertos da Líbia e cada gota transformou-se numa cobra diferente. Por fim, o herói estava cansado e quis descansar, mas quando tentou aterrar no noroeste de África, o Titã Atlas empurrou-o para o céu, porque um oráculo lhe tinha dito

que seria espoliado por um filho de Zeus. Quando Atlas não o deixou aterrar, Perseu tirou a cabeça para fora do saco e o gigantesco Titã foi espoliado de vida e transformado numa ainda mais gigantesca cadeia de montanhas, as Montanhas do Atlas, cujos cumes chegam aos céus.



Andrómeda e o Monstro

Perseu continuou a voar, encantado com a velocidade a que podia deslocar-se primeiramente para o norte mais distante e depois para sul. Quando voava sobre o mar em direção à costa da Etiópia, viu uma enorme rocha na praia e uma mulher nua acorrentada a ela. Deveria ter-se debatido, já que os braços e as pernas tinham feridas feitas pelas correntes, mas agora estava paralisada de medo, olhando para o mar onde uma serpente monstruosa cavalgava as ondas em sua direção.

A mulher acorrentada era Andrómeda, filha do rei Cefeu e da rainha Cassiopeia, a qual era tão louca que, tal como Níobe, atreveu-se a vangloriar-se de que se igualava aos deuses em beleza e, tal como Níobe, a gabarolice acabou em lágrimas. Cassiopeia afirmou que era mais bela que qualquer uma das suas ninfas, mais formosa que Hera (Juno), e o deus do mar Posídon retaliou inundando o país com um dilúvio e enviando uma serpente marinha para atacar o povo. Cefeu consultou o oráculo de Zeus para saber como poderia salvar o país da inundação e do monstro, e foi-lhe dito que só o sacrifício voluntário da própria filha aplacaria o deus do mar. Nessa manhã, os pais destroçados seguiram em procissão, banhados em lágrimas, em direção à pedra do sacrifício para aí acorrentarem a chorosa filha, tal como os pais de Psique choraram quando a levaram para casar com a morte.

Perseu desceu rapidamente do céu à terra, com a espada na mão, e golpeou a serpente até a matar. A seguir cortou a corrente que prendia Andrómeda e levou-a para a entregar aos pais, se bem que ansiasse tê-la nos braços. O rei não podia fazer mais nada do que consentir o casamento da filha com Perseu, embora ela já tivesse sido prometida ao tio Fineu. Andrómeda não queria casar com o tio, mas ele desejava muito casar com ela e, no dia do casamento, ele e os seus homens começaram a arranjar problemas. Perseu, porém, sabia bem como silenciar as suas línguas furiosas; tirou a cabeça da Górgona ainda a pingar do saco e, assim que Fineu e os seus homens olharam para ela, ficaram transformados em pedra. Alguns dizem que Cassiopeia também tinha colocado objeções ao casamento da filha e que, tal como Fineu, também foi petrificada. Mas parece mais provável que ela tenha ficado muito feliz com o salvamento da filha e que Posídon finalmente a tenha perdoado e homenageado nos céus noturnos, na forma da constelação Cassiopeia, perto da constelação Cefeu, que

celebra o marido. O monstro marinho de Posídon também pode ser encontrado no céu, como constelação Ceto. Perseu e Andrómeda também originaram constelações em memória da sua morte, e em que a estrela Argol representa a cabeça da Medusa na mão de Perseu.

Muito antes de Perseu e Andrómeda terem envelhecido e morrido, mesmo antes de se terem casado, Perseu tinha questões a resolver com dois reis. Primeiramente, vingou-se de Polidectes, o rei que tentou enviá-lo para uma morte certa. Voou até ao palácio de Polidectes e disse-lhe que tinha matado a Medusa, tal como prometido, mas o rei acusou-o de jactância infundada. Convocou todo o povo para a praça do mercado a fim de expor o mentiroso à vergonha pública.

Ninguém acreditou no que Perseu afirmava, à exceção da mãe, Dánae, e o do pescador, Díctis, que os tinha salvo a ambos retirando-os do mar.

«Tapem os olhos!», disse Perseu a Dánae e a Díctis e, em seguida, tirou a cabeça de Medusa mais uma vez do saco e ergueu-a no ar para que todos a vissem nesse mesmo instante, a praça do mercado encheu-se de estátuas de pedra em vez de pessoas vivas.

Após esse extermínio em massa, Atena decidiu que a cabeça da Medusa era demasiado potente para ser usada como arma por qualquer mortal e ficou com ela para adornar o seu aegis, a pele de cabra que ela usa quando vai armada para as batalhas. Perseu devolveu então o elmo da invisibilidade e as sandálias com asas, mas continuava com uma tarefa por cumprir que consistia em procurar e perdoar ao rei Acrísio que tinha encarcerado Dánae na torre e que depois o tinha enviado e à mãe para o mar dentro de uma arca de madeira. Acrísio estava escondido na cidade de Larissa, calculando que Perseu haveria de vir matá-lo. Mesmo quando soube que a cabeça da Medusa já não estava no saco de Perseu, teve dificuldade em acreditar que a sua vida não corresse perigo.

Perseu sugeriu um ritual de reconciliação e depois juntou-se a um concurso atlético que tinha lugar em Larissa. Participou no lançamento do disco e, quando ele o lançou, não se sabe porquê voou na direção errada e bateu num pé de Acrísio. O rei era então já velho e a dor e o choque provocaram-lhe a morte. O oráculo tinha-se cumprido e ele tinha morrido às mãos do neto. Teria sido um acidente, em que aconteceu o disco seguir o trajeto diferente do dado por Perseu, ou ele voou segundo o sentir do lançador, mesmo que sem intenção consciente?


Fonte:
Mitologias de todo o mundo
http://www.historia.templodeapolo.net/textos_ver.asp?Cod_textos=233&value=A%20epop%C3%A9ia%20de%20Perseu&civ=Mitologia%20Grega#topo


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1991: Começa a operação Tempestade no Deserto



No dia 17 de janeiro de 1991, soldados de 31 países aliados iniciaram uma ofensiva contra o Iraque, em represália à invasão daquele país no Kuwait, em 2 de agosto do ano anterior.


Aviões A C-130 sobrevoam poços de petróleo incendiados no Kuwait em 1991


"Há duas horas, os aviões dos aliados iniciaram um ataque contra alvos militares no Iraque e no Kuwait. Enquanto falo aqui, os bombardeios prosseguem. Esse conflito iniciou-se no dia 2 de agosto, quando o ditador do Iraque atacou seu pequeno vizinho indefeso."

Desta maneira, o então presidente dos Estados Unidos, George Bush (pai) comunicou aos norte-americanos o início dos bombardeios em 17 de janeiro de 1991, duas horas depois do começo da operação Tempestade no Deserto. O presidente iraquiano, Saddam Hussein, invadira o Kuwait em agosto de 1990, e pouco tempo depois proclamara o emirado província iraquiana. O motivo do ataque foram dívidas de Bagdá, de cerca de 80 bilhões de dólares, criadas durante a guerra com o Irã. Os principais credores eram o Kuwait e os Emirados Árabes Unidos.

A economia iraquiana estava muito enfraquecida devido aos altos gastos militares durante a primeira Guerra do Golfo. Além disso, os jovens soldados iraquianos não conseguiam emprego. Saddam exigia que os dois credores diminuíssem a quantidade de petróleo explorado, para que o Iraque pudesse vender mais. Como os dois países se negassem a aceitar a exigência, o ditador em Bagdá viu na invasão a possibilidade de fortalecer seu poder na região.

Arrogância

Saddam Hussein menosprezou a reação internacional. Em vista do importante papel estratégico da região, os Estados Unidos não aceitaram mudanças nas relações de poder. O Conselho de Segurança das Nações Unidas chegou a exigir ainda a 2 de agosto a retirada imediata e incondicional dos iraquianos do Kuwait e, quatro dias mais tarde, impôs um embargo militar e financeiro contra Bagdá.

Seis dias após o ataque iraquiano ao Kuwait, George Bush mobilizou, contra a vontade de seu secretário de Estado, James Baker, 400 mil soldados para defender a Arábia Saudita. Em pouco tempo, formou-se um bloco anti-iraquiano de cerca de 30 países, que ia desde os aliados ocidentais até a Síria e o Egito.

Vendo-se isolado, o ditador iraquiano começou a jogar o jogo dos palestinos, que aceitaram o apoio de bom grado. Seguiu-se uma conferência do Oriente Médio, em que Hussein condicionou a saída iraquiana do Kuwait à retirada israelense dos territórios palestinos ocupados. A sugestão foi rejeitada pelos Estados Unidos, enquanto Saddam ameaçou com a destruição de todos os campos de exploração de petróleo.

O último prazo para a resolução diplomática do conflito expirou no fracassado encontro entre Baker e seu homólogo iraquiano Tariq Aziz, no dia 9 de janeiro de 1991, em Genebra. Hussein, por seu lado, deixou expirar o ultimato à meia-noite de 15 de janeiro, confiando na predisposição de 10 mil homens de se sacrificarem pela pátria.

Em 17 de janeiro de 1991, Bush ordenou o início da operação ao general Norman Schwarzkopf. Os aviões das tropas aliadas voaram em mais de 1.300 missões nas primeiras 14 horas da operação. Os bombardeios arrasaram os complexos militares e industriais do Iraque.

Hussein tentou demonstrar indiferença. Parecendo não estar intimidado, nem ordenou que fossem apagadas as luzes de Bagdá na primeira noite dos ataques. Pelo contrário, proclamou o início da "mãe de todas as batalhas" e ordenou bombardeios contra Israel.

Catástrofe ecológica

Apesar da morte de 13 israelenses, Ytzhak Rabin renunciou à retaliação e seguiu a estratégia ocidental. Depois de uma ofensiva terrestre, Saddam Hussein se rendeu em 28 de fevereiro de 1991, e assinou um acordo unilateral de cessar-fogo. Antes, ainda mandou incendiar 700 poços de petróleo no Kuwait, provocando uma catástrofe ecológica sem precedentes. O fogo demorou oito meses para ser apagado.

O saldo de mortos nunca ficou claro: entre 85 mil e 250 mil soldados do Iraque, entre 40 mil e 180 mil civis iraquianos, entre 4 mil e 7 mil kuwaitianos, e possivelmente 343 soldados aliados.


Autoria Frank Gerstenberg (rw)
Fonte: DW

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1954: Lançado o primeiro submarino nuclear



No dia 21 de janeiro de 1954 foi lançado pela primeira vez ao mar o submarino Nautilus, nos Estados Unidos.


O Nautilus em foto de 1958


A necessidade de uma fonte de energia adequada a longas missões navais foi um dos impulsos iniciais à pesquisa nuclear. Sob a direção de Hyman Rickover, os Estados Unidos implementaram o programa de desenvolvimento de um reator naval no fim dos anos 1940.

O submarino USS Nautilus, desenvolvido pela Electric Boat Division e lançado em 1954, provou as vantagens da propulsão nuclear principalmente para embarcações militares, sendo o primeiro a cruzar por baixo a placa de gelo do Polo Norte.

Hoje, o Nautilus é uma das principais atrações do Historic Ship Nautilus & Submarine Force Museum, na base naval de Groton (Connecticut). Seus sucessores provam o avanço tecnológico ocorrido nesse campo na segunda metade do século 20.

Os modernos submarinos atômicos são gigantes de até 150 metros de comprimento e 18 mil toneladas de peso, que se movimentam silenciosamente a 35 nós (cerca de 65 km/h). Mergulham até 450 metros de profundidade e podem permanecer durante meses no fundo do mar.

Ameaça e chantagem

Embora o então presidente norte-americano Dwigth Eisenhower tivesse feito uma apologia dos "átomos para a paz" diante da Assembleia Geral das Nações Unidas em 1953, os submarinos atômicos transformaram-se nos principais instrumentos de ameaça e chantagem durante a Guerra Fria.

"Difíceis de serem localizados e destruídos, eram esconderijos ideais para armas nucleares distribuídas pelos oceanos", explica Gerhard Schmidt, engenheiro nuclear do Instituto Ecológico de Darmstadt.

Segundo a organização ambientalista Greenpeace, de 1955 a 1995, as potências atômicas (Estados Unidos, União Soviética, França, Reino Unido e China) construíram 465 submarinos a propulsão nuclear. Mais da metade desse total é de fabricação soviética.

Lixo atômico

Nas últimas três décadas da Guerra Fria, ocorreram vários acidentes (em parte, nunca esclarecidos), principalmente envolvendo as frotas norte-americana e soviética. Pelo menos quatro submarinos soviéticos e dois norte-americanos, danificados ou afundados de propósito, permanecem no fundo do mar, supostamente impossíveis de serem resgatados.

Segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), até 1988 as potências atômicas simplesmente abandonavam no fundo do mar o lixo nuclear (reatores e submarinos sucateados).

A AIEA calcula que, entre 1964 e 1986, a Marinha da União Soviética haja lançado 16 mil toneladas de lixo radioativo líquido e 11 mil metros cúbicos de lixo sólido nos mares de Barents e Kara. Em março de 1993, uma comissão do governo russo revelou que, desde 1959, cerca de 80 mil toneladas de lixo atômico, incluindo dois submarinos nucleares da frota do Pacífico, foram afundados no Mar do Japão.

A Rússia, principalmente, não tem recursos financeiros para manter a frota de submarinos atômicos, como ficou evidente no acidente do Kursk em agosto de 2000.

A Marinha norte-americana, pioneira no desenvolvimento da tecnologia de propulsão nuclear, também já teve diversos acidentes. Segundo um relatório sobre a Submarine Force elaborado por William Arkin e Joshua Handler entre 1983 e 1987, ocorreram 12 encalhes, 50 colisões, 113 incêndios e 48 inundações em submarinos norte-americanos. Não há, porém, informações confiáveis sobre danos ocorridos nos reatores a bordo.

Fonte: DW
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Noite das Facas Longas

Por Antonio Gasparetto Junior
A Noite das Facas Longas foi um expurgo ocorrido em 1934 na Alemanha Nazista.
Após passar um tempo na prisão por forjar um golpe na Alemanha, Adolf Hitler finalmente alcançou o poder naquele país no ano de 1933. Durante seus anos de reclusão, escreveu um livro que daria o tom de seu governo, absolutamente marcado pela ideologia nazista. Formava-se, então, um país comandado por um regime totalitário, que tinha o poder de interferir na vida das pessoas em todas as suas esferas de abrangência. Pouco a pouco, Hitler montou sua máquina administrativa e deixou claro que o poder estava completamente concentrado em suas mãos, tornando-se o senhor do destino da Alemanha.


Ernst Röhm

A Alemanha Nazista investiu fortemente na militarização, criando exércitos muito bem treinados e equipados. Uma dessas tropas recebeu o nome de Sturmabteilung, que era uma organização paramilitar ligada ao Partido Nazista. Conhecida usualmente comoTropa de Assalto, a milícia atuou na Alemanha durante todo o período em que o regime Nazista vigorou. Ela era liderada pelo capitão Ernst Röhm, famoso por seu senso de organização e sua capacidade de comando. Os membros da tropa eram conhecidos como Camisas Pardas, em função da cor do uniforme. No entanto, Hitler não estava satisfeito com o desempenho e com os rumos da Sturmabteilung, ou simplesmente AS. O líder alemão revoltou-se contra o líder da tropa, o qual tinha a perspectiva de transformar seus subordinados, cerca de três milhões de soldados, no núcleo do Exército Nazista. Röhm era favorável ao uso da violência nas ruas, o que desagradava Hitler. Além disso, a própria imagem de Röhm não era bem vista entre seus compatriotas e líderes nazistas. Ele possuía muitos desafetos com outros oficiais e era rejeitado por causa de sua homossexualidade. Seus adversários argumentavam sobre sua fraqueza, seus vícios e os riscos de Röhm derrubar o regime nazista e Hitler.

Muito insatisfeito com toda a situação, Adolf Hitler precisou agir de modo estratégico para que um problema pontual não se tornasse um problema que envolvesse todos os militares. Para não causar choques de interesses políticos, Hitler atacou diretamente a tropa comandada por Röhm, determinando um expurgo de suas autoridades máximas e de seus inimigos políticos. Na noite do dia 30 de junho para o dia primeiro de julho de 1934, a operação comandada pelo chanceler alemão executou dezenas de filiados do Partido Nazista que eram atrelados a Sturmabteilung. O expurgo eliminou 85 pessoas naquela noite e ainda aprisionou outras milhares. Quem comandou as mortes foi outra organização militar paralela a SA, a Schutzstaffel, ou simplesmente SS. Após a insatisfação com a SA, a SS se tornou o principal braço armado do militarismo alemão, reunindo a elite de combate. A operação também contou com o apoio da Gestapo, a polícia secreta alemã.

A Noite das Facas Longas ou Noite dos Longos Punhais, nomes que identificam o evento, foi planejada com o codinome Colibri, um nome aleatório para manter o sigilo. O nome que a operação recebeu posteriormente, originário de um dos versos das canções da SA, não é bem aceito na Alemanha, já que considera-se um peso muito grande na expressão. Por isso encontra-se também o nome Röhm-Putsch para identificar a mesma operação. Após a mesma, a SA foi reformulada e entregue ao comando de Victor Lutze. Os inimigos políticos de Hitler foram eliminados e a repressão a condutas consideradas inadequadas pelo regime tornou-se padrão constante.

Fontes:
http://www.ihu.unisinos.br/vitimas-de-genocidios-e-massacres/510882-noite-das-facas-longas-30-de-junhohttp://www.historyplace.com/worldwar2/triumph/tr-roehm.htmhttp://www.germanculture.com.ua/library/history/bl_third_reich.htm
Foto: http://www.planet-wissen.de/politik_geschichte/drittes_reich/die_ss/

http://www.infoescola.com/historia/noite-das-facas-longas/

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Países Capitalista e Socialista





Maiara Aparecida Gomes Pereira

Até o século XVIII, o comércio era a principal atividade econômica da Europa, proporcionando grandes lucros à burguesia comercial. Nesta época começaram a surgir novas técnicas de produção de mercadorias. Como exemplo podemos citar a invenção da máquina a vapor, do tear mecânico e, conseqüentemente, dos lucros da burguesia. Surge, deste modo, um novo grupo econômico, muito mais forte que a burguesia comercial. Cabia a burguesia industrial a maior parte dos lucros, enquanto a grande maioria dos homens continuava pobre, Uns continuaram trabalhando a terra arrendada, outros tornaram-se operários assalariados. Essa situação histórica é conhecida como Revolução Industrial.

O primeiro país a realizar a Revolução Industrial foi a Inglaterra, em 1750. Posteriormente, já no século XIX, outros países realizaram a Revolução Industrial: França, Alemanha, Bélgica, Itália, Rússia, Estados Unidos e Japão. O capitalismo industrial, firmando-se como novo modo de vida, fez com que o trabalho assalariado se tornasse generalizado. O homem passou, assim, a comprar o trabalho de outro homem por meio de salário. A Revolução Industrial tornou mais intensa a competição entre os países industriais, para obter matérias-primas, produzir e vender seus produtos no mundo, fazendo surgir um novo colonialismo no século XIX – o imperialismo.

As potências industriais européias invadiram e ocuparam grades áreas dos continentes africano e asiático. Fundaram colônias e exploraram as populações nativas, pagando baixos salários pelo seu trabalho. Além de fornecer matérias-primas para as indústrias européias, as colônias eram também grandes mercados consumidores de produtos industriais. Os países americanos, apesar de independentes de suas metrópoles européias – Portugal, Espanha e Inglaterra –, não escaparam dessa dominação colonial, principalmente da Inglaterra. Os países latino-americanos, inclusive o Brasil, continuaram como simples vendedores de matérias-primas e aliamentos para as indústrias européias e como compradores dos produtos industriais europeus.

A Revolução Industrial levou a um aumento da produção, dos lucros e, também, da exploração do trabalho humano. O trabalhador foi submetido a longas jornadas de trabalho, 14 horas ou mais, recebendo baixos salários. Não eram somente adultos que se transformavam em operários: crianças de apenas seis anos empregavam-se nas fábricas, executando tarefas por um salário menor que o do adulto. Essa situação levou os trabalhadores a se revoltarem. Inicialmente eram revoltas isoladas, mas, depois, os operários se organizaram em sindicatos, para lutar por seus interesses. E os trabalhadores descobriram uma arma para lutar contra a exploração de sua força de trabalho – a greve. A atual fase do capitalismo recebe o nome de capitalismo financeiro. A atividade bancária, ou seja, empréstimos de dinheiro a juros, predomina. Todas as outras atividades dependem dos empréstimos bancários. A moeda tornou-se a principal "mercadoria" do sistema.

As características do sistema capitalista
Este sistema caracteriza em linhas gerais:
• pela propriedade privada ou particular dos meios de produção;
• pelo trabalho assalariado;
• pelo predomínio da livre iniciativa sobre a planificação estatal.

As características do socialismo e a sua propagação pelo mundo
Até 1917 a Rússia era um país feudal e capitalista. O povo não participava da vida política e vivia em condições miseráveis. Esta situação fez com que a população, apoiada nas idéias socialistas, principalmente nas de Marx, derrubasse o governo do czar Nicolau II e organizasse uma nova sociedade oposta à capitalista – a socialista. A Rússia foi o primeiro país a se tornar socialista e, posteriormente, passou a se chamar União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).
Em linhas gerais, podemos caracterizar o socialismo como um sistema onde:
• não existe propriedade privada ou particular dos meios de produção;
• a economia é controlada pelo Estado com o objetivo de promover uma distribuição justa da riqueza entre todas as pessoas da sociedade;
• o trabalho é pago segundo a quantidade e qualidade do mesmo.

Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), outros países se tornaram socialistas, como, por exemplo. A Iugoslávia, a Polônia, a China, o Vietnã, a Coréia do Norte e Cuba. Entretanto, este novo sistema colocado em prática nesses países, principalmente na União Soviética, apresenta vários problemas:
• falta de participação do povo nas decisões governamentais;
• falta de liberdade de pensamento e expressão;
• formação de um grupo político altamente privilegiado.

A teoria econômica elaborada por Karl Marx, Friedrich Engels e outros pensadores foi interpretada de várias formas, dando origem a diferenças entre os socialismos implantados.

Fonte:  http://www.grupoescolar.com/pesquisa/paises-capitalista-e-socialista.html

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As fotos mais antigas de Jerusalém 1844

Estas primeiras imagens de Jerusalém foram tomadas em 1844 pelo artista e desenhista francês Joseph-Philibert Girault de Prangey (1804-1892), que era ativo no Oriente Médio. Em 1844, Jerusalém era uma cidade pequena com uma população de 15 mil pessoas, na periferia do Império Otomano.Surpreendentemente, suas fotografias foram descobertos apenas na década de 1920 em um depósito de sua propriedade e só se tornaram conhecidas 80 anos mais tarde.















Fonte: http://www.vintag.es/2014/01/the-earliest-pictures-of-jerusalem-in.html


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Batman and Robin, c.1943

Batman é uma série de 15 capítulos, lançado em 1943 pela Columbia Pictures. A série estrelou  com Lewis Wilson como Batman e Douglas Croft como Robin. J. Carrol Naish interpretou o vilão, um personagem original chamado Dr. Daka. Completando o elenco Shirley Patterson como Linda (interesse amoroso de Bruce Wayne) e William Austin como Alfred, o mordomo. Abaixo estão algumas fotos de Batman e Robin.















Fonte: http://www.vintag.es/2013/04/batman-and-robin-c1943.html

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Vida Diária em Cuba. 1946




















Fonte: http://www.vintag.es/2014/01/daily-life-in-cuba-ca-1946.html

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Fotos em cores de Berlim em 1937







































Fonte: http://www.vintag.es/2014/01/amazing-color-photos-of-berlin-in-1937.html

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Qual foi a maior batalha naval de todos os tempos?

Se considerarmos o número de homens envolvidos e o poder de destruição dos navios em combate, a luta mais sangrenta aconteceu no golfo de Leyte, no Sudeste Asiático, em 1944. Essa batalha opôs americanos e japoneses no oceano Pacífico brigando pelo controle das Filipinas, que na época estava sob domínio nipônico. "Esse duelo reuniu 227 embarcações de superfície, 1 800 aviões e cerca de 183 mil homens. Uma outra batalha, a de Lepanto, ocorrida no Mar Mediterrâneo em 1751, teve mais navios - 546, ao todo. Mas eles eram menos poderosos e contavam com tropas menores, algo em torno de 150 mil homens", diz o historiador americano Josh Graml, do Museu dos Navegantes de Newport News, nos Estados Unidos. Em Leyte, os confrontos foram tão intensos que terminaram com um saldo de mais de 30 embarcações afundadas.

Seu resultado foi decisivo para o fim da Segunda Guerra Mundial, menos de um ano depois. O combate, entretanto, foi uma luta desigual. Apoiadas pela conversão total da indústria para atividades militares, as Forças Armadas dos Estados Unidos contavam com munições cada vez mais eficientes e poderosas. Os japoneses, de outro lado, estavam em minoria e lutavam com uma frota limitada - os melhores barcos, pilotos e marinheiros sucumbiram em duelos anteriores. No golfo de Leyte, a falta de aviões custou caro aos nipônicos: em vários momentos, os navios ficaram expostos a pesados bombardeios. O desfecho previsível foi uma esmagadora vitória americana. "A aniquilação da frota japonesa garantiu que as Filipinas fossem recapturadas pelos Estados Unidos, além de abrir o próprio Japão aos ataques aéreos americanos. Depois da batalha de Leyte, era uma questão de tempo até que a guerra terminasse", afirma Josh.
Mergulhe nessa

Na livraria:

History of United States Naval Operations in World War II, Samuel Morison, University of Illinois, 2002

Na internet:

http://geocities.yahoo.com.br/hpsgm/quedajapa.htm

www.battle-of-leyte-gulf.com
Mar vermelhoConflito sangrento terminou com mais de 30 navios no fundo do oceano Pacífico

1. A partir do dia 21 outubro de 1944, navios de guerra japoneses partem do Japão e da ilha de Bornéu rumo ao golfo de Leyte para atacar os americanos que desembarcaram no local. Antes disso, submarinos dos Estados Unidos localizam as embarcações inimigas e disparam seus torpedos, afundando dois cruzadores e avariando um terceiro perto da ilha de Palawan

2. O contra-ataque japonês vem na manhã do dia 24, quando aviões vindos das Filipinas bombardeiam uma frota de navios americanos perto da ilha de Luzon. Quase todos os aviões são derrubados, mas um deles avaria gravemente o porta-aviões Princeton, que explode e acaba no fundo do mar

3. Ao longo do dia 24, os americanos respondem com uma ofensiva aérea contra navios japoneses entre as ilhas de Luzon e Mindoro. À tarde, os aviões afundam o encouraçado Musashi e danificam o cruzador Myoko, que é posto fora de ação. Outros navios nipônicos também são avariados

4. O ataque americano segue noite adentro, quando destróieres avançam contra navios em Mindanao. O encouraçado nipônico Fuso é atingido e parte-se em dois. Outro encouraçado e ao menos dois destróieres também naufragam

5. Na manhã do dia 25, os combates continuam com a resposta dos navios japoneses, que surpreendem seis porta-aviões americanos junto da ilha de Samar. Mas os barcos americanos lançam uma cortina de fumaça para fugir do ataque e iniciam uma contra-ofensiva

6. Escondidos pela fuligem e pelas pancadas de chuva que caíam na região, os americanos investem contra os japoneses usando também dezenas de bombardeiros B-24. A estratégia surte efeito e liquida o cruzador japonês Abukuma, que havia sido danificado na madrugada anterior

7. Desmoralizada pela desvantagem numérica, a frota japonesa começa a se afastar das Filipinas, mas continua sendo atacada por aviões americanos. O último recurso é apelar para os pilotos suicidas, os camicases, que afundam um porta-aviões dos Estados Unidos e danificam vários navios. Mas os americanos se recompõem e revidam rapidamente

8. Em 26 de outubro, a frota japonesa segue sob ataque aéreo. No fim do dia, os japoneses se retiram e, em seguida, os americanos controlam a ilha de Leyte, abrindo caminho para a conquista do arquipélago filipino
Duelo asiático

A maior batalha naval da história tem como estopim o desembarque de tropas dos Estados Unidos na ilha de Leyte, no centro do arquipélago filipino, em 20 de outubro de 1944. Percebendo a manobra, os japoneses enviaram navios para impedir que os americanos conquistassem as Filipinas, que estavam sob domínio nipônico desde 1942. O conflito influenciou no fim da Segunda Guerra Mundial.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-foi-a-maior-batalha-naval-de-todos-os-tempos


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