20.6.15

1600: Giordano Bruno queimado



No dia 17 de fevereiro de 1600, Giordano Bruno era queimado vivo no Campo dei Fiori, em Roma, sob acusação de heresia e blasfêmia.



"Posso ter sido qualquer coisa, menos blasfemador." Esta frase teria sido dita por Giordano Bruno no dia de sua execução. Em 17 de fevereiro de 1600, ele foi queimado vivo no Campo dei Fiori, em Roma, onde é relembrado desde 1899 com um monumento.

Ao contrário de Galileo Galilei (1564–1642), Bruno negou-se a refutar a teoria do astrônomo alemão Johannes Kepler (1571–1630) de que a Terra girava em torno do Sol. Além disso, por ser padre e teólogo, suas heresias e dúvidas em relação à Santíssima Trindade, por exemplo, partiam de dentro da Igreja e foram interpretadas como um ato de insubordinação ao papa.

Nascido numa família da nobreza de Nola (próximo ao Vesúvio) em 1548, inicialmente chamava-se Fellipo Bruno. Aos 13 anos, começou a estudar Humanidades, Lógica e Dialética em Nápoles, no mesmo convento em que São Tomás de Aquino vivera e ensinara.

Em 1565, aos 17 anos, recebeu o hábito de dominicano, ocasião em que mudou o nome para Giordano. Ordenado sacerdote em 1572, continuou seus estudos de Teologia no convento, concluindo-os em 1575.

Fuga das autoridades eclesiásticas

Sua vida acadêmica foi marcada pela fuga constante das autoridades eclesiásticas. Lecionou em Nápoles, Roma, Gênova, Turim, Veneza, Pádua e Londres, antes de se mudar para Paris em 1584. Passou o período de 1586 a 1591 em Praga e nas cidades alemãs de Marburg, Wittenberg, Frankfurt e Helmstedt, onde escreveu a que é considerada sua principal obra: Sobre a associação de imagens, os signos e as ideias.

Apesar das advertências de amigos, voltou para a Itália em 1591, convicto de que na liberal Veneza não cairia nas garras da Inquisição. Mas logo foi preso e levado para Roma, onde passou seu últimos anos na prisão.

Giordano Bruno teria caído numa armadilha ao retornar à Itália. Na Feira do Livro de Frankfurt de 1590, uma dupla de livreiros a serviço do nobre veneziano Giovanni Mocenigo o teria convidado a ir a Veneza ensinar Mnemotécnica, a arte de desenvolver a memória, na qual era um perito. Pouco depois de sua volta, desentendeu-se com Mocenigo, que o trancou num quarto e chamou os agentes da Inquisição.

Encarcerado na prisão de San Castello no dia 26 de maio de 1592, seu julgamento começou em Veneza, foi transferido para Roma em 1593 e chegou à fase final na primavera europeia de 1599. Durante os sete anos do processo romano, Bruno negou qualquer interesse particular em questões teológicas e reafirmou o caráter filosófico de suas especulações.

Essa defesa não satisfez os inquisidores, que pediram uma retratação incondicional de suas teorias. Como se mantivesse irredutível, foi condenado devido à sua doutrina teológica de que Jesus Cristo era apenas um mágico de habilidade incomum, que o Espírito Santo era a alma do mundo e que o demônio seria salvo um dia.

Ao ouvir sua sentença, a 8 de fevereiro de 1600, teria dito aos juízes: "Vocês pronunciam esta sentença contra mim com um medo maior do que eu sinto ao recebê-la".

Contribuição intelectual decisiva

A Congregação do Santo Ofício, presidida pelo papa Clemente 8 (1592–1605), ainda concedeu ao "herege impertinente e pertinaz" oito dias de clemência para um eventual arrependimento.

A capitulação de Bruno teria um forte efeito propagandístico num ano da "graça" como o de 1600. Mas ele preferiu enfrentar a pena de morte a renegar suas ideias. Seus trabalhos foram publicados no Índex em agosto de 1603 e só foram liberados pela censura do Vaticano em 1948.

Segundo os historiadores, Giordano Bruno prestou uma contribuição intelectual decisiva para acabar de vez com a Idade Média. Morto aos 52 anos, tornou-se um mártir do livre pensamento. Ele foi vítima da intolerância religiosa típica da chamada Contrarreforma, a batalha travada pela Igreja Católica contra a Igreja Reformada.

O martírio de Giordano Bruno em 1600, seguido do julgamento de Galileo Galilei em 1616, abriu um fosso de desconfiança entre a ciência e a religião.


Autoria Norbert Ahrens (gh)

Fonte: DW
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Como fazer capas de trabalhos e monografias


Veja abaixo exemplos de capas, folhas de rosto e folha final de trabalhos:

Modelo de Folha de Rosto válida para qualquer trabalho:



Modelo de Folha de Rosto para Monografia:



Modelo de Folha de Rosto para Pós-graduação:



Modelo de Capa para Teses:



Modelo de Folha Final de Mestrado/Doutorado:

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Como Fazer um Seminário



Seminário é um procedimento metodológico, que supõe o uso de técnicas (uma dinâmica de grupo) para o estudo e pesquisa em grupo sobre um assunto predeterminado.


O seminário pode assumir diversas formas, mas o objetivo é um só: leitura, análise e interpretação de textos dados sobre apresentação de fenômenos e / ou dados quantitativos vistos sob o ângulo das expressões científicas-positivas, experimentais e humanas.

De qualquer maneira, um grupo que se propõe a desenvolver um seminário precisa estar ciente da necessidade de cumprir alguns passos:
determinar um problema a ser trabalhado;
definir a origem do problema e da hipótese;
estabelecer o tema;
compreender e explicitar o tema- problema;
dedicar- se à elaboração de um plano de investigação (pesquisa );
definir fontes bibliográficas, observando alguns critérios;
documentação e crítica bibliográficas:
realização da pesquisa;
elaboração de um texto, roteiro, didático, bibliográfico ou interpretativo.



Para a montagem e a realização de um seminário há um procedimento básico:

1º o professor ou o coordenador geral fornece aos participantes um texto roteiro apostilado, ou marca um tema de estudo que deve ser lido antes por todos, a fim de possibilitar a reflexão e a discussão;

2º procede-se à leitura e discussão do texto-roteiro em pequenos grupos.

Cada grupo terá um coordenador para dirigir a discussão e um relator para anotar as conclusões particulares a que o grupo chegar;

3º cada grupo é designado para fazer:
exposição temática do assunto, valendo-se para isso das mais variadas estratégias: exposição oral, quadro-negro, slides, cartazes, filmes etc.Trata-se de uma visão global do assunto e ao mesmo tempo aprofunda-se o tema em estudo;
contextualizar o tema ou unidade de estudo na obra de onde foi retirado do texto, ou pensamento e contexto histórico-filosófico-cultural do autor;
apresentar os principais conceitos, idéias e doutrinas e os momentos lógicos essenciais do texto (temática resumida, valendo-se também de outras fontes que não o texto em estudo);
levantar os problemas sugeridos pelo texto e apresentar os mesmos para discussão;
fornecer bibliografia especializada sobre o assunto e se possível comentá-la;

4º plenário-é a apresentação das conclusões dos grupos restantes. Cada grupo, através de seu coordenador ou relator, apresenta as conclusões tiradas pelo grupo.

O coordenador geral ou o professor faz a avaliação sobre os trabalhos dos grupos, especialmente do que atuou na apresentação, bem como uma síntese das conclusões.

Outros métodos e técnicas de desenvolvimento de um seminário podem ser acatados, desde que seja respeitado o plano de prontidão para a aprendizagem.

Finalizando, apontamos que todo tema de um seminário precisa conter em termos de roteiro as seguintes partes:
introdução ao tema;
desenvolvimento;
conclusão.

Fonte: Guia para a elaboração de trabalhos escritos – UFRGS

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Como Fazer uma Resenha



A resenha é um tipo de resumo crítico, contudo mais abrangente: permite comentários e opiniões, inclui julgamento de valor, comparação com outras obras da mesma área e avaliação da relevância da obra em relação às outras do mesmo gênero, por isso normalmente a resenha é uma tarefa para especialistas no assunto, como professores de determinada área.


Segundo Andrade (1997), resenha é um relato minucioso das propriedades de um objeto, ou de suas partes constitutivas; é um tipo de redação técnica que inclui variadas modalidades de textos: descrição, narração e dissertação. Estruturalmente, descreve as propriedades da obra (descrição física da obra), relata as credenciais do autor, resume a obra, apresenta suas conclusões e metodologia empregada.
Estrutura

A resenha deve ser escrita em terceira pessoa, implicando em certa neutralidade, o que é limitado, porque na seleção e organização do texto já ocorre intenção de quem escreve.
Elementos de Identificação

Uma resenha deve conter os seguintes elementos:
Autor;
Título;
Local da Publicação;
Editora;
Data;
Edição;
Tamanho;
Autoria;
Resumo;
Tipo de Livro;
Bibliografia;
Apreciação.

Fonte: Guia para a elaboração de trabalhos escritos – UFRGS

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Como Fazer Projetos de Pesquisa



Guia para a confecção de projetos de pesquisa

O presente texto apresenta aos alunos alguns aspectos formais de um Projeto de Pesquisa. A exposição dos diferentes capítulos que compõem referido projeto (introdução; objetivos; justificativa; metodologia e bibliografia) e de seu conteúdo têm por objetivo formular uma proposta de padronização para os diferentes cursos.



Vale confessar previamente para evitar falsas expectativas: este pequeno texto tem pretensões muito modestas e objetivos meramente didáticos. Seus objetivos são apresentar ao aluno alguns aspectos formais do Projeto de Pesquisa, ao mesmo tempo em que são transmitidas certas informações que podem simplificar sua vida acadêmica.

Um Projeto de Pesquisa é composto de elementos pré-textuais, formado por capa e sumário; elementos textuais, compostos de Introdução, Objetivos, Justificativa e Metodologia; e elementos pós textuais, do qual fazem parte Cronograma e Bibliografia.

A atenção recairá, aqui, sobre os elementos textuais que compõem o projeto. Comecemos, pois, por alguns aspectos gráficos importantes. O texto do corpo do projeto deve ser redigido em fonte tamanho 12 e espaçamento duas linhas. A melhor fonte para os títulos é a Arial e para o texto a fonte Times New Roman ou similares com serifa, que facilitam a leitura de texto longos. O papel tamanho A4 é o recomendável.

As margens são as seguintes: esquerda, 4,0 cm; direita 2,5 cm; superior 3,5 cm; inferior 2,5 cm. As páginas devem ser numeradas no canto superior direito, tendo início naquelas referentes aos elementos textuais – capa e sumário não são numerados, muito embora entrem na contagem de páginas (Garcia, 2000).
Introdução

Nem todos os modelos de projetos de pesquisa incluem uma introdução. Muitas vezes passa-se diretamente aos objetivos. Mas é bom não esquecer de que quem lê um projeto lê muitos. É sempre conveniente, portanto, introduzir o tema da pesquisa, procurando captar a atenção do leitor/avaliador para a proposta. A redação, como nos demais capítulos, deve ser correta e bem cuidada. Uma leitura prévia e atenta de Medeiros (1999) poderá ajudar muito na hora de escrever o texto. Para as dúvidas mais correntes da Língua Portuguesa verificar Garcia (2000) e Martins (1997). Dicionários também são imprescindíveis nessa hora.

Na Introdução, é de se esperar que seja apresentado o tema de pesquisa. Escolher um tema é, provavelmente, uma das coisas mais difíceis para um pesquisador iniciante. Pesquisadores experientes costumam desenvolver técnicas de documentação do trabalho científico que lhes permitem não só extrair de seus arquivos tais temas como trabalhá-los concomitantemente.

Mas um estudante de graduação geralmente não acumulou o volume de informações necessário para tal empreendimento. Um bom começo, portanto, é conhecer o que outros já fizeram, visitando bibliotecas onde seja possível encontrar monografias de conclusão de curso, dissertações de mestrado e teses de doutorado. Tais trabalhos podem servir como fonte de inspiração, além de familiarizar o aluno com os aspectos formais, teóricos e metodológicos do trabalho científico.

A primeira regra para a escolha do tema é bastante simples: o pesquisador deve escolher um tema do qual goste. O trabalho de pesquisa é árduo e, às vezes, cansativo.

Sem simpatizarmos com o tema, não conseguiremos o empenho e a dedicação necessárias.


A segunda regra é tão importante quanto a primeira: o pesquisador não deve tentar abraçar o mundo. A tendência dos jovens pesquisadores é formular temas incrivelmente amplos, geralmente resumidos em uns poucos vocábulos: A escravidão; a Internet; A televisão; A Música Popular Brasileira; O Direito Constitucional; Os meios de comunicação; são alguns exemplos. É preciso pensar muito bem antes de seguir esse caminho. O pesquisador inexperiente que enveredar por ele terá grandes chances de produzir um estudo superficial, recheado de lugares comuns.



O tema deve ser circunscrito tanto espacial como temporalmente. “A escravidão”, por exemplo, é um tema dos mais amplos. Escravidão na Roma Antiga? No Brasil contemporâneo? No Estados Unidos à época da Guerra de Secessão? No livro A República, de Platão? A escravidão por dívidas na Grécia Antiga? Temas apoiados em palavras e sentido muito amplo, como “influência” e “atualidade”, também devem ser evitados. O pesquisador deve se perguntar se o tema escolhido não permite perguntas do tipo: O quê? Onde? Quando?

No capítulo 2 do livro de Umberto Eco, Como se faz uma tese, é possível encontrar uma excelente ajuda para a escolha do tema de pesquisa, ilustrada com vários exemplos (Eco, 1999, p. 7-34).

Uma terceira regra vale ser anunciada: o tema teve ser reconhecível e definido de tal maneira que seja reconhecível igualmente por outros (Eco, 1999, p. 21). Ou seja, deve ser aceito como um tema científico por uma comunidade de pesquisadores.

Uma vez anunciado o tema da futura pesquisa, é conveniente o pesquisador descrever qual foi sua trajetória intelectual até chegar a ele. Como se sentiu atraído por esse tema? Que matérias despertaram seu interesse durante a graduação? Que autores lhe inspiraram?

Apresentado o tema é hora seguir adiante e expor os objetivos propriamente ditos da pesquisa.
Objetivos

Este capítulo deve começar de forma direta, anunciando para o leitor/avaliador quais são os objetivos da pesquisa: “O objetivo desta pesquisa é…”; “Pretende-se ao longo da pesquisa verificar a relação existente entre…”; “Este trabalho enfocará…”; são algumas das formas às quais é possível recorrer.

Vários autores desenvolvem em trabalhos de metodologia do trabalho científico e intelectual o tema da documentação pessoa. Bons guias para tal são Severino (2000, p. 35-46) e Salomon (1999, p. 121-143), mas a descrição realizada por Mills (1975, p. 211-243) continua insuperável.

Se na Introdução era apresentado o tema, no capítulo Objetivos será abordado o problema, bem como as hipóteses que motivarão a pesquisa científica. A pergunta chave para este capítulo é “o que se pretende pesquisar?”

Um problema científico tem a forma de uma questão, de uma pergunta. Mas é uma questão de tipo especial. É uma pergunta formulada de tal maneira que orientará a investigação científica e cuja solução representará uma ampliação de nossos conhecimentos sobre o tema que lhe deu origem. Uma resposta provisória a este problema científico é o que chamamos de hipótese. A pesquisa científica deverá comprovar a adequação de nossa hipótese, comprovando se ela, de fato, é uma solução coerente para o problema científico anteriormente formulado.

Franz Victor Rudio apresenta, em seu livro, uma série de interrogações que podem ajudar o jovem pesquisador a escolher o seu tema de investigação e verificar sua viabilidade:

“a) este problema pode realmente ser resolvido pelo processo de pesquisa científica?

b) o problema é suficientemente relevante a ponto de justificar que a pesquisa seja feita (se não é tão relevante, existe, com certeza, outros problemas mais importantes que estão esperando pesquisa par serem resolvidos)?


c) Trata-se realmente de um problema original?

d) a pesquisa é factível?

e) ainda que seja ‘bom’ o problema é adequado para mim?

f) pode-se chegar a uma conclusão valiosa?

g) tenho a necessária competência para planejar e executar um estudo desse tipo?

h) os dados, que a pesquisa exige, podem ser realmente obtidos?

i) há recursos financeiros disponíveis para a realização da pesquisa?

j) terei tempo de terminar o projeto?

l) serei persistente?” (Rudio, 1999, p. 96).

Alguns autores recomendam a separação dos objetivos gerais dos objetivos específicos ou do objetivo principal dos objetivos secundários.3 Para atingir seus objetivos mais gerais ou o objetivo principal, será necessário percorrer um caminho de pesquisa que o levará até eles. São etapas da pesquisa que fornecerão a base para abordar de maneira mais direta e pertinente o objetivo principal.

Essa separação é procedente do ponto de vista analítico. Mas os diferentes momentos da pesquisa só se justificam na medida em que ajudarão a esclarecer o problema principal. Não é preciso fazer essa separação em subcapítulos desde que fique claro quais são os objetivos gerais e quais são específicos, qual é o principal e quais os secundários.

Exemplifiquemos esses momentos da pesquisa. Se aluno se propuser a estudar a proposta de contrato coletivo de trabalho, por exemplo, é de bom tom, antes de discutir

suas diferentes versões, fazer um breve histórico da legislação trabalhista brasileira. Se, por outro lado, pretende estudar os escritos políticos de Max Weber, inevitavelmente terá que começar por uma reconstituição do contexto político e intelectual da Alemanha do início do século. Sem esclarecer esses objetivos secundários ou específicos, dificilmente poderá levar a cabo sua pesquisa de maneira aprofundada.
Justificativa

Chegou a hora de dizer porque a universidade, o orientador ou uma instituição de financiamento deve apostar na pesquisa proposta. Neste capítulo é justificada a relevância do tema para a área do conhecimento científico à qual o trabalho está vinculado. A pergunta chave deste capítulo é “por que esta pesquisa deve ser realizada?”

Ver, por exemplo, Lakatos e Marconi (1992).

Vários autores, entre eles Lakatos e Marconi (1992), colocam o capítulo da justificativa antes dos objetivos. A inversão não faz muito sentido: como justificar o que ainda não foi apresentado? A ordem Objetivos, primeiro, e Justificativa, depois, parece ser a melhor do ponto de vista lógico.

É nas justificativas que o pesquisador deve apresentar o estado da arte, ou seja o ponto no qual se encontram as pesquisas científicas sobre o tema escolhido. O diálogo com os principais autores ou correntes interpretativas sobre o tema deve ser levado a cabo neste capítulo.

Já que é aqui que serão feitas o maior número de citações ou referências bibliográficas, vamos repassar brevemente as técnicas de citação e referência. Se a citação tiver até duas linhas, ela pode ser reproduzida em itálico, no corpo do parágrafo.

E não esquecer, “a citação deve ser direta e deve vir entre aspas, como todas as citações e com indicação da fonte seja em rodapé, seja pelo sistema autor/data.”

(Henriques e Medeiros, 1999, p. 127). Quando a citação tiver três ou mais linhas ela deverá iniciar um novo parágrafo e estar digitada com um espaçamento entre linhas 1,5, um espaço antes, um depois e recuo à esquerda.4 É o que ensina Medeiros:

“No trabalho científico, as citações com até duas linhas são incluídas no parágrafo em que se faz referência a seu autor. Já as transcrições de três linhas ou mais devem ser destacadas, ocupando parágrafo próprio e observando-se recuo e aspas no início e no final da citação.” (Medeiros, 1999, p. 104)

Na barra de ferramentas do Word há o botão Aumentar Recuo, muito útil nessas situações, outra possibilidade é criar o estilo Citação, através do menu Formatar Estilo, com espaçamento entre linhas 1,5 e recuo esquerdo 2,5cm.

Quando uma citação vier intercalada por outra citação, está última virá entre aspas simples (‘ ’) Vale ainda lembrar que supressões no texto citado devem ser assinaladas por reticências entre parênteses – (…) –; e que destaques no texto transcrito devem ser feitos com itálico, assinalando ao final, entre parênteses a expressão “grifos nossos”

Até aqui utilizamos a técnica autor/data, a recomendada para as monografias e publicações da UniABC. Outra opção é a técnica referência de rodapé. Neste caso, a indicação do autor, do título do livro e da página vão no rodapé.6 Para isso deve ser utilizado o menu Inserir Notas do Word e escolha Nota de rodapé e AutoNumeração.
Metodologia

Neste capítulo o pesquisador deverá anunciar o tipo de pesquisa (formulador, descritivo ou exploratório) que empreenderá e as ferramentas que mobilizará para tal (Cf. Moraes, 1998, p. 8-10 ). A pergunta chave que deve ser respondida aqui é “como será realizada a pesquisa?”


“Trata-se de explicitar aqui se se trata de pesquisa empírica, com trabalho de campo ou de laboratório, de pesquisa teórica ou de pesquisa histórica ou se de um trabalho que combinará, e até que ponto, as varias formas de pesquisa. Diretamente relacionados com o tipo de pesquisa serão os métodos e técnicas a serem adotados.” (Severino, 1996, p. 130)



O pesquisador deverá esboçar a trajetória que seguirá ao longo de sua atividade de pesquisa. Para tanto deverá destacar: 1) os critérios de seleção e a localização das fontes de informação; 2) os métodos e técnicas utilizados para a coleta de dados; 3) os testes previamente realizados da técnica de coleta de dados. Ao contrário do que geralmente se pensa, dados não são necessariamente expressos em números e processados estatisticamente. O tipo de dados coletados durante a pesquisa depende do tipo de estudo realizado. Eles tanto podem ser o resultado de:

1. pesquisa experimental;
2. pesquisa bibliográfica;
3. pesquisa documental;
4. entrevista;
5. questionários e formulários;
6. observação sistemática
7. estudo de caso
8. relatórios de estágio.” (Pádua, 1998, p. 132)

Para estas e outras regras de citação ver Segismundo Spina (1984, p. 55)
Cronograma

No cronograma o pesquisador deverá fazer um planejamento das atividades ao longo do tempo que você dispõe para a pesquisa. Ele é uma excelente ferramenta para controlar o tempo de trabalho e o ritmo de produção. Ao mesmo tempo, servirá para o orientador ou a agência financiadora acompanhar o andamento da pesquisa. Também aqui há uma pergunta chave: “quando as diferentes etapas da pesquisa serão levadas a cabo?”

A forma mais fácil de organizar um cronograma é sob a forma de uma tabela.

Com algumas variações tais normas são apresentadas, entre outros, por Severino (1996, p. 90-93) e Medeiros (1999, p. 1789-183). Embora Medeiros aconselhe a reprodução de todos os dados da obra no rodapé, tal medida é desnecessária, uma vez que eles se encontram na bibliografia do Projeto.

Para esquemas de capítulo metodológico ver Barros e Lehfeld (1999, p. 36-37) e Salomon (1999, p.222).

Para tanto pode ser utilizado o menu Tabela do Word para inseri-la. Depois devem ser selecionadas as células que é necessário marcar e com o comando Bordas e Sombreamento do menu Formatar preenchê-las, conforme o exemplo abaixo:


1º mês

2º mês

3º mês

4º mês

5º mês

6º mês


Revisão bibliográfica


Aplicação de questionários


Processamento dos dados


Observação no local da pesquisa


Entrevistas


Redação da monografia


Bibliografia
BARROS, Aidil de Jesus Paes de e LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. 8.ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 15.ed. São Paulo: Perspectiva, 1999.
GARCIA, Maurício. Normas para elaboração de dissertações e monografias. (Online,26.05.2000, http://www.uniabc.br/pos_graduacao/normas.html.
HENRIQUES, Antonio e MEDEIROS, João Bosco. Monografia no curso de Direito.São Paulo: Atlas, 1999.
LAKATOS, Eva Maria. MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1992.
LAVILLE, Christian e DIONNE, Jean. A construção do saber. Manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre/Belo Horizonte: Artmed/UFMG, 1999.
MARTINS, Eduardo. Manual de redação e estilo de O Estado de S. Paulo. 3.ed. São Paulo: O Estado de S. Paulo, 1997.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica. A prática de fichamentos, resumos, resenhas. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1999.
MILLS, C. Wright. A imaginação sociológica. 4.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.
MORAES, Reginaldo C. Corrêa de. Atividade de pesquisa e produção de texto. Textos Didáticos IFCH/Unicamp, Campinas, n. 33, 1999.
PÁDUA, Elisabete Matallo Marchesini. O trabalho monográfico como iniciação à pesquisa científica. In: CARVALHO, Maria Cecília M. de. Construindo o saber.Metodologia científica: fundamentos e técnicas. 7.ed. Campinas: Papirus, 1998.
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 24.ed. Petrópolis:Vozes, 1999.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 8.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo:Cortez, 1996.
SPINA, Segismundo. Normas para trabalhos de grau. São Paulo: Ática, 1984.

Fonte: http://www.coladaweb.com/como-fazer/projetos-de-pesquisa
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Dissertação



A dissertação é uma exposição, discussão ou interpretação de uma determinada idéia. Pressupõe um exame crítico do assunto, lógica, raciocínio, clareza, coerência, objetividade na exposição, um planejamento de trabalho e uma habilidade de expressão.



No discurso dissertativo propriamente dito, não se verifica, como na narração, progressão temporal entre as frases e, na maioria das vezes, o objeto da dissertação é abstraído do tempo e do espaço.


Alguns pontos essenciais desse tipo de texto são:

1. toda dissertação é uma demonstração, daí a necessidade de pleno domínio do assunto e habilidade de argumentação;
2. em conseqüência disso, impõem-se à fidelidade ao tema;
3. a coerência é tida como regra de ouro da dissertação;
4. impõem-se sempre o raciocínio lógico;

a linguagem deve ser objetiva, denotativa; qualquer ambiguidade pode ser um ponto vulnerável na demonstração do que se quer expor. Deve ser clara, precisa, natural, original, nobre, correta gramaticalmente. O discurso deve ser impessoal (evitar-se o uso da primeira pessoa).

O parágrafo é a unidade mínima do texto e deve apresentar: uma frase contendo a idéia principal (frase nuclear) e uma ou mais frases que explicitem tal idéia.

Exemplo: “A televisão mostra uma realidade idealizada (idéia central) porque oculta os problemas sociais realmente graves. (idéia secundária)”.

Exemplo:

Idéia central da dissertação – A poluição atmosférica deve ser combatida urgentemente.

Desenvolvimento da dissertação – A poluição atmosférica deve ser combatida urgentemente, pois a alta concentração de elementos tóxicos põe em risco a vida de milhares de pessoas, sobretudo daquelas que sofrem de problemas respiratórios:
A propaganda intensiva de cigarros e bebidas tem levado muita gente ao vício.
A televisão é um dos mais eficazes meios de comunicação criados pelo homem.
A violência tem aumentado assustadoramente nas cidades e hoje parece claro que esse problema não pode ser resolvido apenas pela polícia.
O diálogo entre pais e filhos parece estar em crise atualmente.
O problema dos sem-terra preocupada cada vez mais a sociedade brasileira.

O parágrafo em uma dissertação pode processar-se de diferentes maneiras:

1 – Enumeração – Caracteriza-se pela exposição de uma série de coisas, uma a uma. Presta-se bem à indicação de características, funções, processos, situações, sempre oferecendo o complemente necessário à afirmação estabelecida na frase nuclear. Pode-se enumerar, seguindo-se os critérios de importância, preferência, classificação ou aleatoriamente na dissertação.


Exemplo: O adolescente moderno está se tornando obeso por várias causas: alimentação inadequada, falta de exercícios sistemáticos e demasiada permanência diante de computadores e aparelhos de tv.



Exemplo: Devido à expansão das igrejas evangélicas, é grande o número de emissoras que dedicam parte da sua programação à veiculação de programas religiosos de crenças variadas.

Enumeração:
A Santa Missa em seu lar
Terço Bizantino
Despertar da Fé
Palavra de Vida
Igreja da Graça no Lar

1- Inúmeras são as dificuldades com que se defronta o governo brasileiro diante de tantos desmatamentos, desequilíbrios sociológicos e poluição.

2- Existem várias razões que levam um homem a enveredar pelos caminhos do crime.

3- A gravidez na adolescência é um problema seriíssimo, porque pode trazer muitas conseqüências indesejáveis.

4- O lazer é uma necessidade do cidadão para a sua sobrevivência no mundo atual e vários são os tipos de lazer.

5- O Novo Código Nacional de trânsito divide as faltas em várias categorias.

2 – Comparação – A frase nuclear pode-se desenvolver através da comparação, que confronta idéias, fatos, fenômenos em uma dissertação e apresenta-lhes a semelhança ou dessemelhança.

Exemplo: “A juventude é uma infatigável aspiração de felicidade; a velhice, pelo contrário, é dominada por um vago e persistente sentimento de dor, porque já estamos nos convencendo de que a felicidade é uma ilusão, que só o sofrimento é real“. (Arthur Schopenhauer)

3 – Causa e consequência – A frase nuclear, muitas vezes, encontra no seu desenvolvimento um segmento causal na dissertação (fato motivador) e, em outras situações, um segmento indicando consequências (fatos decorrentes).

Exemplo: O homem, dia a dia, perde a dimensão de humanidade que abriga em si, porque os seus olhos teimam apenas em ver as coisas imediatistas e lucrativas que o rodeiam.

O espírito competitivo foi excessivamente exercido entre nós, de modo que hoje somos obrigados a viver numa sociedade fria e inamistosa.

4 – Tempo e Espaço – Muitos parágrafos dissertativos marcam temporal e espacialmente a evolução de idéias, processos.

Exemplos:

Tempo – A comunicação de massas é resultado de uma lenta evolução. Primeiro, o homem aprendeu a grunhir. Depois deu um significado a cada grunhido. Muito depois, inventou a escrita e só muitos séculos mais tarde é que passou à comunicação de massa.

Espaço – O solo é influenciado pelo clima. Nos climas úmidos, os solos são profundos. Existe nessas regiões uma forte decomposição de rochas, isto é, uma forte transformação da rocha em terra pela umidade e calor. Nas regiões temperadas e ainda nas mais frias, a camada do solo é pouco profunda. (Melhem Adas).

5 – Explicitação – Num parágrafo dissertativo pode-se conceituar, exemplificar e aclarar as idéias para torná-las mais compreensíveis.

Exemplo: “Artéria é um vaso que leva sangue proveniente do coração para irrigar os tecidos. Exceto no cordão umbilical e na ligação entre os pulmões e o coração, todas as artérias contém sangue vermelho-vivo, recém oxigenado. Na artéria pulmonar, porém, corre sangue venoso, mais escuro e desoxigenado, que o coração remete para os pulmões para receber oxigênio e liberar gás carbônico”.

Antes de se iniciar a elaboração de uma dissertação, deve delimitar-se o tema que será desenvolvido e que poderá ser enfocado sob diversos aspectos. Se, por exemplo, o tema é a questão indígena, ela poderá ser desenvolvida a partir das seguintes idéias:
A violência contra os povos indígenas é uma constante na história do Brasil.
O surgimento de várias entidades de defesa das populações indígenas.
A visão idealizada que o europeu ainda tem do índio brasileiro.
A invasão da Amazônia e a perda da cultura indígena.

Depois de delimitar o tema da dissertação, deve fazer a estruturação do texto.
A estrutura do texto dissertativo constitui-se de:

1- Introdução – deve conter a idéia principal a ser desenvolvida (geralmente um ou dois parágrafos). É a abertura do texto, por isso é fundamental. Deve ser clara e chamar a atenção para dois itens básicos: os objetivos do texto e o plano do desenvolvimento. Contém a proposição do tema, seus limites, ângulo de análise e a hipótese ou a tese a ser defendida na dissertação.


2- Desenvolvimento – exposição de elementos que vão fundamentar a idéia principal da dissertação que pode vir especificada através da argumentação, de pormenores, da ilustração, da causa e da conseqüência, das definições, dos dados estatísticos, da ordenação cronológica, da interrogação e da citação. No desenvolvimento são usados tantos parágrafos quantos forem necessários para a completa exposição da idéia. E esses parágrafos podem ser estruturados das cinco maneiras expostas acima.



3- Conclusão – é a retomada da idéia principal, que agora deve aparecer de forma muito mais convincente, uma vez que já foi fundamentada durante o desenvolvimento da dissertação. (um parágrafo). Deve, pois, conter de forma sintética, o objetivo proposto na instrução, a confirmação da hipótese ou da tese, acrescida da argumentação básica empregada no desenvolvimento.

Observe o texto abaixo:

Vida ou Morte

INTRODUÇÃO

A grande produção de armas nucleares, com seu incrível potencial destrutivo, criou uma situação ímpar na história da humanidade: pela primeira vez, os homens têm nas mãos o poder de extinguir totalmente a sua própria raça da face do planeta.

DESENVOLVIMENTO

A capacidade de destruição das novas armas é tão grande que, se fossem usadas num conflito mundial, as conseqüências de apenas algumas explosões seriam tão extensas que haveria forte possibilidade de se chegar ao aniquilamento total da espécie humana. Não haveria como sobreviver a um conflito dessa natureza, pois todas as regiões seriam rapidamente atingidas pelos efeitos mortíferos das explosões.

CONCLUSÃO

Só resta, pois, ao homem uma saída: mudar essa situação desistindo da corrida armamentista e desviando para fins pacíficos os imensos recursos econômicos envolvidos nessa empreitada suicida. Ou os homens aprendem a conviver em paz, em escala mundial, ou simplesmente não haverá mais convivência de espécie alguma, daqui a algum tempo. (Texto adaptado do artigo “Paz e corrida armamentista” in Douglas Tufano, p. 47).

Na introdução, o autor apresenta o tema (desenvolvimento científico levou o homem a produzir bombas que possibilitam a destruição total da humanidade), no desenvolvimento, ele expõe os argumentos que apóiam a sua afirmação inicial e na conclusão, conclui o seu pensamento inicial, com base nos argumentos.

Na dissertação, pode-se construir frases de sentido geral ou de sentido específico, particular. Às vezes, uma afirmação de sentido geral pode não ser inaceitável, mas se for particularizada torna-se aceitável. Exemplo: É proibido falar ao telefone celular. (sentido geral) É proibido falar ao telefone celular dirigindo. (sentido específico)

Quando o autor se preocupa principalmente em expor suas idéias a respeito do tema abordado, fica claro que seu objetivo é fazer com que o leitor concorde com ele. Nesse caso, tem-se a dissertação argumentativa Para que a argumentação seja eficiente, o raciocínio deve ser exposto de maneira lógica, clara e coerente.

O autor de uma dissertação deve ter sempre em mente, as possíveis reações do leitor e por isso, deve-se considerar todas as possíveis contra-argumentações, a fim de que possa “cercar” o leitor no sentido de evitar possíveis desmentidos da tese que se está defendendo. As evidências são o melhor argumento.

As referências bibliográficas estar de acordo com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

A bibliografia final da dissertação deve seguir o seguinte padrão:
Autor – último sobrenome com letra maiúscula, separado da vírgula dos outros prenomes; (ponto e dois espaços ou travessão).
Título – sublinhar ou colocar em itálico; (ponto).
Anotador ou tradutor – (ponto)
Número da edição – se for a primeira , não se indica. Algarismo arábico, ponto, ed. (vírgula).
Casa publicadora – nome da casa (vírgula)
Ano da Publicação – em algarismo arábico (ponto)
Número de páginas ou volumes – em algarismos arábicos (ponto) Abrevia-se p. e não pág ou pg.
Ilustrações – se necessário (ponto)
Série ou coleções – em algarismos arábicos, entre parênteses (ponto)
Por: Renan Bardine
Fonte: http://www.coladaweb.com/redacao/dissertacao/

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Citação e Referência


Citar e Referenciar

O âmago de todo o trabalho monográfico é produzido através da recolha da informação relevante e possível sobre um determinado assunto. Para isso, é necessário relacionar cientificamente tudo o que é exposto, através de uma correta fundamentação dos dados implicados, designadamente, expondo citações e confrontando autores diversos.


Apenas as referências utilizadas no texto, e só estas, deverão constar na bibliografia final.

Apontamentos de aulas, conferências, etc., não têm admissibilidade científica, senão quando publicadas e devidamente referenciadas. Na eventual ausência de elementos comprovativos, os dados bibliográficos (ou outros) não deverão ser utilizados como parte integrante do trabalho. Deve-se evitar referenciar fontes cuja consulta seja difícil ou impossível, tais como comunicações pessoais, eventos sem atas, e documentos de circulação restrita ou temporária.



As fontes originais deverão ser referidas através da metodologia “autor-data” ou Sistema “Harvard”, junto da citação ou do(s) autor(es) referenciado(s). Caso se trate de uma citação direta, ou da reconstrução pessoal e precisa de uma determinada parte do texto original, as indicações serão acrescidas das páginas consultadas (ver exemplos seguintes).

Exemplo 1:

O primeiro autor a abordar este tema foi Aguilar (1967), num estudo sobre as formas pelas Quais os gestores obtêm informação relevante sobre os eventos que acontecem no ambiente geral (externo) da empresa.

Exemplo 2:

A investigação levada a cabo até hoje nesta área demonstra que a importância, que a análise estratégica externa tem para as empresas, pode ser inferida pela forma como as atividades de análise são integradas no processo de planejamento estratégico (Costa, 1997, p. 3).

As citações retiradas do texto original poderão ser de dois tipos: parafraseadas, ou diretas. A citação direta consiste na transcrição fiel do texto do próprio autor, que, caso seja inferior a duas linhas de texto, aparecerá entre aspas no corpo do documento (exemplo 3). Caso a citação exceda as duas linhas de texto, será destacada e em letra de fonte menor (tamanho 10) conforme apresentado no Exemplo 4.

As citações, entre aspas, deverão possuir a sinalética “(…)” sempre que não se produza inteiramente um período ou um parágrafo (Exemplo 3).

Exemplo 3:

De fato, e conforme Costa (1997, p. 3) argumenta, “(…) à medida que as empresas crescem em tamanho e complexidade, as suas necessidades de planejamento estratégico formal aumentam.”

Exemplo 4:

O conhecimento destes eventos permite aos gestores a identificação das principais tendências na sua área de negócios, podendo orientar as ações das suas empresas de forma consonante. Com base nos resultados deste estudo, Aguilar (1967, p.VII) definiu análise estratégica externa como: A recolha e análise de informação sobre eventos no ambiente empresarial externo, cujo conhecimento assistirá os gestores na sua tarefa de programar e conduzir o futuro da empresa.

Quando se pretende citar um autor que foi inicialmente referido por outro – fonte indireta – deverá utilizar-se os termos “cit. in”.

Exemplo 5:

De acordo com Jain (cit. in Costa 1997), a eficácia do planejamento estratégico está diretamente relacionada com a capacidade de análise estratégica externa.

Exemplo 6:

A eficácia do planejamento estratégico está diretamente relacionada com a capacidade de análise estratégica externa (Jain cit. in Costa 1997).

As interpretações ou resumos do autor da Monografia no interior das citações deverão estar assinaladas através de parênteses retos “[ ]”.

Exemplo 7:

A eficácia do planejamento estratégico [como modo de desenvolvimento formal da estratégia] está diretamente relacionada com a capacidade de análise estratégica externa (Jain, cit. in Costa 1997).

Nos casos de inclusão ou de referência textual de uma obra com três ou mais autores, no corpo do texto a referência aparecerá da seguinte forma: Smith et al. (1991), ou (Smith et al., 1991).

Exemplo 8:

Segundo Costa et al. (1997), para que se possam tomar decisões estratégicas informadas, é necessário que os gestores estejam bem documentados sobre o seu ambiente de negócios.

Para que se possam tomar decisões estratégicas informadas, é necessário que os gestores estejam bem documentados sobre o seu ambiente de negócios (Costa et al., 1997).

É cada vez mais freqüente utilizar fontes de informação em forma digital ou na internet. Deve-se no entanto ter em conta que muitos desses documentos são temporários, e que o seu endereço muda freqüentemente, pelo que se devem evitar se existirem alternativas. Deve-se ter em conta também que muita da informação na internet corresponde a publicações pessoais, isto é, não passam por um processo de revisão como as publicações escritas; a credibilidade a atribuir a essa informação deve ser pois devidamente avaliada. Note-se que muitas vezes não é necessário incluir as páginas citadas na bibliografia, podendo o endereço dessas páginas ser dado no próprio texto

Fonte:http://www.ufp.pt.

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Como Fazer Bibliografia



Normas de referência bibliográfica




1) Obra completa – Pessoas físicas
1.1 – Um autor, dois autores, até três autores

Sequência – sobrenome todo em letras maiúsculas, o nome somente com inicial maiúscula.

Título do livro em itálico. Se houver subtítulo escrever com letra normal.
Local de publicação: nome da editora, seguido pelo ano de publicação.

Exemplos:
Um autor
RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1991.
Dois autores
LOURENÇO, Eva; MARCONI, Maria. Ensino Superior. 5 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002.
Três autores
TAFNER, Malcon Anderson; TAFNER, José; FISHER, Juliane. Metodologia do trabalho acadêmico. Curitiba: Juruá, 1998.

OBSERVAÇÃO: No caso mais de um autor, usa-se o nome do autor na mesma ordem do livro, não é obrigado ser em ordem alfabética.
1.2 – Mais de três autores

Sequência – sobrenome em letra maiúscula, nome seguido et al. Título da obra em itálico. Local de publicação: editora, ano de publicação.

Exemplo:
BARROS, Helena Dias et al. Educação: escola especial. Porto alegre: Mirassol, 1999.
1.3 – Autor e título repetido

Sequência – Se o autor e o título forem repetidos, mas diferirem as edições, usam-se dois traços.

Exemplo:
GARCIA, Othon. Comunicação em prosa moderna. 2 ed. Rio de janeiro: FGV, 1978.
_______ . _______ . 8. ed. Rio de Janeiro: FGV, 1980.
1.4 – Autor estrangeiro (obra traduzida)

Sequência – Sobrenome em letra maiúscula, nome. Seguido o nome do tradutor, título, local de publicação: editora, ano de publicação.

Exemplo:
BODENHEIMER, Edgar. Crad. Enéas Marzono. Ciência do direito: Sociologia e metodologia teórica. Rio de Janeiro: Farence, 1996.
1.5 – Auditoria desconhecida

Sequência – Inicia-se pelo título. O termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome desconhecido.

Exemplo:
Metodologia do ensino superior. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1967.

1.6 – Séries e coleções

Sequência – Sobrenome em maiúscula e nome. Título da obra e subtítulo (este não é sublinhado e é separado por dois pontos). Nome do organizador da obra. Local de publicação: editora, ano da publicação.

Exemplo:

• CUNHA, Euclides da. Euclides da Cunha: Trechos escolhidos. Organizado por João Etiene Filho. Rio de Janeiro: Agir, 1961. 114p. (Nossos Clássicos, 54).
1.7 – Responsável intelectual. Organizador (org.), coordenador (coord.), Editor (ed.), Compilador (comp).

Sequência – Obras que englobam contribuições de vários autores entram pelo responsável pela publicação:

Exemplo:
BRANDÃO. Alfredo de Barros L. (comp.). Modelos de contratos. Procurações. Requerimentos e petições. 5. ed. São Paulo: Trio, 1974.
1.8 – Sobrenomes compostos e com indicações de parentesco.

Sequência – Inicia-se com o sobrenome em letra maiúscula, nome. Título da obra. Edição. Local e ano de publicação.

Exemplo:
MODESTO – SIQUEIRA, Clóvis A. Inquérito Policial. 7ed. Cuiabá: Juruá, 1976 (prática, processos e jurisprudência, 18).
1.9 – Parte do livro e publicações
1.9.1 – O autor do capítulo é o mesmo do livro

Sequência – Sobrenome e nome do autor. Título da obra e do capítulo. Edição e local de publicação.

Exemplo:
MEDEIROS, João Bosco. Correspondência: Técnicas de comunicação criativa. 6ed. São Paulo: Atlas, 1991.
1.9.2 – Autor do livro difere do autor do capitulo.

Sequência – É essencial apresentar sobrenome (maiúsculo), nome. Título da obra. Nome do autor do capítulo. Título do capítulo. Local e data da publicação.

Exemplo:
ABRAMO, Perseu. Pesquisa em ciência sociais. In: HIBRANO, Sedi (org). Pesquisa social: projeto planejamento. São Paulo: TAQ, 1979.


2) Publicações seriadas (revistas e jornais)
2.1 – Publicação considerada no todo
2.1.1 – Suplementos, números especiais, fascículos inteiros.

Sequência – Os elementos essenciais são: Título da publicação, título da parte (se houver), local de publicação, editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, as informações de períodos e datas de sua publicação e as particularidades que identificam a parte.

Exemplo:
CONJUNTURA ECONÔMICA. As 500 maiores empresas do Brasil. Rio de janeiro: FGV, v. 38, nº 9, set. 1984. 135 p . Edição especial.
2.1.2 – Jornal (considerado no todo)


Sequência – Os elementos essenciais são: autor (se houver), título, subtítulo (se houver), título de jornal, local de publicação, seção, caderno ou parte do jornal e paginação correspondente.



Exemplos:
Com autor
PALERMO, Alfredo. Vida universitária: a saga de uma faculdade. Comércio da França. França, 30 jun. 1991. Caderno D. p. 40.
Sem autor:
BIBLIOTECA climatiza seu acervo. O Globo. Rio de Janeiro. 4 mar. 1989. p. 11.
2.2 – Publicação consideradas em parte
2.2.1 – Artigos de revistas e jornais sem autor(es).

Sequência – Primeira palavra do título da noticia em maiúsculas. Nome do jornal sublinhado, local da publicação, data da publicação, nome do mês abreviado em minúscula, página em que se encontra o artigo (se tratar de nota bibliográfica).

Exemplo:
COLÉRA Cresce 1. 700% na fronteira peruana. Folha de São Paulo, São Paulo, 18 jun. 1991, p. 1-9.
2.2.2 – artigos de revistas e jornais com autor (es).
Matéria de revista-assinado

Sequência – Sobrenome e nome do autor do artigo. Título do artigo. Nome do periódico sublinhado, local de publicação, número do periódico, páginas compreendidas pelo artigo. Mês abreviado. Ano da publicação.

Exemplo:
ALCÂNTARA, Eurípides. A redoma do atraso. Veja, São Paulo: Abril, ano 24, nº 25, p. 42 – 43, jun. 1991.
Matéria de jornal assinado

Sequência – Sobrenome e nome do autor do artigo. Nome do artigo, (não sublinha). Nome do jornal. Local da publicação, data, o mês aparece abreviado em minúscula. Ano da publicação, páginas (se tratar de nota, não deve aparecer em bibliografia).

Exemplo:
RIBEIRO, Efrém. Garimpeiros voltam a invadir área ianomâmi. Folha de São Paulo, São Paulo, 18 jun. 1991, p. 1 – 10.
2.2.3 – Suplementos ou seções de jornais

Sequência – Autor (se houver), título do jornal, local e data publicação, seção, caderno e departamento do jornal, página correspondente.

Exemplo:
NAVES, Gringos dão banho de beleza. Folha de S. Paulo. São Paulo, 16 maio, 1999. Folha turismo, caderno 8, p.13.
3) Documentos oficiais
3.1 – Leis

Sequência – Elementos essenciais: jurisdição ou cabeçalho da entidade (no caso de tratar de normas), título, numeração e data. Se necessário ao final acrescenta notas relativas a outros dados.

Exemplo:
BRASIL. Constituição ( 1988 ). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, Senado, 1988.
3.2 – Decretos


Sequência – Elementos essenciais: jurisdição ou cabeçalho da entidade, título, numeração e data.



Exemplo:
BRASIL. Consolidação das leis do trabalho. Decreto – lei nº 5.452, de 1 de maio de 1943. aprova a consolidação das leis do trabalho. Lox – Coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943.
3.3 – Portarias

Sequência – Elementos essenciais são: jurisdição ou cabeçalho da entidade, título, numeração e data. Ementa e dados da publicação.

Exemplo:
SÃO PAULO (Estado). Portaria nº 42.822, de 20 de Janeiro 1998. sobre a desativação de unidades administrativas de órgão da administração direta e das autarquias do estado e da providencia diretas. São Paulo, n. 3, p. 217 – 220, 1998.
3.4 – Acórdãos, decisões e sentenças das cortes ou tribunais.

Sequência – Ordem dos elementos: Local, nome da corte ou tribunal, acórdão, tipo e número de recurso, partes litigantes, nome do relator, data, indicação da publicação que divulgou o acórdão.

Exemplo:
BRASIL. Supremo Tribunal. Deferimento de pedido de extradição. Extradição nº 410. Estados Unidos da América.
3.5 – Pareceres, Resoluções e Processos

Sequência – Jurisdição, título, numeração e data, ementa e dados da publicação.

Exemplo:
BRASIL, Congresso. Senado. Resolução nº 17, de 1991. autoriza o desbloqueio de letras financeiras do tesouro do estado do Rio Grande do Sul, através de revogação do parágrafo 2º, do artigo 1º da resolução nº 72, de 1970. Coleções de leis da República federativa do Brasil, Brasília-DF, v. 183, p.1156 – 1157, maio/junho. 1991.
4) Multimeios ou materiais especiais
4.1 – Fitas de vídeo / DVD

Sequência – Título, créditos (diretor, roteirista e outros), elenco relevantes, local, produtora, data, especificação do suporte em unidade física.

Exemplo:
OS PERIGOS do uso de teóricos. Produção de Jorge Ramos. Coordenação de Maria Izabel Azevedo. São Paulo, Le Studio Canal, 1983. ! fita de vídeo ( 30 min. ), VHS, son, color
4.2 – Fita Cassete / CD

Sequência – Compositor(es), título, subtítulo (se houver), produtor, local, gravadora, data.

Exemplo:
FAGNER, R. Revelação, Rio de Janeiro: CBS 1988. 1 fita cassete (60 min), 33 13 rpm, sonoro.
4.3 – Filmes


Sequência – Título, subtítulo (se houver), créditos (diretor croteiristas…) elenco relevante, local, produtora, data, especificação do suporte em unidade física.

Exemplo:
AMAZONIA (filme). Primo Carbonari, 1955. 11min. son. color. 16mm (série didáticos)
4.4 – Disco (vinil / CD / DVD)

Sequência – Compositor ou intérprete, titulo, produtor, local, gravadora, data.

Exemplo:
SIMONE, Face a Face. (S.I): emi.Odeon, BRASIL, p 1977. 1 cd (ca.40min), Remasterizado em digital
5) Documentos Eletrônicos
5.1 – Referencias obtidas na internet (rede eletrônica)

Sequência – Autor, título, produto, indicações de responsabilidade, endereço eletrônico e data de acesso.

Exemplo:
CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE. 4.ed. 1996. Recife. Anais eletrônico. Recife: UFPE, 1996. em: < http:// www.propesq.ufpe.br/ anais / anais. htm >. Acesso em 21 jan. 1997.
5.2 – Informações obtidas de Home Pages.

Sequência – Autor, título, produto, endereço eletrônico e data de acesso.

Exemplo:
BOOK ANNOUNCEMENT, 18 may, 1997. Produced by 1. Drummond. Disponível em: < http: // www. Btr. Br / bionner / DB search? BIOLINE – L + READC + 5 > Acesso em 25 maio 1998
5.3 – Informações obtidas via base de dados

Sequência – É essencial aparecer autor, título, subtítulo, indicações de responsabilidade e data.

Exemplo:
JUNGMAN Renato. “A superveniência de acontecimentos e imprevisível como causa da revisão dos contratos, “revista da ordem dos advogados de Pernambuco, Recife, 5-6-7. 1964, p – 145.
5.4 – Informações obtidas via CD ROM

Sequência – É obrigatório identificar autor, título, indicações de responsabilidade e data.

Exemplo:
EDITORA CONSULEX, Biblioteca jurídica virtual. 2002, diapositivos (cd rom).
5.5 – Informações obtidas via Disquete / Pen Drive

Sequência – É essencial identificar autor, título, produto e data.

Exemplo:
MENDES, Ferreira Filho. Entrevista concedida á… (disquete). Bambu. 2000
BIBLIOGRAFIA

LAKATOS. Eva Maria, MARCONI. Marina de Andrade. Referencias bibliográficas. In: ______. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2001. p. 181 – 199.

MEDEIROS. João Bosco. Redação Científica: A prática de Fechamento, resumo, resenhas. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2000.

Fonte:http://www.coladaweb.com/como-fazer/bibliografia
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Apresentação em Público



Assim como em todas as atividades complexas há a necessidade de elaboração de um plano esquemático com a finalidade de otimizar os esforços e maximizar o nível de captação e compreensão dos ouvintes.

Como planejar a apresentação em público?

a) Conhecer os tipos psicológicos, técnicos e nível cultural dos ouvintes, adequando a mensagem em linguagem apropriada;

b) Formular precisamente objetivos a serem alcançado;

c) Definir o conteúdo a ser exposto, estabelecendo de maneira precisa à profundidade de como será tratado e os pontos chaves a serem reforçados;

d) Organizar a exposição em quadros sinópticos de tal maneira que cada assunto esteja bem entrosado com o anterior e com o posterior, lembrando anéis encadeados;

e) Prever exemplos, situações e formas a serem utilizadas propiciando a participação de todos, tornado a exposição mais objetiva;

f) Estabelecer o material de apoio, utilizando de maneira eficiente e eficaz, o maior número de recursos áudio visuais;

g) Redigir o texto completo;

h) Planificar o tempo de cada parte a ser apresentada;

i) Se tiver que memorizar alguma coisa, memorize somente os quadros sinópticos ou os esquemas básicos;

j) É bom saber que os grandes comunicadores se preparam muito e sabem que não vão dizer tudo, mas a preparação permitirá que seja bem feito o que for comunicado;

k) Programar se necessário a realização de ensaio antecipado, gravando e ouvindo cada ensaio, até que se sinta satisfeito com os resultados, obtendo desta forma maior segurança no ato da apresentação;

l) Prever a distribuição do material didático sempre no final, à não ser que seja necessário o acompanhamento do mesmo;

m) Criar método de avaliação para verificar a eficácia das atividades desenvolvidas.


Execução da apresentação

INTRODUÇÃO: Os ouvintes terão uma global do assunto, preparando-se para ouvi-lo e poderem analisá-lo. É o momento onde:

São apresentados os objetivos da exposição;

São apresentados os conteúdos a serem expostos, relacionando-os conhecimentos anteriores dos ouvintes e explanando possíveis formas de utilização;

É verificado se os ouvintes têm o domínio dos pré-requisitos necessários a compreensão do assunto.

DESENVOLVIMENTO: É a fase onde os conteúdos são apresentados aos ouvintes devendo o expositor observar as seguintes qualidades básicas:

Expor com clareza

Para conseguir esta qualidade é necessário:

a) Fazer um plano, um esquema de apresentação;

b) Quem não tem prática, não deve confiar na memória nem na improvisação;

c) Conhecer o tema de maneira muito mais ampla e profunda do que se pretendo comunicar;

d) Não se preocupar dramaticamente em dizer tudo o que preparou. Os oradores experientes sabem que do que preparam falam em média 70% a 80%, o restante é improvisação;

e) Usar linguagem adequada aos ouvintes;

f) Ilustrar as apresentações com material didático variado;

g) Incentivar a participação do público em cada item apresentado e no final discussão do tema global.

Paciência

Sem demonstrar enfado ou fraqueza, a paciência é útil quando representa a soma da tolerância, compreensão e sabedoria.

Discorrer de maneira Interessante

O expositor, para falar de maneira cativante deve:

a) Manter a voz em altura, volume e intensidade conveniente com o tamanho e acústica do recinto;

b) Preocupar-se com a postura, gestos e expressão corporal;

c) Modulação agradável com inflexões atinentes ao assunto principal, de modo a evitar a cadência monótona;

d) Evitar os cacoetes verbais e demais vícios de linguagem. Corrigir os defeitos de fala. Por exemplo: voz nasal e gagueira psicológica;

e) Intercalar durante a exposição, de maneira conveniente, situações pitorescas, engraçadas, humorísticas, a fim de quebrar a monotonia;

f) Formular perguntas, mesmo que possam ter respostas mudas. As interrogações sempre motivam o raciocínio do auditório.

g) Quando possível, criar suspense, despertar a vontade para prestar atenção e esperar com ansiedade positiva a conclusão.

Desenvolver com lógica a argumentação

Cuidar para não cair em contradições, que acabam desacreditando o orador. Evitar deduções precipitadas. Respeitamos a lógica do ouvinte e sua argumentação.

Adaptabilidade

Devemos adaptar o plano aos tipos e temperamentos dos ouvintes, além de possuir um grande tato para jamais ferir o amor próprio do auditório.

Simplicidade

Falar com naturalidade e espontaneidade para ser entendido e não admirado. Devemos usar palavras simples, comuns, adequadas ao tema, ao grupo e ao momento.

Entusiasmo

Comunicar sem entusiasmo dificilmente conseguirá contagiar um grupo.

Conquistar a simpatia dos ouvintes

Para comunicar bem, antes de tudo é preciso aprender a comunicação consigo próprio. Para haver comunicação eficiente com os outros, é preciso que o comunicador desenvolva a auto-comunicação

Outra barreira à comunicação é a tendência de algumas pessoas julgarem, apreciarem, desaprovarem ou “picharem” dramaticamente as afirmações dos outros.

Ainda outro obstáculo seria ter sentimentos negativos com relação à pessoa ou grupo que está comunicando. Uma forma de superar estas e outras barreiras é o hábito da empatia, na qual o indivíduo se coloca no lugar, no ponto de vista do outro ou outros, captando sua idéias e motivações.
Gestos e Posturas na apresentação em público

Mediante a uma apresentação ou qualquer tipo de explanação, o importante é que nossas ações gestos e posturas sejam naturais. Não existe técnica que possa ser mais importante que a naturalidade. Para isto, é preciso buscar o auto conhecimento, aprender a sentir o próprio corpo, saber do que é capaz, observar suas dimensões e limites, ter consciência de sua força para identificar o pensamento e o sentimento e descobrir suas possibilidades de expressão, verificar como ocorre o movimento dos braços, das mãos, das pernas, da cabeça, enfim, sentir como age e reage o próprio corpo e ai sim, gesticular bem.

A postura também é de muita importância em uma apresentação, pois a postura e as atitudes antes de falar, poderão predispor o ânimo dos ouvintes de forma favorável ou contrária à sua apresentação.

As Pernas

As pernas dão sustentação ao corpo e podem dependendo do posicionamento, tornar a postura um elemento positivo na sua comunicação ou, ao contrário, ser um fator tão desfavorável que poderá destruir a apresentação.

Erros mais comuns:
Movimentação desordenada;
Apoio incorreto;
Cruzamento dos pés em forma de “x” (quando sentado);
Animal enjaulado;
A gangorra;
Rigidez;
Cruzar e descruzar;
Espreguiçadeira.

A posição correta em pé

A posição é que se fique de frente para o público, posicionado sobre as duas pernas, possibilitando bom equilíbrio ao corpo. Para evitar o cansaço provocado por causa da postura num tempo prolongado, jogue o peso do corpo sobre uma perna, ora sobre a outra, sem que o auditório perceba, bastando para isso flexionar levemente uma das pernas, sem quebrar a elegância da postura.

O deslocamento das pernas precisa seguir a inflexão da voz e o ritmo, a cadência e a velocidade da fala. Se a frase for pronunciada com velocidade mais intensa, o movimento das pernas para se aproximar ou recuar também deverá ser mais rápido, se, ao contrário, a velocidade das palavras for mais lenta, o movimento das pernas também terá de ser mais vagaroso.

A posição correta sentado

Quando você fala sentado poderá colocar os dois pés no chão, demonstrando firmeza na atitude e permanecendo esteticamente correto, ou cruzar uma perna sobre a outra, deixando as costas encostadas e o pé da perna que fica por cima sem apoio. A postura também não precisa ser uma ou outra, você deverá alterar a posição das pernas até para não se cansar.

Braços e mãos

O importante, como já foi dito, é que se preze a naturalidade. Mas devemo-nos ater ao excesso ou à falta de gesticulação.

Erros mais comuns:
Mãos atrás das costas;
Braços cruzados;
Gestos abaixo da linha da cintura;
Gestos acima da linha da cabeça;
Apoiar-se sobre a mesa, cadeira, etc.
Postura para ler em público

Primeiro ponto a ser considerado na postura, para ler em público é como segurar o papel. Segure o papel elegante, não muito baixo, para que possa ser lido, nem muito alto, para que não esconda o seu rosto dos ouvintes. Conserve-o na parte superior do peito. Se a folha de papel servir apenas como um roteiro numa apresentação, ou se a fala for mais embaixo, entre a linha da cintura e a parte inferior do peito.

Detalhes que sobressaem

Pulseiras reluzentes, grandes anéis e outros objetos que sobressaiam muito aos olhos da platéia, costumam desviar a atenção, tirando a concentração dos ouvintes. Se um desses detalhes estiver atrapalhando a sua exposição, não tente escondê-lo durante a apresentação, retire-o antes de falar.

Com referência às roupas, é importante que estejam de acordo com o seu estilo, mas que corresponda também à expectativa dos ouvintes.

Comunicações verbais eficientes

Todo mundo fala, mas as pesquisas têm demonstrado que poucos comunicam. Uma boa parcela das pessoas finge prestar atenção. Os que realmente conseguem comunicar são os eloq-entes. A palavra é normalmente uma faculdade comum, quando tem eloquência.

Já verificamos que as comunicações verbais eficientes estão baseadas na lógica e na dialética, e seu fim principal é convencer pela análise ou discussão dos fatos e de idéias.
Avaliação

Para poder se ter a certeza da eficácia da exposição, o expositor dever analisá-la, criando então um instrumento através do qual se obterá informações sobre os procedimentos, podendo eventualmente corrigir suas falhas.
Bibliografia
1. POLITO, Reinaldo – “Gestos e posturas para falar melhor” – SP, Saraiva, 1987.
2. RONCA, A. A. Scar – “Técnicas pedagógicas: Domesticação ou desafio à participação?” – RJ, Vozes, 1984.
3. Seminário sobre técnicas de apresentação, Campinas, Junho 1986 – Como criar bons originais para transparências e projetá-los corretamente.
4. SENAI – “Treinamento e aperfeiçoamento de pessoal” – Técnicas didáticas – SP, Julho 1978.
5. T.P.D. – IOB Comunicações verbais.

Por: Renan Roberto Bardine

Fonte: http://www.coladaweb.com/como-fazer/apresentacao-em-publico

INTERCEPTOR G5

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Manual de Redação da Monografia



Parte-se da premissa de que os trabalhos de monografia serão realizados com o emprego do programa processador de textos Word, da Microsoft, pois, de acordo com pesquisa feita na comunidade interessada, este é o mais utilizado. Ademais, referido programa está disponível nos computadores do laboratório de informática da instituição.





O manual de monografia tem por meta servir como fonte rápida e prática de consulta aos alunos; assim, somente os tópicos mais comuns serão tratados, buscando-se a concisão e a simplicidade na exposição.


Na elaboração do presente manual, foram empregadas como principais fontes de consulta as normas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, especialmente a NBR 6032/1989 e a NBR 6023/2000, além de outras fontes bibliográficas indicadas no final deste volume.
1. TERMINOLOGIA


Não obstante o uso de muitos termos concernentes ao tema não ser uniforme entre os pesquisadores, neste capítulo pretende-se estabelecer uma padronização do emprego dos vocábulos mais comuns, o que, por certo, será de utilidade geral e para a compreensão deste trabalho.




termo


significado



Projeto de pesquisa


Relatório escrito apresentado ao final da disciplina MONOGRAFIA I, no qual o acadêmico especifica o problema que pretende pesquisar, situando-o espacial e temporalmente, expõe qual é o seu marco teórico de referência (impressões iniciais sobre o problema) e indica os meios e os métodos a serem empregados.[15]



Relatório de pesquisa


Narração escrita, ordenada e minuciosa daquilo que foi apurado em um trabalho de pesquisa.



Monografia


Genericamente, qualquer relatório de pesquisa versando assunto específico; destarte, opõe-se a manual, que trata de toda uma disciplina ou de assuntos amplos.



Trabalho acadêmico


Qualquer relatório de pesquisa apresentado em disciplinas de cursos de graduação e pós-graduação.



Monografia de conclusão de curso


Relatório de pesquisa versando assunto específico como requisito para a conclusão de curso de graduação ou pós-graduação lato sensu. Também conhecido como “trabalho de conclusão de curso”.



Dissertação


Relatório de pesquisa versando assunto específico, no qual o autor deve demonstrar capacidade de sistematização e de domínio sobre o tema, como requisito para a conclusão de curso de mestrado.



Tese


Relatório de pesquisa versando assunto específico, no qual o autor deve demonstrar capacidade de sistematização e de domínio sobre o tema, abordando-o de maneira original e contributiva ao progresso da ciência, como requisito para a conclusão de curso de doutorado.



Artigo


Trabalho monográfico publicado em revista ou jornal e, por isso, geralmente de pequena extensão.



Resenha


Trabalho de síntese de obra de terceira pessoa.



Abstract ou resumo


Síntese da monografia (geralmente teses e dissertações), apresentada em um único parágrafo, inserida logo após o sumário, escrita na língua do texto principal e também traduzida para a língua estrangeira.



Orientador


Professor da instituição encarregado de conduzir a pesquisa dos acadêmicos na elaboração de monografias.

2. formatação básica


2.1. impressão


O papel de impressão das monografias de conclusão de curso e demais trabalhos acadêmicos deve ter o tamanho 210x297mm (modelo A4), ser branco e apresentar boa qualidade de absorção da tinta.


A impressão deve ser feita somente em um dos lados do papel.


A impressão do texto principal deve ser feita em tinta preta, podendo ser empregados tons de cinza na formatação dos títulos; outras cores, mormente as mais vivas, devem ser de uso restrito às eventuais ilustrações, fotos e tabelas.


2.2. encadernação


A encadernação serve para facilitar o manuseio e a conservação das laudas da monografia e deve ser feita, preferencialmente, com mola espiral e com o emprego de capas plásticas, sendo a primeira branca e transparente, e a última, preta e opaca.


Depois de aprovada a monografia, o aluno deverá depositar um volume da versão definitiva em disquete no formato Word.


2.3. margens


Adotam-se as seguintes margens-padrão, na visualização da configuração da página do Word (alt+A/o)[16]:


2.4. fontes


Deve ser utilizada, para o corpo da monografia, a fonte Times New Roman, estilo normal, tamanho 12.


2.4.1. uso de aspas e dos estilos negrito, itálico e sublinhado


Antigamente indicava-se o uso de aspas e dos estilos de fonte itálico, negrito e sublinhado indistintamente para destacar palavras estrangeiras, títulos das obras, dos capítulos, de palavras não usuais, de transcrições etc.. Isso encontrava justificativa no passado, pois não se podia exigir que os acadêmicos dispusessem de máquinas datilográficas com tantos tipos diferenciados. Todavia, não há mais justificativa para tanto, tendo em vista que o programa processador de textos dispõe de todos estes recursos. Assim, recomenda-se o seguinte:


– o emprego de aspas para destacar transcrições de textos;


– o uso do itálico para destacar palavras ou frases em língua estrangeira;


– o emprego do negrito para destacar o nome de uma monografia ou um de um capítulo, bem como palavras de efeito e expressões principais contidas em um parágrafo;


– o uso do estilo sublinhado somente para destacar links (vínculos) empregados em informática.


2.5. parágrafos


A formatação específica dos principais estilos de parágrafos será estabelecida a seguir. Devem ser evitadas as linhas órfãs/viúvas[17]. É recomendável que o acadêmico, para facilitação do seu trabalho, tenha domínio do uso da função estilo do processador de texto (alt+F/s).


2.5.1. normal


O parágrafo normal deve apresentar a seguinte formatação:


2.5.2. citação no corpo do texto


As citações de fontes de consulta com até 5 linhas hão de ser lançadas no mesmo parágrafo em que são referidas e são identificadas por aspas, sem alteração na dimensão e apresentação da fonte.[18]


Sendo as citações mais longas que 5 linhas, não devem ser inseridas no texto normal, mas destacadas em parágrafo especial, em fonte 1 ponto menor que a do parágrafo normal, e devem observar ss seguintes parâmetros:


2.5.3. notas de rodapé


Empregam-se notas de rodapé para a inclusão de textos e explicações de importância não essencial para a compreensão do texto principal, remissões a outras partes do trabalho (referências cruzadas), advertências, bem como para indicações bibliográficas, transcrições e idéias contidas em outros trabalhos.


O objetivo da inclusão das notas de rodapé é o de não desviar a atenção do leitor do texto principal para elementos de importância secundária, mantendo-o enxuto.


A citação em nota de rodapé terá o formato deste, independentemente do número de linhas, sendo iniciada e encerrada pelas aspas.


A apresentação do parágrafo de notas de rodapé deve vir em fonte 2 pontos menor que a do parágrafo normal e seguir as seguintes orientações:


2.5.4. cabeçalho


O cabeçalho é opcional e pode conter o título da monografia, o nome do autor ou ambos, ou ainda o título do capítulo ou da seção.


Não deve ser visível na primeira página de cada seção (capítulo) nem nos elementos pré-textuais[19].


A apresentação do parágrafo de cabeçalho deve vir em fonte 2 pontos menor do que a do parágrafo normal e seguir as seguintes orientações:


2.6. capítulos


A divisão da monografia em capítulos, seções etc tem por objetivo facilitar a identificação de partes do texto integral, quer para despertar a atenção do leitor para a idéia central do trabalho, quer para facilitar a sua localização.


Sendo assim, não existem regras fixas para sua determinação – divide-se um texto em capítulos e subcapítulos quando o autor entender necessário, conforme perceba que o tema mereça destaque. Não se nomeiam como capítulos a introdução e a conclusão.


2.6.1. títulos


Título é a designação que se põe no começo da monografia, de suas partes, capítulos e seções, e que indica o tema-objeto do texto a seguir, servindo para facilitar a identificação do trabalho ou de parte dele.


2.6.1.1. título da monografia


O título da monografia é inserido na folha de rosto,[20] na seguinte formatação:


– parágrafo: centralizado verticalmente; espaçamento entre linhas: 1,2; sem recuos;

– fonte: tamanho 16, negrito, todas maiúsculas.


O título da monografia, evidentemente, não recebe qualquer numeração, pois é único.


2.6.1.2. títulos dos capítulos e seções


Os títulos dos capítulos e de suas seções (tantas quantas houver) são apresentados em parágrafos com alinhamento justificado, espaçamento entre linhas simples, com recuo especial de deslocamento, fontes e espaços variados conforme seu nível, recebendo numeração em algarismos arábicos, da seguinte forma:



nível


Fonte


espaçamento


recuo

especial

deslocam.

num.



Tamanho


estilo


antes


depois



título 1 (nível de capítulo)


14


todas em maiúsculas, negrito


66


18


0,76


1.



título 2 (1.ª seção ou divisão de um capítulo)


13


negrito, minúsculas


12


12


1,02


1.1.



título 3 (subdivisão)


13


itálico, minúsculas


12


12


1,27


1.1.1.



título 4 (próxima subdivisão)


12


negrito, minúsculas


12


12


1,52


1.1.1.1.



título 5 (próxima subdivisão)


12


itálico, minúsculas


12


12


1,78


1.1.1.1.1.



Os números (1.1…) seguem a formatação do título.


Mesmo quando dois ou mais títulos se encontram em seqüência, sem texto principal entre si, não devem ser adicionados espaços extras entre a margem esquerda e o número do título inferior (para destacá-lo), ou seja, o alinhamento vertical dos primeiros números dos diversos níveis de títulos é sempre o mesmo[21], junto à margem esquerda. Desta forma:


1. TÍTULO 1


Texto texto texto


1.1 Título 2

Texto texto texto


1.1.1 Título 3


Texto texto texto


2.7. paginação

As páginas que compõem o trabalho seguem duas numerações:


– os elementos pré-textuais recebem numeração em algarismos romanos, colocada no centro da margem inferior das páginas. Tal contagem é iniciada com a folha de rosto, mas esta, por questão de estética, não recebe número;


– o texto principal recebe numeração em algarismos arábicos, colocada na margem superior direita (junto ao cabeçalho, se houver), independente dos elementos pré-textuais (inicia, portanto, em 1). Também por questão de estética, a página de início de capítulo não recebe número (nem cabeçalho);


– os elementos pós-textuais seguem a numeração do texto principal, mas não recebem cabeçalho.
3. ESTRUTURA DA MONOGRAFIA


As monografias são compostas dos seguintes elementos, na ordem de apresentação:[22]


elementos pré-textuais, isto é, tudo o que vem antes do texto principal:
capa;
folha de rosto;
epígrafe;
dedicatória;
agradecimentos;
sumário;
listas;
resumo.


texto principal, composto de introdução, desenvolvimento e conclusão;


elementos pós-textuais, isto é, tudo o que vem após o texto principal:
glossário;
referências bibliográficas;
índices;
anexos;
capa.


A capa serve de proteção às páginas do volume que compõe a monografia; deve ser do mesmo tamanho das páginas (A4), de plástico transparente branco, para melhor proteger o documento e para permitir ao leitor a visualização da folha de rosto.


Uma capa também deve ser posta após a última página do trabalho, com o mesmo escopo de proteção e manuseio; esta, todavia, deve ser de cor escura, de preferência preta, e opaca.


Como já se viu, a capa não é contada na numeração das páginas.


3.1.2. folha de rosto


A folha de rosto serve para permitir ao leitor a imediata identificação do autor da monografia, do seu tema (através do título), da instituição para a qual foi apresentada, quem foi o seu orientador e o ano de conclusão.


Variadas formatações das folhas de rosto são apresentadas nos diversos manuais de orientação. Entrementes, optou-se pela seguinte:


– no alto da página (a 3cm da margem superior): nome do autor;


– no fim do primeiro terço da página (em 11cm), centralizado, o título da monografia;


– logo abaixo (em 15cm), um parágrafo cuja margem esquerda se inicia no alinhamento vertical do centro do parágrafo do título da monografia, indicando a natureza acadêmica do trabalho, a instituição de ensino e o nome do professor ou orientador;


– na parte mais baixa (em 26cm), em parágrafos centralizados e sobrepostos, a localidade (a indicação da unidade federativa somente será obrigatória se a localidade tiver homônima) e a data de conclusão do trabalho, incluindo, no mínimo, o ano. Exemplo:


JOAQUIM JOSÉ DA SILVA


O SISTEMA TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS


E A DERRAMA NO BRASIL


Monografia apresentada como requisito para conclusão do curso de bacharelado em Direito do Centro Universitário de Brasília


Orientador: Prof. Lima e Silva


BRASÍLIA


2009


3.1.3. sumário


O sumário é a enumeração dos títulos dos capítulos e suas divisões, com indicação da página de seu início, tendo por objetivo facilitar ao leitor a localização de textos na monografia.[23] Deve ser adequado ao tamanho do trabalho.[24]


É importante destacar que, se o acadêmico tiver domínio do uso da função estilos do processador de textos Word, e os tiver empregado no corpo do trabalho, poderá se poupar do esforço de elaborar o sumário, pois o programa insere-o automaticamente quando requerido (Alt+I/c/l)[25], inclusive indicando a página em que o título é encontrado.


3.1.3. sumário

O sumário é a enumeração dos títulos dos capítulos e suas divisões, com indicação da página de seu início, tendo por objetivo facilitar ao leitor a localização de textos na monografia.[23] Deve ser adequado ao tamanho do trabalho.[24]


É importante destacar que, se o acadêmico tiver domínio do uso da função estilos do processador de textos Word, e os tiver empregado no corpo do trabalho, poderá se poupar do esforço de elaborar o sumário, pois o programa insere-o automaticamente quando requerido (Alt+I/c/l)[25], inclusive indicando a página em que o título é encontrado.


3.1.4. abstract ou resumo


Chama-se abstract ou resumo a síntese da monografia, inserida logo após o sumário, escrita na língua portuguesa e, facultativamente, traduzida para língua estrangeira. Servindo apenas como apresentação panorâmica da monografia, é exibida em um único parágrafo e com a mesma formatação do texto principal. A palavra resumo ou abstract deve estar centralizada e duas linhas acima do respectivo texto.


3.1.5. texto principal


O texto principal é a monografia em si. No mínimo, divide-se em três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão.


Na introdução, o autor expõe o problema que motivou a pesquisa, situando-o espacial e temporalmente, indicando o objeto e o método nesta empregado. Recomenda-se uma breve descrição das partes de que se comporá o desenvolvimento.


O desenvolvimento do trabalho, divisível em capítulos, é a parte principal da monografia. É ali que o autor faz uma retrospectiva da situação problemática, como ela vem sendo tratada pela comunidade científica (doutrina, jurisprudência etc.), elabora sua crítica e apresenta suas teses, explicando, detalhadamente, suas conclusões.


A conclusão da monografia destina-se à memorização e fixação das principais partes do trabalho ou à articulação delas com o propósito inicial da pesquisa. É usual que o autor faça uma síntese das conclusões parciais a que chegou, podendo apresentá-las por meio de tópicos concisos.


No corpo do texto principal, podem ser inseridos elementos gráficos, fotos, ilustrações etc., desde que sejam essenciais para a sua compreensão; caso contrário, estes devem ser inseridos como anexos.


3.1.6. referências bibliográficas


Recebe o nome de referências bibliográficas[26] a lista de obras explicitamente utilizadas pelo autor no corpo do texto principal de seu trabalho. Obras consultadas, mas não mencionadas, devem ser omitidas da lista.


Em caso de repetição de nomes de autores ou de monografias com edições diferentes, o texto repetido deve ser substituído por um travessão de 5 espaços seguido de um ponto: _____.


Esta lista deve ser apresentada em ordem alfabética[27] de autores, conforme especificações contidas adiante, no item 9.2 deste Manual.


3.2. elementos eventuais


3.2.1. epígrafe


Epígrafe é um título ou uma frase posta em página especial de uma monografia ou antes do início do texto de um capítulo, servindo de mote ou de inspiração. Na verdade, é uma frase de efeito cujo tema tem correlação com o objeto de estudo da monografia, a qual, por seu apuro, profundidade ou autoridade[28], mereça ser citada em destaque, para motivação inicial.


Normalmente a epígrafe é grafada em parágrafo especial na parte inferior da página[29], com formatação idêntica às citações.[30]


Logo após a transcrição, em parágrafo imediatamente abaixo, com alinhamento à direita, é colocada a fonte. Assim:


“Não há ciência isolada e integral; nenhuma pode ser manejada com mestria pelo que ignora todas as outras. Quando falham os elementos filológicos e os jurídicos, é força recorrer aos filosóficos e aos históricos, às ciências morais e políticas.”


Carlos Maximiliano


3.2.2. dedicatória


A dedicatória é um pequeno texto em que o autor da monografia manifesta suas afeições e agradecimentos a pessoas do seu estreito relacionamento, normalmente familiares. A formatação do parágrafo da dedicatória é idêntica àquela da epígrafe.


3.2.3. agradecimentos

Se o autor da monografia desejar manifestar seus agradecimentos a outras pessoas, tais como o orientador do trabalho, colaboradores, estagiários, bibliotecários, digitadores, revisores, pode fazê-lo em página destacada, em forma idêntica à da epígrafe.


3.2.4. listas de gráficos, ilustrações etc.


As listas são sumários de outros elementos, que não os títulos dos capítulos, tais como gráficos, mapas, tabelas, ilustrações etc.; evidentemente, a necessidade de uma lista vai estar condicionada à existência desses componentes.


3.2.5. anexos

Designam-se como anexos todos os textos, gráficos e documentos que servem de apoio, ilustração ou suplemento do trabalho monográfico, os quais, por serem acessórios, não são inseridos no corpo principal, mas após este.


Os anexos, tantos quantos existirem, ganham numeração em algarismos romanos; assim:


A inserção, como anexos, de leis e de julgados só é recomendável quando forem de difícil acesso (por exemplo, leis revogadas, direito estrangeiro, julgados sem maior repercussão). Não se justifica a inserção de anexos para a transcrição de leis federais vigentes ou enunciados de súmulas de tribunais superiores, por exemplo.


3.2.6. glossário


O glossário é uma relação das palavras de uso técnico ou de emprego não corriqueiro, cuja compreensão é importante ao entendimento das idéias apresentadas. Em outros termos, é um pequeno vocabulário. Deve ser apresentado em ordem alfabética. É inserido após o texto principal. Recomenda-se seu emprego somente em temas de extrema especificidade.


3.2.7. índices

Os índices são relações de palavras principais do texto, com indicação dos números das páginas onde estas são encontradas, os quais têm por objetivo permitir a fácil localização de nomes, locais, institutos, autores etc. Normalmente os índices somente são empregados em trabalhos de maior corpo, com mais de 50 laudas.


O nome do índice pode variar conforme o seu conteúdo; assim, índice onomástico, quando contiver apenas nomes de pessoas; índice geográfico, quando contiver nomes de locais; quando o índice tiver, indistintamente, nomes de pessoas, de locais e outras palavras-chave, recebe o nome genérico de índice remissivo.


Novamente destaca-se que o processador de textos pode criar um índice remissivo automaticamente,[31] apresentando as palavras em ordem alfabética, já com a referência às páginas onde estas se encontram; todavia, para tanto, o acadêmico deve, anteriormente, selecionar as palavras desejadas e marcá-las para compor o índice[32].
4. citações


Citações são referências feitas no texto a idéias, pensamentos e demais expressões, proferidas em lugar diverso (monografia, tese, acórdão, palestra etc.) por outros estudiosos ou pelo próprio autor, servindo para dar sustentação àquilo que se defende ou para estabelecer a crítica a posições antagônicas.


As citações sempre devem vir acompanhadas das referências bibliográficas, indicando a fonte de onde foram extraídas.


4.1. localização das citações


Quanto à localização no trabalho, as citações podem ser feitas no texto principal (no corpo de um parágrafo normal ou em parágrafo especial) ou em notas de rodapé.


Recomenda-se o emprego das citações no próprio corpo do texto quando a citação for essencial ao estudo e compreensão do assunto tratado e a sua localização neste lugar não desviar a atenção do leitor em relação ao tema principal.


A citação no texto principal, de acordo com a sua extensão, pode ser feita no corpo de um parágrafo normal ou em parágrafo especial.[33]


4.2. literalidade das citações


De acordo com o grau de literalidade, as citações podem ser assim classificadas em:


– citação direta ou literal, quando se tratar de transcrição literal de um texto, sem modificações no seu texto e pontuação, ou, no máximo, contendo supressões de partes desnecessárias.


– citação indireta ou ideal, quando a citação não for literal, mas apenas traduzir a idéia do autor citado. Neste caso, se a citação tiver aproximadamente o mesmo tamanho e conteúdo do texto original, receberá o nome de paráfrase; se tratar de mera síntese das idéias, será chamada condensação.


– citação de citação ou de segunda mão [34] é aquela em que o autor não teve acesso à fonte (trabalho) da qual foi extraída, tomando contato com ela por intermédio de trabalho de terceiro. Por questões de confiabilidade, as citações de segunda mão devem ser evitadas ao máximo, justificando seu emprego somente quando a fonte original for inacessível ou a citação não for essencial.


– citação traduzida é aquela em que o autor[35] ou terceira pessoa traduz texto originalmente escrito em língua estrangeira[36]. Para facilitar a conferência da tradução, o texto original pode ser transcrito em nota de rodapé.


4.3. elementos não originais em citação


Sempre que desejar alterar a apresentação da citação original, o autor deve mencionar a modificação, esclarecendo-a por expressões entre colchetes.


Vejam-se as hipóteses abaixo:


[…] – Para indicar supressão de texto. Ex.:


“O universal lógico do Direito é apresentado pelos neokantianos, de maneira estática […], esvaziando daquela função constitutiva que as categorias desempenham em relação a experiência, e que […] marca o valor do transcendentalismo kantiano.”


[?] ou [!] – Para demonstrar dúvida [?] ou perplexidade [!] com a idéia do texto original. Ex.:


Disse Afrânio Silva Jardim: “Divergindo da doutrina majoritária, entendemos que a Lei n.° 9.099/95 não mitigou o princípio da obrigatoriedade do exercício da ação penal pública condenatória” [!].


[sic] – Para destacar erros ou incoerências contidas no original. Ex.:


Lê-se nos autos de inquérito policial: “quando o ladrão pulou a serca [sic], logo os policiais o prenderam”.


[sem grifo no original] – Para indicar destaque de texto inexistente no original. Ex.:


Prossegue Afrânio Silva Jardim: “Na verdade, o legislador não deu ao Ministério Público a possibilidade de requerer o arquivamento do termo circunstanciado e das peças de informação que o instruírem quando presentes todas as condições para o exercício da ação penal” [sem grifo no original].
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


Referências bibliográficas são elementos que permitem a identificação de um trabalho mencionado no corpo do texto principal, tais como o nome do autor, o título da monografia, data de publicação etc.


Como se verá, existem elementos das referências que são obrigatórios (a apresentação das referências bibliográficas se encontra padronizada pela NBR 6023, da ABNT). Todavia, diante da diversidade de situações que se terão na prática, jamais se conseguirá uma padronização absoluta.


Não se pode perder de vista que o objetivo principal das referências é permitir ao público leitor a identificação do trabalho. Evitam-se posições extremadas: a inserção de dados em demasia sobrecarrega o texto; a sua ausência não permite o alcance do seu escopo.


Assim, as referências devem ser adequadas ao público-alvo, sendo, por exemplo, absolutamente desnecessária, em monografia jurídica, a anteposição da palavra BRASIL, para identificar o Supremo Tribunal Federal, nas citações jurisprudenciais[37], ou ainda a menção às dimensões e números de páginas da referida obra.


As referências bibliográficas são necessárias para permitir a identificação e a conferência das fontes das citações inseridas no corpo do texto ou em nota de rodapé e na lista bibliográfica a ser apresentada no fim do trabalho.


5.1. referências em citações


As referências bibliográficas de citações podem ser apresentadas, facultativamente, no corpo do texto principal (sistema autor/data) ou em notas numeradas (de rodapé ou em lista anotada no final da monografia, capítulo ou seção). Entretanto, feita a opção por um dos referidos sistemas, deve ser mantido o mesmo em todo o trabalho.


5.1.1. no corpo do texto (sistema autor/data)


É recomendável a apresentação das referências bibliográficas logo após as citações, entre parênteses, quando a fonte citada é o objeto principal do estudo e, por isso, vai ser constantemente mencionada, como quando se elabora crítica sobre o pensamento de renomado autor em determinada monografia.


Neste caso, os elementos referenciais serão mínimos, contendo apenas o nome principal do autor, o ano da publicação e o número da página; assim:


Também o sociologismo de Erlich não escapa à crítica: “Mas é isto, justamente, que o positivismo sociológico de Ehrlich não consegue valorizar, porque lhe falta – tal como ao seu reverso, o positivismo formal da Teoria Pura do Direito de Kelsen – o acesso ao domínio do ser espiritual das idéias e da sua realização nas objetivações do espírito” (Larenz, 1991: 86).


5.1.2. em notas numeradas

Preferencialmente, as referências bibliográficas devem ser apresentadas em notas de rodapé numeradas,[38] contendo, no mínimo, os seguintes elementos:


– nome do autor;


– título a, sans-serif” size=”1″>As referências bibliográficas de citações podem ser apresentadas, facultativamente, no corpo do texto principal (sistema autor/data) ou em notas numeradas (de rodapé ou em lista anotada no final da monografia, capítulo ou seção). Entretanto, feita a opção por um dos referidos sistemas, deve ser mantido o mesmo em todo o trabalho.


5.1.1. no corpo do texto (sistema autor/data)


É recomendável a apresentação das referências bibliográficas logo após as citações, entre parênteses, quando a fonte citada é o objeto principal do estudo e, por isso, vai ser constantemente mencionada, como quando se elabora crítica sobre o pensamento de renomado autor em determinada monografia.


Neste caso, os elementos referenciais serão mínimos, contendo apenas o nome principal do autor, o ano da publicação e o número da página; assim:


Também o sociologismo de Erlich não escapa à crítica: “Mas é isto, justamente, que o positivismo sociológico de Ehrlich não consegue valorizar, porque lhe falta – tal como ao seu reverso, o positivismo formal da Teoria Pura do Direito de Kelsen – o acesso ao domínio do ser espiritual das idéias e da sua realização nas objetivações do espírito” (Larenz, 1991: 86).


5.1.2. em notas numeradas


Preferencialmente, as referências bibliográficas devem ser apresentadas em notas de rodapé numeradas,[38] contendo, no mínimo, os seguintes elementos:


– nome do autor;


– título o último sobrenome[39], este em maiúsculas;


– o título da obra, em negrito ou itálico, sendo somente a primeira letra da primeira palavra em maiúscula[40];


– a edição, se não for a primeira;


– imprenta: local (especifica-se a unidade federativa ou o país somente se houver possibilidade de confusão com outra localidade), editora (só o nome principal) e ano de publicação;


– número da página (somente se for referência em citação); assim: p. 35, ou, para indicar trecho: p. 35-50. 1 SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997, p. 67.


Obs.: a forma de pontuação deve ser uniformemente seguida.


5.3.2. especificações variadas


5.3.2.1. quanto ao autor


5.3.2.1.1. coletâneas[41] – Existindo um organizador ou coordenador, a entrada é feita pelo seu nome (o qual pode ser de uma instituição), seguido da função abreviada, entre parênteses; caso contrário, diretamente pelo título, sendo a primeira em maiúsculas.


wolkmer, Antonio Carlos (Org.). Fundamentos de história do direito. BeloHorizonte: Del Rey, 1996, p. 34. ou


FUNDAMENTOS de história do direito. Belo Horizonte: Del Rey, 1996, p. 34.


5.3.2.1.2. autor com sobrenomes em língua espanhola – A entrada é feita pelo penúltimo nome, seguido do último. Ex.:


BALAGUER CALLEJÓN, F.. Fuentes del derecho. Madrid: Tecnos, 1992, p. 67.


5.3.2.1.3. desconhecido – A entrada é feita pelo título, com a primeira palavra em maiúsculas. Ex.:

MANIFESTO revolucionário. São Paulo: [s.e.], 1932, p. 3.


5.3.2.1.4. dois ou três autores – Separam-se os seus nomes por ponto e vírgula, na ordem de apresentação da ficha catalográfica ou, se inexistir esta, da capa. Ex.:

CINTRA, Antonio Carlos A.; GRINOVER, Ada Pellegrini; DINAMARCO, Cândido Rangel. Teoria geral do processo. 10. ed. São Paulo: Malheiros, 1993, p. 45.


5.3.2.1.5. mais de três autores – Mencionam-se os três primeiros seguidos da expressão latina et alli (abrev. et al.) ou e outros. Ex.:SILVA, A. C. da; SOUZA, A. de.; PORTO, C. et al. Relatório de atividades. Brasília: UniCEUB, 1993, p. 45.


5.3.2.1.6. órgãos públicos – Insere-se normalmente o nome do órgão, com todas as letras em maiúsculas. Se a denominação for genérica, podendo ser confundida com outra semelhar, deve ser inserida a localidade, entre parênteses; assim: Instituto de Criminalística (DF).

Se o trabalho for de autoria de uma unidade subordinada, cujo nome não for conhecido pelo público leitor, deverá ser antecedida da unidade superior. Ex.:


MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL. Procuradoria da República no Distrito Federal. Relatório de atividades. Brasília,[42] 1999, p. 34.


5.3.2.1.7. instituições – Insere-se normalmente o nome da instituição, todas as letras em maiúsculas. Se houver uma unidade subordinada, deverá ser mencionada na seqüência, com formatação normal; podem ser usadas siglas. Ex.:


CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA. Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais. Curso de Direito. Manual de elaboração de monografias. Brasília,[43] 2002, p. 34.


5.3.2.1.8. eventos – Cita-se o nome do evento: congressos, encontros profissionais etc., seguido da data e do local.

Ex.:CONGRESSO NACIONAL DE MAGISTRADOS, set. 99, Gramado (RS). Anais. Porto Alegre: Sérgio Antonio Fabris, 1999, p. 13.


5.3.2.1.9. pseudônimo – Substitui o nome; se o nome for conhecido, é apresentado logo após, entre colchetes. Ex.:

PITÁGORAS [João da Silva]. Teoria geral do direito. Belo Horizonte: Minasjur, 1956.


5.3.2.1.10. sobrenome composto – Apresentam-se ambos, destacando-se-os. Ex.:

ESPÍRITO SANTO, José da Silva. Denúncia. 4ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997, p. 67.


5.3.2.2. quanto ao local da fonte


5.3.2.2.1. citação de citação – No corpo do texto principal, faz-se referência ao legítimo autor das palavras transcritas e, na nota de rodapé, menciona-se a fonte que indicou a sua existência. Ex.


· no texto principal:


Liebman ressaltou que o direito processual é disciplina onde se trata da regulamentação do exercício “de uma das funções fundamentais do Estado, qual a de fazer justiça”.8


· na nota de rodapé:


Apud MARQUES, José Frederico. Elementos de Direito Processual Penal. Campinas: Bookseller, 1997, vol. I, p. 80.


5.3.2.2.2. leis, decretos etc. – Seguem-se o número do ato, a data, a ementa e o local de publicação. Quando o ato normativo é federal, não precisa especificar o local; quando estadual ou municipal, precisa. Ex.:


LEI N.º 6.368, de 21.10.76. Dispõe sobre medidas de prevenção e repressão ao tráfico ilícito e uso indevido de entorpecentes […]. DOU de 22.10.76, v. 120, p. 5.004.


Ou


DISTRITO FEDERAL. Lei n.º […]


5.3.2.2.3. jurisprudência – Indica-se o tribunal de origem, o órgão prolator da decisão (turma, câmara etc.), o tipo e o número da ação ou recurso, relator do acórdão, data da decisão e local de publicação. Facultativamente, pode-se inserir a ementa da decisão. Por questão de preservação da intimidade individual, deve ser evitada a menção às partes litigantes. Ex.


SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. 2ª Turma. RHC nº 66.869. Relator: Aldir Passarinho. Data do julgamento: 12.6.88. DJ de 28.4.89, p. 6.295.


5.3.2.2.4. artigos em periódicos, com autor identificado – A entrada é feita normalmente pelo autor, seguido do título do artigo em fonte normal (facultado o uso das aspas), título do periódico na mesma forma de fonte empregada para as monografias, local e data de publicação e páginas de início e de término do artigo. Ex.:


CAMPOS, R. A esquina da irracionalidade. Revista Veja, São Paulo: Abril, v. 31, n. 23, 1999, p. 21.


se o artigo estiver localizado em suplemento:


SILVA, A. C. Pequena traição. Correio Braziliense, Brasília, 12 dez. 1999, caderno Direito e Justiça, p. 12.


5.3.2.2.5. artigos em periódicos, com autor não identificado – O nome do jornal ou da revista substitui o nome do autor do artigo. Ex.:


VEJA. O czar do crime. São Paulo: Abril, v. 31, n. 23, 1999, p. 66.


5.3.2.2.6. monografia contida em coletânea não periódica – Identifica-se primeiro a monografia individual, seguida da expressão latina in ou em, e os dados da coletânea. Ex.:


GAUTHIER, F. As Declarações do direito natural. In: VOVELLE, Michel (org.). França revolucionária. Trad. Denise Bottman. São Paulo: Brasiliense, 1989, p. 378.


5.3.2.2.7. pareceres oficiais – A entrada é feita pelo nome da instituição. Ex.:


MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL. Procuradoria da República no Distrito Federal. Relatório de atividades. Brasília,[44] 1999, p. 34.


5.3.2.2.8. tese ou dissertação não publicada – SOUZA JÚNIOR, Antonio Umberto de. Entre o medo e a utopia: o dilema brasileiro entre o ativismo e a autocontenção no exame judicial das questões políticas. 2001. 171 f. Dissertação. (Mestrado em Direito e Estado). Faculdade de Direito, Universidade de Brasília, Brasília.


5.3.2.2.9. entrevistas publicadas – SIMON, P. Eu digo o que penso. Veja. São Paulo: Abril, n.1124, 15 set. 1999, p. 11. Entrevista.


5.3.2.2.10. entrevistas não publicadas – PERTENCE, J.P.S. Entrevista concedida a José João da Silva. Brasília, 4 abr.1999.


5.3.2.2.11. atas – CEUB. Coordenadoria de Monografia e Pesquisa. Ata da sessão realizada no dia 10 set. 1999. Livro20, p. 12 verso.


5.3.2.2.12. programas de computador – MICROSOFT CORPORATION. WINDOWS 3.1. Redmomd. Wa, c 1990-1992, disquetes (8Mb); 5 ¼ pol. Ambiente operacional.


5.3.2.2.13. páginas da internet – Se conhecida, deve ser apresentada a pessoa responsável pela página, seguido do endereço eletrônico da página (sublinhado) e da data do acesso. Ex.:


SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. Disponível em: <http//:www.stf.gov.br> . Acesso em: 22 abr. 00.


5.3.2.2.14. trabalhos publicados na internet – Identifica-se primeiramente a obra, depois o endereço eletrônico do arquivo referente ao texto, seguido da data de acesso.


GAZOTO, Luís Wanderley. A Linguagem e a revolução francesa. Disponível em: <http//:www.prdf.mpf.gov.br/~gazoto/monograf/revfranc> Acesso em: 22 out. 1999.


5.3.2.3. quanto ao título


5.3.2.3.1. subtítulo – Se o título contiver subtítulo, este deve aparecer após aquele, precedido por dois pontos e espaço, sem destaque.


HULSMAN, Louk; celis, Jacqueline B. de. Penas perdidas: o sistema penal em questão. Tradução de: Maria Lúcia Karam. Niterói: Luam, 1993, p. 67.


5.3.2.3.2. mais de um título – A entrada é feita pelo título mais destacado ou, se não houver destaque, pelo que aparecer primeiro na monografia.


5.3.2.3.3. título longo – Pode ser abreviado, substituindo-se as partes suprimidas por reticências entre colchetes.
6. ABREVIATURAS E EXPRESSÕES LATINAS


Apresentam-se a seguir as principais abreviaturas e expressões latinas com seus respectivos significados:




Abreviatura ou expressão


significado



Apud


(ápud) [Lat., “junto a”; “em”]


Prep.


Empregada geralmente em bibliografia, para indicar a fonte de uma citação de citação (também chamada de citação de segunda mão).



c/c


“Combinado com”. Empregada quando se consideram conjuntamente duas disposições legais para se chegar a um resultado ou conclusão.



cf.


“Confira”, “conforme”.



ed.


Edição.



Ibidem


(ibídem)[Lat.]


Adv.


1. Aí mesmo; no mesmo lugar.


2. Na mesma obra.


[Emprega-se em citações de obras mencionadas na nota imediatamente anterior. Abrev.: ib.]



Idem


(ídem) [Lat., “o mesmo”]


Pron.


2. O mesmo autor.


3. Da mesma forma etc.


[Usado para evitar repetições. Abrev.: id.]



j.


Julgado em.



loc.


Local.



n.


Número.



ob. cit. (ou op. cit.)


Obra citada.



ob. loc. cit.


[Lat., “no trecho citado”]


Remissão à mesma página ou trecho mencionado na nota imediatamente anterior.



p.


Página.



p. ex.


Por exemplo.



passim


(pássim) [Lat., “por aqui e ali”]


Adj.


Palavra que se pospõe ao título de uma obra citada para indicar que nela se encontrarão referências em vários trechos.



s.d.


Sem data.



s.e.


Sem editora identificada.



s.l.


Sem local.



s.n.


Sem nome.



Sic


[Lat., ‘assim’.]


Adv.


Palavra que se pospõe a uma citação, ou que nesta se intercala, entre colchetes, para indicar que o texto original é exatamente como apresentado no trabalho, por errado ou estranho que pareça.



v.


vide; veja; volume.



v.g. (verbi gratia)


(vérbi grácia)[Lat.]


Por exemplo



v.u.


Votação unânime

7. BIBLIOGRAFIA DE APOIO


Além das indicações bibliográficas que cada tema suscita a quem pretenda pesquisar, é possível elaborar uma lista de obras com grande potencial de utilidade genérica, seja nas questões metodológicas, seja nas questões epistemológicas (relativas aos limites de cada ciência), seja nas questões meramente formais. A inserção da lista que segue tem, pois, o propósito de fornecer pistas e dados aos pesquisadores em matéria jurídica ou sociojurídica.


7.1. CIÊNCIA E METODOLOGIA DE PESQUISA
ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Ars Poética, 1996.
CHALMERS, A. O que é a ciência afinal? Tradução de: Raul Fiker. São Paulo: Brasiliense, 1995.
DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
DUTRA, L. H. de. Introdução à teoria da ciência. Florianópolis: UFSC, 1998.
FEYERABEND, P. K. Contra o método. Tradução de: Octanny S. da Mota & Leônidas Hegenberg. Rio de Janeiro:Livraria Francisco Alves, 1975.
KUHN, Thomas S. A Estrutura das revoluções científicas. 5. ed. Tradução de: Beatriz Vianna Boeira e Nelson Boeira. São Paulo: Perspectiva, 1998.
LAKATOS & MUSGRAVE (Orgs.). A Crítica e o desenvolvimento do conhecimento: quarto volume das atas do colóquio internacional sobre filosofia da ciência, realizado em Londres em 1965. Tradução de: Otávio Mendes Cajado, São Paulo: Cultrix e Edusp, 1970.
MAZZOTTI, A. J. A.; GEWANDSZNAJDER, F. O Método das ciências naturais e sociais. São Paulo: Pioneira, 1993.
PINTO, A. V. Ciência e existência: problemas filosóficos da pesquisa científica. 3. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
POPPER, Karl. A Lógica da pesquisa científica. 9. ed. Tradução de: Leônidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota. São Paulo:Cultrix, 1999.
_____. Conjecturas e refutações. Tradução de: Sérgio Bath, Brasília: UNB, 1982.
SANTOS, Boaventura de Sousa. Introdução à uma ciência pós-moderna, Rio de Janeiro: Graal, 1989.
_____. Um discurso sobre as ciências. Porto: Afrontamento, 1987.
_____. A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência. São Paulo: Cortez, 2000.
RABUSKE, E. Epistemologia das ciências humanas. Caxias do Sul:EDUCS, 1978.


7.2. INTRODUÇÃO À PESQUISA JURÍDICA E SOCIOJURÍDICA
ADEODATO, João Maurício. O Estado da arte da pesquisa jurídica e sócio-jurídica no Brasil. Brasília: Conselho de Justiça Federal (Centro de Estudos Judiciários), 1996 (Série Pesquisas do CEJ, nº 4).
_____. Filosofia do direito: uma crítica à verdade na ética e na ciência. São Paulo: Saraiva, 1996.
LYRA FILHO, Roberto. O que é Direito. Rio de Janeiro: Brasiliense, 1982.
SOUSA JÚNIOR, José Geraldo (Org.). Introdução crítica ao Direito. Brasília: UnB, 1993 (Série O Direito achado na rua).


7.3. PARADIGMAS E METODOS DA CIÊNCIA DO DIREITO
APOSTOLOVA, Bistra S. Poder Judiciário: do moderno ao contemporâneo. Porto Alegre: Sérgio Antonio Fabris, 1998.
AGUILLAR, Fernando Herren. Metodologia da ciência do Direito. 2. ed. São Paulo: Max Limonad, 1999.
ANDRADE, C. J. de. Hermenêutica jurídica no Brasil. São Paulo: RT, 1991.
ANDRADE, V. R. P. de. Dogmática jurídica. Porto Alegre: Livraria do Advogado,1996.
ARNAUD, André-Jean (org.). Dicionário enciclopédico de teoria e sociologia jurídica. Tradução de: Vicente de Paulo Barreto. Rio de Janeiro: Renovar, 1999.
ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico. Tradução de: Sérgio Bath. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
AZEVEDO, Plauto Faraco de. Crítica à dogmática e hermenêutica jurídica. Porto Alegre: Sérgio Antonio Fabris, 1989.
BALAGUER CALLEJÓN, F. Fuentes del Derecho. Madrid: Tecnos, 1992, v. lI.
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Tradução de: Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Campus, 1992.
_____. Direita e esquerda. Tradução de: Marco Aurélio Nogueira. São Paulo: Unesp, 1995.
_____. Direito e Estado no pensamento de Emanuel Kant. 4. ed. Tradução de: Alfredo Fait. Brasília: UnB, 1997.
_____. Estado, governo e sociedade. 6. ed. Tradução de: Marco Aurélio Nogueira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.
_____. Locke e o Direito natural. Tradução de: Sérgio Bath. Brasília: UnB, 1997.
_____. O positivismo jurídico. Tradução de: Marco Pugliesi e outros. São Paulo: Ícone, 1995.
_____. Teoria do ordenamento jurídico. 10. ed. Tradução de: Maria Celeste C. L. dos Santos. Brasília: UnB, 1997.
BOBBIO, N.; MATTEUCCI, N.; PASQUINO, G. Dicionário de política. 10. ed. Tradução de: Carmen C. Varriale et al. Brasília: UnB, 1997.
CAENEGEM, R. C. V. Uma introdução histórica ao Direito privado. Tradução de: Carlos Eduardo Machado. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
CANARIS, C. W. Pensamento sistemático e conceito de sistema na ciência do Direito. 2ª ed. Introdução e Tradução de: A. Menezes Cordeiro. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1996.
CANOTILHO, José Joaquim Gomes. Direito Constitucional e teoria da Constituição. 3. ed. Coimbra: Almedina, 2002.
CAPPELLETTI, Mauro. Juízes Legisladores? Tradução de: Carlos Alberto Álvaro de Oliveira. Porto Alegre: Sérgio Antonio Fabris, 1993
CHEVALLIER, J. J. As Grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias. 8. ed. Tradução de: Lydia Cristina. Rio de Janeiro: Agir, 1998.
CHILCOTE, R. H. Teorias de política comparativa: a busca de um paradigma reconsiderado. Tradução de: Carlos Alberto Silveira Netto Soares. Petrópolis: Vozes, 1998.
CITTADINO, Gisele. Pluralismo, direito e justiça: elementos da filosofia constitucional contemporânea. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 1999.
COELHO, F. U. Para entender Kelsen. 2. ed. Rio de Janeiro: Max Limonad, 1996.
COELHO, Inocêncio Mártires. Interpretação constitucional. Porto Alegre: Sérgio Antonio Fabris, 1997.
DAVID, René. Os grandes sistemas do Direito contemporâneo. Tradução de: Hermínio Carvalho. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
DÍEZ-PICAZO, L. Experiencias jurídicas y teoría del Derecho. 3. ed. Barcelona: Ariel, 1993.
DWORKIN, Ronald. O império do Direito. Tradução de: Jefferson Luiz Camargo. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
_____. Uma questão de princípio. Tradução de: Luiz Carlos Borges. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
EHRLICH, Eugene. Fundamentos da sociologia do Direito. Tradução de: Renê Ernani Gertz. Brasília: UnB, 1986.
FARIA, José Eduardo (Org.). A crise do Direito numa sociedade em mudança. Brasília: UnB, 1988.
_____. Poder e legitimidade. São Paulo: Perspectiva, 1978.
_____. Poder Judiciário. Crise, paradoxos e desafios. Brasília: CEJ/CJF, 1996
FERRAZ JÚNIOR, Tércio Sampaio. Direito, retórica e comunicação. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 1997.
_____. Função social da dogmática jurídica. São Paulo: Max Limonad, 1998.
_____. Introdução ao estudo do Direito. São Paulo: Atlas, 1994.
_____. Teoria da norma jurídica. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1997.
FOUCAULT, Michel. A arqueologia do saber. 5. ed. Tradução de: Luiz Felipe Baeta Neves. Rio de Janeiro: Forense, 1997.
_____. Un dialogo sobre el poder. Tradução de: Miguel Morey. Madrid: Alianza, 1997.
FREITAS, Juarez. A interpretação sistemática do Direito. 2. ed. São Paulo: Malheiros, 1998.
GADAMER, Hans Georg. Verdade e método: traços fundamentais de uma hermenêutica filosófica. 2. ed. Tradução de: Flávia Paula Meurer. Petrópolis: Vozes, 1998.
GARCÍA DE ENTERRÍA, Eduardo. La lengua de los Derechos: l La formación del Derecho público europeo tras la Revolución Francesa. Madrid: Alianza, 1995.
GILISSEN, John. Introdução histórica ao Direito. 2. ed. Tradução de: A. M. Hespanha e L. M. Mocaísta Malheiros. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1995.
GNERRE, M. Linguagem, escrita e poder. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
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GRAU, Eros Roberto. A ordem econômica na constituição de 1988. 2. ed. São Paulo: RT, 1991.
_____. O Direito posto e o Direito pressuposto. 2. ed. São Paulo: Malheiros, 1998.
HABERMAS, Jürgen. A crise de legitimação no capitalismo tardio. 2. ed. Tradução de: Vamireh Chacon. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1994.
_____. Conhecimento e interesse. Introdução e tradução de: José N. Heck. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.
_____. Direito e democracia: entre facticidade e validade. Tradução de: Flávio Seno Siebeneichler. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997.
HART, H. L. A. O conceito de Direito. Tradução de: A. Ribeiro Mendes. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1994.
HAYEK, F. A. Direito, legislação e liberdade. Tradução de: Henry Maksoud. São Paulo: Visão, 1985.
HEGEL, G. W. F. Princípios da filosofia do Direito. Tradução de: Orlando Vitorino. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
HEINEMANN, F. A filosofia no século XX. 4. ed. Prefácio e Tradução de: Alexandre F. Morujão. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1993.
HELLER, Agnes. Além da justiça. Tradução de: Savannah Hartmann. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.
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IHERING, Rudolf von. A luta pelo Direito. 16. ed. Tradução de: João Vasconcelos. São Paulo: Forense, 1998.
KANT, Immanuel. Critica da razão prática. 4. ed. Tradução de: Afonso Bertagnoli. Rio de Janeiro: Ediouro, s/d.
_____. Crítica da razão pura. 4. ed. Tradução de: Manuela Pinto dos Santos e Alexandre F. Morujão. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1997.
_____. Fundamentos da metafísica dos costumes. 4. ed. Tradução de: Lourival de Queiroz Henkel. Rio de Janeiro: Ediouro, s.d.
KELSEN, Hans. A justiça e o Direito natural. 2. ed. Prefácio e Tradução de: João B. Machado. Coimbra: Arménio Armado, 1979.
_____. Teoria geral das normas. Tradução de: José Florentino Duarte. Porto Alegre: Fabris, 1986.
_____. Teoria pura do Direito. 6. ed. Tradução de: João B. Machado. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
LARENZ, Karl. Metodologia da ciência do Direito. 3. ed. Tradução de: José Lamego. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1997.
LATORRE, A. Introdução ao Direito. Tradução de: Manuel de Alarcão. Coimbra: Almedina, 1997.
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_____. Fundamentos do Direito. 3. ed. São Paulo: RT, 1998.
_____. Nova fase do Direito moderno. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 1998.
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_____. Introdução ao pensamento jurídico crítico. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
ZILLES, U. Grandes tendências na filosofia do século XX. Caxias do Sul: Educs, 1987.


7.4. ESTRUTURAÇÃO DA PESQUISA JURÍDICA E SOCIOJURÍDICA
ANGEL, M. Utilidade e métodos do Direito Comparado. Tradução de: Sérgio José Porto. Porto Alegre: Sérgio Antonio Fabris, 1980.
AUROUX, S. A filosofia da linguagem. Tradução de: José Horta Nunes. Campinas: Unicamp, 1998.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Ática, 1979.
BRANDÃO, C. R. (Org). Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1984.
CARDOSO, C. F. Os métodos da história. Rio de janeiro: Graal, 1983.
CASTRO, C. de M. A prática da pesquisa. São Paulo: McGraw-Hill, 1977.
CHIZZOTTI, A. Pesquisa em ciências humanas e Sociais. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1998.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 15. ed. São Paulo: Perspectiva, 1999.
FERREIRA SOBRINHO, José Wilson. Pesquisa em direito e redação de monografia jurídica. Porto Alegre: Sérgio Antonio Fabris, 1997.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
_____. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996.
GOODE, W.; HATT, P. Métodos em pesquisa social. 7. ed. Tradução de: Carolina Martuschelli Bori. São Paulo: Nacional, 1979.
HENRIQUES, A.; MEDEIROS, J. B. Monografia no curso de Direito. São Paulo: Atlas, 1999.
KERLINGER, F. N. Metodologia da pesquisa em ciências sociais. Tradução de: Helena Mendes Rotundo. São Paulo: EPU, 1979.
LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina de A. Metodologia do trabalho científico. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1992.
_____. Metodologia científica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
MAINGUENEAU, D. Novas tendências em análise do discurso. 3. ed. Tradução de: Freda Indursky. Campinas: Unicamp, 1997.
MARCONI, Marina de A.; LAKATOS, Eva M. Técnicas de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996.
RICHARDSON, R. J. et.al.. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 1985.
RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 17. ed. Petrópolis: Vozes, 1992.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 9. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
SELLTIZ, C. et.al. Métodos de pesquisas em relações sociais. Tradução de: Dante Moreira Leite. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 19. ed. São Paulo: Cortez, 2000.
THIOLENT, M. J. M. Aspectos qualitativos da metodologia de pesquisa com objetivos de descrição, avaliação e reconstrução. Cadernos de Pesquisa, nº 49 (maio), p. 45-50, 1984.
_____. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, 1985.
TRIVIÑOS, Augusto N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.
ZITSCHER, H. C. Metodologia do ensino jurídico com casos: teoria e prática. Belo Horizonte: Del Rey, 1999.


7.5. REDAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2000.
_____. NBR 6032: abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas. Rio de Janeiro, 1989.
CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica: para uso dos estudantes universitários. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 5. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2001.
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA. Manual para apresentação de trabalhos acadêmicos. Brasília, 1998.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Normas para apresentação de trabalhos. 5. ed. Curitiba: UFPR. 1995.
_____. Normas para apresentação de documentos científicos. Curitiba: UFPR, 2000.


Rodapé
[1] Sobre a elaboração do projeto de pesquisa ver GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996; e RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica, 17. ed. Petrópolis: Vozes, 1992.
[2] Para os parâmetros de formatação da folha de rosto, vide o item 7.2 deste Manual.
[3] Sobre delimitação e formulação de problemas e hipóteses de pesquisa ver KERLINGER, F. N.. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um tratamento conceitual. São Paulo: EPU/EDUSP, 1980. caps. 2, 3 e 4; GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995. caps. 4 e 5.
[4] Como é evidente a inter-relação entre o tema-problema-hipótese-teoria para a solução do problema, esta fase inicial da pesquisa deve ser realizada com base em muitas revisões efetuadas, muitas vezes até amparada em pesquisa provisória.
[5] Um bom problema de pesquisa é avaliado com base em suas características intrínsecas, quais sejam, um grau razoável de complexidade, a sua elaboração em forma de pergunta, a clareza, a precisão, a dimensão viável e o fato de ser empírico e suscetível de verificação. Para esta verificação, ver GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996, p. 29-33.
[6] Isto é, definições que elegem, dentre vários possíveis sentidos, aquele sentido a ser adotado em todo o curso da pesquisa
[7]Ver GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo:Atlas, 1996, p. 35-44.
[8] Trata-se do embasamento teórico ou da teoria de base que serve de fundamento para o estudo
[9] Ver AGUILLAR, Fernando Herren. Metodologia da ciência do Direito. 2. ed. São Paulo: Max Limonad, 1999; BOBBIO, Norberto. O Positivismo jurídico. Trad. Marco Pugliesi et alli. São Paulo: Ícone, 1995; FERRAZ JÚNIOR, Tércio Sampaio. Teoria da norma jurídica. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1997; LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Metodologia Científica 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999; LARENZ, Karl. Metodologia da ciência do Direito. 3. ed. Trad. José Lamego. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1997; REALE, Miguel. Filosofia do Direito. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 1996 e Fundamentos do Direito. 3. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1998; e WOLKMER, Antonio Carlos. Introdução ao pensamento jurídico crítico. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
[10] Para a especificação e delineamento da pesquisa sugerimos a utilização do livro GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3º ed. São Paulo: Atlas, 1996; e TRIVIÑOS, Augusto N. S.. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987. cap. 5.
[11] Ver VENÂNCIO FILHO, A. Análise histórica do ensino jurídico no Brasil, in Encontros da UnB: ensino jurídico. Brasília: Universidade de Brasília; WARAT, Luiz Alberto. O senso comum teórico dos juristas, in SOUSA JÚNIOR, José Geraldo de (org.). Introdução Crítica ao direito: Série O Direito achado na rua. Brasília: Universidade de Brasília, 1993; LYRA FILHO, Roberto. Por que estudar Direito, hoje? Brasília: Nair, [s.d.]; e ADEODATO, João Maurício. O estado da arte da pesquisa jurídica e sócio-jurídica no Brasil, Brasília: CJF, 1996 (Série Pesquisas do CEJ, nº 4).
[12] Sobre surveys e entrevistas ver GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995, p. 118-122 e 124-133; MARCONI, Marina A.; LAKATOS, Eva M. Técnicas de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996, p. 84-101; e RICHARDSON, R. J. et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 1985, p. 150-157 e 160-172.
Sobre tipos de entrevistas ver GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995, p. 115-118; RICHARDSON, R. J. et alli. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 1985, p. 220-250; e TRIVIÑOS, Augusto N. S.. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987, p. 145-152.
Sobre mensuração e análise de atitudes ver GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995, caps. 12 e 13, e MARCONI, Marina A.; LAKATOS, Eva M. Técnicas de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996, p 101-111.
Sobre pesquisa histórica/documental ver GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995, p. 71-73 e 76-78; MARCONI, Marina A.; LAKATOS, Eva A. Técnicas de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996, p. 57-75; RICHARDSON, R. J. et alli. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 1985, p. 203-207.
Sobre análise de conteúdo ver GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995, p. 158-166; MARCONI, Marina A.; LAKATOS, Eva M. Técnicas de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996, p. 114-120; RICHARDSON, R. J. et alli. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 1985, p. 173-198, e TRIVIÑOS, Augusto N. S.. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987, p. 158-166.
Sobre pesquisa bibliográfica ver SALVADOR, A. D. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. 11. ed. Porto Alegre: Sulina, 1992; e RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para a eficiência nos estudos. São Paulo: Atlas, 1976.
Sobre pesquisa experimental e ex post facto ver KERLINGER, F. N.. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um tratamento conceitual. São Paulo: EPU/EDUSP, 1980, cap. 8.
Sobre pesquisa-ação ver THIOLLENT, M. Metodologia de pesquisa-ação. São Paulo:Cortez, 1985.
Sobre pesquisa participante ver BRANDÃO, C. R. (Org). Pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1983 e Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1984.
Sobre pesquisa qualitativa ver BRANDÃO, C. R. (Org).. Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1984; DEMO, P. Avaliação qualitativa. São Paulo:Cortez: Autores Associados, 1987 (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo; v. 25) e Pobreza política. Campinas: Associados, 1996 (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo; v. 27), e RICHARDSON, R. J. et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 1985, p. 29-48.
[13] Vide um modelo na página seguinte.
[14] Ver a Parte II deste Manual.
[15] Sobre a elaboração de projetos, vide a Parte I deste Manual.
[16] Medianiz é a margem interna do trabalho, destinada à fixação das páginas. Como a margem esquerda já foi estabelecida com 1cm a mais para tal fim, dispensa-se nova marcação.
[17] Linhas que ficam isoladas em razão da quebra de página.
[18] Vide item 8.1. deste Manual, onde há um exemplo.
[19] Vide elementos pré-textuais no item 7 deste Manual.
[20] Vide adiante a seção 3.1.2.
[21] Exceto nos sumários.
[22] Tais elementos podem ser essenciais, isto é, obrigatórios, ou eventuais. Vide os elementos essenciais e os elementos eventuais na fig. 7.
[23] Parece que o melhor termo para indicar tal enumeração, de acordo com o vernáculo, seria índice. Todavia, a ABNT preferiu o termo sumário.
[24] Em trabalho de até 25 laudas, geralmente o sumário não tem mais que uma página.
[25] Repare-se que o Word chama o sumário de índice analítico.
[26] Vários autores preferem o termo bibliografia, o qual não se recomenda por sua impropriedade.
[27] O Word pode classificar a lista em ordem alfabética automaticamente (alt+t/l/ok).
[28] Geralmente são máximas proferidas por pessoas famosas.
[29] De acordo com o tamanho da transcrição.
[30] Vide item 6.5.2 deste Manual.
[31] Basta posicionar o mouse em Inserir/índices/índice remissivo/ok.
[32] Selecionar a palavra/inserir/índices/índice remissivo/marcar entrada/marcar todas.
[33] Sobre a formatação do parágrafo especial, vide item 6.5.2 deste Manual.
[34] Vide exemplo da forma do seu emprego em 9.3.2.2.1..
[35] Neste caso, logo após a transcrição ou em nota de rodapé, emprega-se a seguinte expressão: tradução livre do autor.
[36] Não é recomendável a citação de texto estrangeiro sem tradução.
[37] Vide exemplo em 5.3.2.2.3. jurisprudência. Excetuam-se aquelas pesquisas que compreendam a comparação jurisprudencial entre tribunais de diferentes países.
[38] A numeração deve ser contínua, isto é, não deve ser interrompida em razão de mudança de capítulo.
[39] Atenção: quando o autor tiver seu nome terminado em FILHO, JÚNIOR, NETO, SOBRINHO, a entrada deve ser realizada, ainda, com o último sobrenome. Assim, por exemplo, Humberto Theodoro Júnior receberá o seguinte tratamento: THEODORO JÚNIOR, Humberto.
[40] Respeitando-se os nomes próprios, porém.
[41] Utiliza-se esta forma de entrada somente stacar parte da obra; caso contrário, vide item 9.3.2.2.6. deste Manual.
[42] Omite-se o nome da editora quando é o mesmo da entrada.
[43] Idem.
[44] Omite-se o nome da editora quando é mesmo da entrada.
Fonte: http://www.coladaweb.com/como-fazer/redacao-da-monografia-parte-1


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