27.10.15

A Conquista da Lua



A conquista da Lua designa o principal objetivo da corrida espacial entre os Estados Unidos e a URSS, ocorrida na década de 1960, e é considerada pela maioria do público como um dos episódios mais emocionantes da história da exploração espacial.


A Lua sempre atraiu a atenção do homem, e este interesse ficou registrado na poesia, na literatura e na ficção científica. Há duzentos anos, em uma famosa obra de ficção intitulada “De la Terre à la Lune” (1865), Júlio Verne escreve sobre um grupo de homens que viajou até a Lua usando um gigantesco canhão. Na França, Georges Melies foi um dos pioneiros do cinema, e em seu filme “Le voyage dans la Lune” (1902) acabou criando um dos primeiros filmes de ficção científica em que descrevia uma incrível viagem à Lua.

Com a derrota da Alemanha na Segunda Guerra Mundial, os EUA e a URSS capturaram a maioria dos engenheiros que trabalharam no desenvolvimento do foguete V-2. Verdade é que eles foram relevantes apenas no programa espacial dos EUA, já que os capturados pela URSS não passavam de engenheiros e técnicos de produção. Particularmente importante para os EUA foi a aquisição de Wernher von Braun, um dos principais projetistas alemães, que participou ativamente do programa de mísseis balísticos dos EUA e depois dos primeiros passos do programa espacial estadunidense (tendo sido, inclusive, o líder da equipe que projetou o lançador Saturno V que levou as naves Apollo para a Lua).

Historicamente, a exploração espacial começou com o lançamento do satélite artificial Sputnik pela URSS a 4 de outubro de 1957, no Cosmódromo de Baikonur (base de lançamento de foguetes da URSS), em Tyuratam, no Cazaquistão. Este acontecimento provocou uma corrida espacial pela conquista do espaço entre a URSS e os EUA que culminou com a chegada do homem à Lua.
Curiosidades

O primeiro ser vivo no espaço não foi um homem, mas a cadela Russa Kudriavka, da raça laika. Ela subiu ao espaço em 3 de novembro de 1957 a bordo da nave espacial Sputnik II.

Yuri Gagarin (1934-1968) foi o primeiro homem no espaço, em um vôo orbital de 48 minutos, a bordo da nave Vostok I. O vôo de Gagarin ocorreu em 12 de Abril de 1961. Neste vôo ele disse a famosa frase: “A Terra é azul, e eu não vi Deus”.




O lançamento da Sputnik e a colocação do primeiro homem no espaço devem-se, em grande parte, ao talento do engenheiro soviético Sergei Korolev, o engenheiro-chefe do programa espacial soviético, que conseguiu convencer Nikita Khrushchov, na época o líder da URSS, a investir no programa espacial. Foi ele quem primeiro teve a idéia de levar (realmente) homens à Lua.

Quatro meses após o lançamento da Sputnik I, os EUA responderam com seu primeiro satélite, o Explorer I, em 31 de janeiro de 1958.

O número de satélites artificiais terrestres e sondas espaciais lançados pelos EUA e pela URSS multiplicaram-se nos primeiros anos da corrida espacial. Aos Sputniks da URSS seguiram-se, além do Explorer I, as Vanguard I, II e III dos EUA, e uma grande quantidade de satélites de comunicação, meteorológicos e espiões. Por volta da metade da década de 1960 ambos, EUA e URSS, haviam lançado tantos satélites que se tornaria inconveniente indicá-los a todos num artigo generalista como este. Além das Sputniks, os soviéticos haviam lançado 12 satélites da série Cosmos, e os EUA haviam lançado 16 satélites Explorers e mais 38 satélites de reconhecimento Discoverer, só para citar alguns.

Os feitos iniciais da URSS na corrida espacial, que incluem o primeiro satélite artificial – o Sputnik – e o primeiro homem no espaço – Yuri Gagarin, desafiaram os EUA, cujo programa espacial ainda dava os primeiros passos – o primeiro estadunidense iria ao espaço só em 5 de maio de 1961, mesmo assim apenas em um vôo sub-orbital.

Em julho de 1958 é criada a agência espacial dos EUA, Nasa, responsável por coordenar todo o esforço estadunidense de exploração espacial e administrar o programa espacial dos EUA.

Muito do atraso inicial do programa espacial dos EUA pode ser atribuído a um erro estratégico de investir inicialmente nos lançadores Vanguard, mais complexos e menos confiáveis que os lançadores Redstone (baseados nas antigas V-2 alemãs). Isto acarretou que a capacidade de lançamento estadunidense era de 5 kg no momento em que a Sputnik I, de 84 kg mas com capacidade de 500 kg, foi recém lançada pela URSS.

Num famoso discurso de 1961, John F. Kennedy lançou o desafio de “enviar homens à Lua e retorná-los a salvo” antes que a década terminasse.

Autoria: Thales Ribeiro

Fonte:http://www.coladaweb.com/curiosidades/a-conquista-da-lua
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Maiores Religiões do Mundo



As quatro religiões mais numerosas têm bilhões de fiéis espalhados pelo planeta: o cristianismo, o islamismo, o hinduísmo e o budismo. Os não-religiosos e ateus somam cerca de 1,2 bilhão de pessoas e são predominantes em países como a China.

Os cristãos

O cristianismo é a religião com mais seguidores – mais de 2 bilhões – e nasceu do judaísmo há quase 2 mil anos. Todos os cristãos seguem os ensinamentos de Jesus de Nazaré, mas os entendem de maneiras diferentes. Os católicos, os mais numerosos, são mais de 1 bilhão e têm como líder de sua igreja o papa, que reside no Vaticano, na Itália. Outros cristãos, contudo, não aceitam a autoridade do papa, como os evangélicos e os ortodoxos.

O cristianismo é um elemento fundamental na cultura ocidental para entender, por exemplo, uma parte do patrimônio artístico.
Os muçulmanos

O islamismo é a segunda religião do mundo em número de fiéis. Foi fundada pelo profeta Maomé (Muhammad em árabe) há quase 1400 anos, na Arábia. Os muçulmanos são majoritários desde o norte da África até a Indonésia. Os marroquinos, argelinos, tunisianos e mauritanos são muçulmanos.



Os hinduístas

O hinduísmo é a religião majoritária na índia, país mais populoso do mundo depois da China. Os seguidores dessa religião são, na atualidade, mais de 800 milhões. O hinduísmo não tem fundador nem profeta: é uma religião muito antiga, e seus primeiros textos sagrados têm mais de três mil anos.
Os budistas

O budismo tem um pouco mais de 350 milhões de seguidores no mundo. É uma religião fundada há 2500 anos por Buda, na índia. Embora seja principalmente uma religião da Ásia, há também budistas em outros continentes.
Os judeus

Apesar da importância que teve ao longo da história, comparativamente o judaísmo não tem muitos seguidores: no total, são cerca de 16 milhões. Desses, 4,78 milhões vivem em Israel e compõem 75% da população desse país. Os Estados Unidos são o país em que vivem mais judeus: 5,64 milhões (cerca de 2,1% da população).


Os não-religiosos e ateus

Os não-religiosos são difíceis de contar porque muitos deles aparecem também como membros de alguma religião. No mundo deve haver cerca de 1,2 bilhão de não–religiosos e ateus. Há países, como China e Rússia, em que a maioria da população não tem religião.

Por: Roberto Braga Garcia

Fonte: http://www.coladaweb.com/religiao/maiores-religioes-do-mundo
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Governo Figueiredo - resumo, ditadura militar, economia e política


Mandato, economia e política, resumo, ditadura militar, Diretas Já, Lei da Anistia, transição, realizações






Figueiredo: presidente do Brasil entre 1979 e 1985





Introdução





João Baptista de Oliveira Figueiredo foi presidente do Brasil entre os anos de 1979 e 1985. General do Exército Brasileiro, Figueiredo foi o último governante da ditadura militar no Brasil. Este governo foi caracterizado pela transição da ditadura para a democracia, processo iniciado no governo anterior (Ernesto Geisel).



Política no governo Figueiredo



- Transição do regime militar ditatorial para o democrático.



- Medidas voltadas para a abertura política no país.



- Aprovação da Lei da Anistia em 1979. Com a lei os exilados puderam retornar ao país e os presos políticos ganharam a liberdade.



- Reforma partidária com o fim do bipartidarismo (ARENA e MDB). Novos partidos políticos puderam ser criados.



- Retorno das eleições diretas para governadores de estados em 1982. O PMDB, maior partido de oposição, conseguiu eleger vários governadores, inclusive nos estados mais ricos da nação (São Paulo e Rio de Janeiro). O resultado nas urnas mostrou a queda de prestígio dos militares entre os eleitores brasileiros.



- Militares radicais e descontentes com a abertura política executaram atos terroristas com o objetivo de desestabilizar o governo. Bancas de revistas, editoras, órgãos de imprensa e partidos políticos foram alvos destas ações. O governo não cedeu e a população reagiu contrária aos atos, tirando a força destes militares radicais que tentavam a todo custo evitar o retorno da democracia ao país.



- O Movimento das Diretas Já, organizado por vários setores da sociedade, lutou pelo retorno das eleições diretas para presidente da República, pois. Várias manifestações populares ocorreram em todo país. Porém, em abril de 1984 a Emenda Dante de Oliveira, que previa eleições direitas, foi rejeitada no Congresso Nacional. Foi uma grande frustração nacional, sendo que o povo teve que esperar até 1989 para poder escolher novamente o presidente do país.



- Em 1985, foi escolhido pelo colégio eleitoral o mineiro Tancredo Neves para presidência da República. Porém, faleceu antes de assumir, sendo que a presidência ficou com seu vice, José Sarney. Era o fim de 21 anos de ditadura militar no Brasil.



Economia no governo Figueiredo




- Crise econômica em vários setores da economia.



- Aumento do índice de desemprego.



- Fraco desempenho do PIB (Produto Interno Bruto), gerando recessão econômica.



- Aumento da inflação nos últimos três anos do governo. Entre 1983 e 1985 a média da inflação ficou em torno de 200% ao ano.



- Adoção de política de estímulo às exportações. Com esta política o Brasil aumentou muito a exportações de produtos. A balança comercial ficou positiva nos últimos três anos do governo Figueiredo.



- Greves, principalmente na região do Grande ABC. O movimento reivindicava, principalmente, melhorais salariais. As greves foram reprimidas com violência pelo governo.


Fonte:http://www.historiadobrasil.net/brasil_republicano/governo_figueiredo.htm
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7 coincidências históricas que não estão nos livros



por Victor Bianchin

Ilustração: Leandro Lassmar

Confira 7 casos de coincidências históricas que provam que a vida sempre foi malandra.

7 x 3 = DEU AZAR OUTRA VEZ

Quando o rei da França Luís 16 era criança, foi advertido por um astrólogo a ficar sempre cauteloso nos dias 21 de cada mês. Ele seguiu o conselho tanto quanto pôde, mas o destino o alcançou: em 21 de junho de 1791, ele foi preso tentando escapar da Revolução Francesa. No dia 21 de setembro de 1792, a França aboliu a monarquia. Em 21 de janeiro de 1793, ele foi executado

CAIM E ABEL

Abraham Lincoln, o presidente norte-americano que guiou o país na Guerra Civil, foi assassinado por John Wilkes Booth em 1865. O que nem todos sabem é que, pouco antes do crime (a data é incerta), seu filho Robert Lincoln caiu nos trilhos de um trem e foi salvo por ninguém menos que... Edwin Booth, irmão do assassino de Abraham!

DISFARCES TROCADOS

Durante a 1ª Guerra Mundial, os britânicos transformaram o navio de passageiros RMS Carmania num navio de guerra e o disfarçaram como o navio de passageiros alemão SMS Cap Trafalgar. Adivinhe qual embarcação esse navio afundou em 14 de setembro de 1914? Isso mesmo, o verdadeiro SMS Cap Trafalgar. Que os alemães haviam disfarçado como o quê? O próprio RMS Carmania, para parecer um navio de passageiros

MENSAGEM VALIOSA

Na Guerra Fria, espiões da União Soviética usavam moedas ocas para passar mensagens. Sem querer, uma dessas foi parar nas mãos de um garoto nos EUA, que descobriu uma mensagem criptografada dentro e a entregou às autoridades em 1953. O código permaneceu indecifrado até que, em 1957, o espião russo Reino Hayhanen, que estava infiltrado havia cinco anos, se entregou às autoridades e recebeu a tarefa de decifrar o código. Aí veio a descoberta: tratava-se de uma mensagem de boas-vindas para o próprio Hayhanen, que havia extraviado e nunca chegado ao destinatário

MULHER AO MAR

Violet Jessop foi uma enfermeira argentina azarada... ou sortuda. Especializada em trabalhar em navios, em 1911 ela tripulava o RMS Olympic, que colidiu com o cruzeiro HMS Hawke e quase afundou. Em 1912, arranjou outro navio para trabalhar: o Titanic. Após sobreviver à tragédia do choque com o iceberg, ela arranjou emprego no Britannic... que afundou em 1916 após colidir com uma mina marinha. Conhecida como "Miss Inafundável", Violet só morreu em 1971, aos 83 anos

LEVA UM CINTINHO, FILHO!

Durante a 2ª Guerra, em 1942, o norte-americano Elgin Staples tirava um cochilo no navio USS Astoria, onde trabalhava, quando acordou e viu que a embarcação estava afundando. Ele se safou graças a um cinto salva-vidas. O barco que o resgatou também afundou - e ele foi salvo pelo mesmo cinto. Isso foi em Gualdacanal, próximo à Austrália, mas o cinto vinha dos EUA. Ao chegar em casa, ele descobriu, atônito, que o cinto havia sido feito na fábrica em que sua mãe trabalhava - e que ela própria o havia inspecionado e aprovado

CRUZADINHAS INIMIGAS

Leonard Dawes, um professor aposentado, produzia as palavras cruzadas do jornal britânico Daily Telegraph durante a época da 2ª Guerra. Em um intervalo de duas semanas em maio de 1944, seus passatempos incluíram palavras como Utah e Omaha (codinomes de duas operações dos EUA no Dia D), entre outros termos suspeitos. O serviço secreto britânico interrogou Dawes achando que ele era um espião alemão, mas tudo não passava de coincidência


Fonte:http://mundoestranho.abril.com.br/materia/7-coincidencias-historicas-que-nao-estao-nos-livros
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Quais são as piores torturas psicológicas?

por Tiago Cordeiro

ILUSTRAS Abacrombie Ink



A dor dos outros

Deixar o preso em celas próximas ao local de tortura pode devastar sua coragem. Se ele ouve gritos de sofrimento de colegas antes de sua própria sessão, já está a meio caminho de se render. Alguns carrascos vão ainda mais longe e fazem ameaças a parentes ou amigos do torturado

USADA EM Mundo todo



Ligadão 24 horas

Se o objetivo é inutilizar a mente da vítima, poucas estratégias são mais eficientes do que a privação do sono. Para fazê-la perder a noção do tempo, são utilizadas celas brancas (as "geladeiras"), com sons altos e grandes variações de temperatura. "Espancamentos-surpresa" toda vez que tentar um cochilo também ajudam a intensificar o terror. Bastam cinco dias para vencer as resistências do preso

USADA EM Mundo todo



Inimigo íntimo

Em depoimento à Comissão da Verdade, a cineasta brasileira Lucia Murat relatou que seu captor desenvolveu uma técnica de "tortura sexual científica". Primeiro, ela era amarrada de forma a sentir a corda enforcá-la sempre que resistia ou se debatia. Aí, era obrigada a aceitar passivamente abusos sexuais. Grávidas são um alvo preferencial, principalmente quando presas com o marido

USADA EM Mundo todo



Fruto proibido

O formato rendeu a esse aparelho o nome de pera. Mas, quando suas quatro "pétalas" eram abertas graças a um intricado sistema de engrenagens, ela mais parecia uma flor. Inserida na boca, na vagina ou no ânus, ela podia ser expandida lentamente pelo algoz, causando terríveis lacerações. Mas funcionava muito mais como mera ameaça

Usada em - Europa Medieval



SELVAGERIA PURA

Animais são imprevisíveis, não têm empatia e exploram fobias profundas



Baratas e ratos:Colocados para passear sobre o rosto da vítima ou até inseridos na boca, nos ouvidos, no estômago ou no ânus

Cães de guarda:Os mais violentos, atiçados contra a vítima, são capazes de provocar mordidas feias, com ferimentos fáceis de infeccionar

Cobras e jacarés:Favoritos da Ditadura no Brasil. São extremamente agressivos, mas podem se mover lentamente, estendendo a tensão por vários minutos







Absolutamente inaceitável

Não há circunstância que justifique a tortura. E pesquisas provam que ela não gera dados confiáveis

Como se não bastasse ser desumana, cruel e indefensável, a tortura também não é uma forma eficiente de obter informações. Uma série de levantamentos estatísticos, com base na qualidade de confissões fornecidas sob coerção em países tão diferentes quanto os EUA e o Irã, já chegou a essa conclusão. Sob violência, a pessoa pode fazer falsas revelações, achando que vai ganhar tempo ou piedade. Mesmo quando contam algo concreto, pode ser inútil: os torturadores são meros especialistas em agressão, muitas vezes incapazes de reter (ou interpretar) dados complexos





FONTES Livros The History of Torture and Execution, de Jean Kellaway, The History of Torture Throughout the Ages, de George Ryley Scott, eTortura: A História da Repressão Política no Brasil, de Antonio Carlos Fon; sites Arquivos da Ditadura, cnv.gov.br eohchr.org

CONSULTORIA John Schiemann, professor de ciências políticas da Fairleigh Dickinson University e autor de Interrogational Torture: Or How Good Guys Get Bad Information with Ugly Methods, Alfred W. McCoy, professor de história da Universidade de Wisconsin e autor de A Question of Torture: CIA Interrogation, from the Cold War to the War on Terror, e Darius Rejali, professor de ciências políticas do Reed College e autor de Torture and Democracy

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quais-sao-as-piores-torturas-psicologicas
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1936: Constituição do Eixo Berlim-Roma



No dia 25 de outubro de 1936, a Alemanha nazista e a Itália fascista assinaram um acordo de amizade que as isolou no cenário internacional.


Hitler e Mussolini precipitaram seus países na guerra


O eixo Berlim-Roma, a aliança da Alemanha nazista e da Itália fascista, foi constituído em Berlim no dia 25 de outubro de 1936, com a assinatura de um tratado de amizade entre os dois países. Na época, a Alemanha e a Itália estavam internacionalmente isoladas.

No caso alemão, esse isolamento decorria da atribuição de culpa pela Primeira Guerra Mundial, bem como da política externa agressiva de Hitler. Apesar disso, a Alemanha nazista conquistara algum prestígio internacional, poucos meses antes, através dos Jogos Olímpicos de Berlim.

Já a situação da Itália era inteiramente distinta. Com a invasão do norte da África e a tentativa de conquistar a Abissínia, Mussolini fez com que seu país caísse em completo isolamento internacional. A Liga das Nações condenou a invasão e decretou sanções econômicas contra a Itália. Um ano depois da assinatura do tratado de amizade, Benito Mussolini fez uma visita oficial a Berlim.

Nessa ocasião, ele dirigiu um discurso à população da Alemanha. Seu único tema foi a amizade entre italianos e alemães. A aproximação entre as duas ditaduras fascistas era vista internacionalmente com desconfiança. Mussolini acreditou, por isso, que deveria tranquilizar a opinião pública mundial. "A implementação do eixo Berlim-Roma não está voltada contra outros países. Nós, nazistas e fascistas, desejamos a paz."

"Necessidade de união"

Também a tomada do poder pelos movimentos fascistas nos dois países não seria motivo para inquietação, segundo o ditador italiano: "Mesmo que o transcurso das duas revoluções tenha sido distinto, o objetivo que buscávamos e que alcançamos é o mesmo – a união do povo".

Mussolini citou ainda um motivo concreto para a amizade entre os dois países. "Esse foi o momento em que surgiu pela primeira vez a necessidade de uma união entre a Alemanha nazista e a Itália fascista: o que hoje é conhecido em todo o mundo como o eixo Berlim-Roma surgiu em março de 1935!"

Desta maneira, ele se referiu à condenação do ataque italiano à Abissínia: "Quando 52 países reunidos em Genebra decidiram sanções econômicas criminosas contra a Itália, sanções que foram executadas com todo rigor, mas que não lograram seu objetivo, a Alemanha não aderiu a tais sanções. Jamais nos esqueceremos disso".

Na Segunda Guerra Mundial, o eixo Berlim-Roma tornou-se também uma aliança militar e estratégica entre os dois países. Regimentos italianos lutaram na frente oriental alemã, enquanto tropas alemãs foram enviadas para apoiar a política expansionista de Mussolini nos Bálcãs e no norte da África.

Com a capitulação da Itália, após a invasão da Sicília pelos aliados, acabou também para os italianos a amizade de Hitler, supostamente inabalável. As tropas alemãs invadiram a Itália e criaram uma nova frente de batalha contra o avanço aliado.

Fonte: DW
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1934: Grande Marcha na China



Em 27 de outubro de 1934, 100 mil combatentes do Exército Vermelho da China iniciaram marcha de mais de 10 mil quilômetros em apoio a Mao. Conflitos e fadiga causaram a morte de 80% dos participantes da caminhada.


General Chiang Kai-shek e esposa


Era difícil a situação na China naquele outubro de 1934. O Japão já ocupava o país há três anos. Em vez de unirem seus esforços contra o ocupante, Chiang Kai-shek e seu Partido Nacionalista (Kuomintang) preferiram combater os comunistas. Depois de um grande massacre em 1927, estes haviam se refugiado no interior. Nem a União Soviética prestou apoio. Pelo contrário, não confiava mais no poder de Mao Tsé-tung.

O líder comunista mudou, então, sua tática. Desistiu do proletariado urbano e começou a cativar os trabalhadores rurais. Na cidade de Jui-chin, na província de Kiangsi, fundou o primeiro "Estado dentro do Estado", com um sistema de sovietes (a exemplo da União Soviética) dentro da China. Mao iniciou sua administração com reformas agrárias e conseguiu cada vez mais adeptos ao seu exército comunista.

Caminhada mortal

O governo de Chiang Kai-shek não aceitou a rivalidade e liderou cinco campanhas contra Kiangsi. Apoiado por peritos militares alemães e dispondo de armas modernas, ele venceu os comunistas e fechou um cerco em torno dos 180 mil homens do "Exército Vermelho". Cem mil deles conseguiram furar o bloqueio para seguir com Mao até o norte do país e fundar uma nova república.

Iniciava-se, assim, a legendária longa marcha de mais de 10 mil quilômetros, através de 11 províncias, que concedeu uma dimensão quase mítica aos comunistas. Dos 100 mil que partiram, apenas 20 mil chegaram. Sobreviveram à fome, ao tempo, ao cansaço, a doenças e também aos combates, que sempre voltavam a ser travados com os nacionalistas ao longo do caminho.

Depois de dois anos, Mao e sua tropa conseguiram reorganizar um governo com o sistema soviete no norte. Entretanto, ainda transcorreriam 15 anos até que fosse proclamada a República Popular da China, em 1º de outubro de 1949.

Fonte:DW
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Você sabe o que foi a Segunda Internacional Socialista?


Você gosta de História? Então, entenda como foi a atuação do partido organizado por socialistas durante as guerras.


Todas as promessas se esvaíram, os planos de uma enérgica e generalizada ação para evitar a guerra entre as potências mundiais, o sonho de uma greve geral que impedisse os exércitos europeus de guerrearem, dissolveram-se no ar. A Segunda Internacional Socialista, refundada no ano de 1889 em Paris, por insistência de Friedrich Engels (companheiro de anos de Karl Marx, falecido em 1883), deixou-se levar pelo nacional-patriotismo que tomou conta das massas naquele verão de 1914. Tratou-se de um tufão com face humana, de uma histeria coletiva que desbaratou qualquer apelo de bom senso. O resultado foi a dispersão dos ativistas. Aqueles mais extremados que individualmente se expunham publicamente contra a catástrofe que viria a seguir foram sumariamente submetidos aos tribunais e presos como traidores da pátria em guerra.




A Segunda Internacional, uma organização de partidos socialistas, foi refundada em 1889Foto: Reprodução

Bastou correr a noticia de que seus países estavam em guerra para em poucos dias os europeus: franceses, alemães, austríacos, húngaros, russos, cada qual a sua maneira, exultarem.

Operários e burgueses, plebeus e nobres, ricos e pobres, sentiram-se irmanados em torno da mãe-pátria pronta para o combate. Em São Petersburgo, Berlim, Viena, Paris, e em tantas outras cidades, os jornais mais populares eram disputados pelas multidões que, aos empurrões e gritos, insistiam a força saber o estado em que encontrava a mobilização. As manchetes quase que não variava: Guerra! Guerra! Freud ficou espantado com aquele comportamento, visto que guerra significa morte e não vida, era o momento em que Eros, o principio do amor e do prazer, é brutalmente atingido por Tânatos, o princípio da morte. O manto sagrado do patriotismo havia encoberto as generosas ideias de fraternidade e amizade entre os povos.

Os socialistas dos mais variados quadrantes que em todos os congressos e assembleias fizeram profissão de fé na rejeição ao militarismo e ao belicismo, anunciando-se como o ‘partido da paz’, ficaram perplexos. As massas para quem eles lutaram por tanto tempo em mantê-las afastadas do chauvinismo e dos apelos ultra-patrióticos, se deixaram arrastar voluntariamente e inconscientemente para a carnificina de 1914. Desculpavam-se os que aderiram ao conflito dizendo que a ‘guerra será curta e que no ‘Natal todos estariam de volta’.

O famoso dito de Marx de que ‘o proletariado não tem pátria’ porque é explorado em todas as partes foi entendido com uma aberta traição aos eternos valores da mãe-pátria.


Mobilização pela paz

Até então era lugar comum entre os lideres esquerdistas assegurar que se houvesse uma declaração de guerra na Europa, os sindicatos, as agremiações e associações operárias deviam sustentar uma paralisação total das atividades. Sem mobilização não haveria conflito; se os trens parassem nenhum soldado dispararia seu fuzil contra o outro. Nem viam necessidade de impedir que seus associados se negassem a responder ao chamado militar para alçar armas porque não seria preciso: a Greve Geral seria suficiente. Quanto às guerras em si a Segunda Internacional só as concebia em caso de agressão, de invasão do território nacional.

Dois acontecimentos muito próximos um do outro anunciaram o fim das esperanças socialistas. Em Paris, em 31 de junho de 1914, o líder Jean Jaures, o maior nome da esquerda e fundador do jornal l´Humanité, grande orador, foi assassinado a tiros no Café Croissant por um francês católico que o matou por considerá-lo um pacifista que prejudicava os interesses maiores da França. O impacto da morte dele teve um efeito paralisante junto às outras lideranças (este episódio da morte do grande homem foi narrado pelo romancista Roger Martin Du Gard “Os Thibault”, 1922-1940).

Os socialistas franceses perderam seu farol, seu guia, seu mestre, pois pouco antes da tragédia que o abateu, Jaures completara um cansativo roteiro pelas principais cidades do país alertando para o perigo da guerra. (*)

As demais entidades socialistas voltaram então seus olhos esperançosos para o SPD (Sozialdemokratische Partei Deutschlands). Qual atitude os seus camaradas do outro lado do Reno iriam tomar? O partido socialista alemão (fundado em 1863) era o maior da Europa, senão o maior do mundo. Extremamente bem organizado, tinha imprensa (jornais, revistas e editora próprios), escolas, uma Universidade (a Universidade do Trabalho) e quadros muito preparados. Quase que a maioria dos sindicatos estava filiada a ele e teoricamente o SPD era amparado por uma plêiade respeitável de intelectuais combativos (August Bebel, Wilhelm Liebknecht, Karl Kausty, Franz Mehring, Rosa Luxemburgo, Eduard Bernstein, etc.). O SPD era praticamente um estado dentro do estado alemão.

Quando correu a notícia que o maior partido da esquerda europeia – desde 1912 tinha 1/3 da bancada no Reichtag, parlamento alemão - havia aprovado as verbas de guerra propostas pelo kaiser Guilherme II o desencanto se alastrou entre os militantes socialistas.

O tão enaltecido e alardeado companheirismo da classe operária, enfatizado por Marx desde a fundação da Primeira Internacional Socialista, em 1864, havia pateticamente capitulado frente ao nacional-patriotismo do II Reich e de todos os outros governos (como vinte anos depois, em 1933, se rendeu sem luta ao nacional-socialismo de Hitler).

Nenhum cruzar de braços significativo fora liderado pelos socialistas, se bem que manifestações antibelicistas se deram num ou outro canto da Europa. Em Berlim, apenas os operários do bairro Moabit fizeram uma passeata em protesto. No geral, os partidos operários tiveram uma atuação pífia perto das pretensões em não permitir que a máquina de guerra entrasse em ação. Somente nos dois anos finais da guerra quando desastre humano e material havia atingido proporções gigantescas é que os esquerdistas em geral começaram a ativar protestos, paralisações e greves.

(*) Enquanto Jaures arengava pela paz, um tanto tempo depois Gabriele d’Annunzio, o poeta e aventureiro italiano, um proto-fascista, atuava nos comícios italianos (o Reino da Itália ainda estava em posição neutra) incendiando as multidões para que a Itália pegasse em armas ao lado da Tríplice Aliança (GB-Fr-Rússia).

Entre a guerra e a revolução

A tradição herdada pelos socialistas europeus em geral inclinava-se pelo pacifismo. Entendiam que as guerras jogavam um trabalhador contra outro, nada trazendo de substantivo para a classe em geral senão que sofrimentos. Os proletários eram os que mais padeciam com elas. Se vitoriosos no máximo traziam uma pequena medalha para casa, se mortos deixavam a família numa pobreza maior, coberta pela tristeza do luto. As guerras, para eles, só satisfaziam o desejo de lucros dos capitalistas e outros aproveitadores enquanto os pobres sofriam ainda mais.

Marx, porém, desconsiderava os pacifistas. A mensagem deles esvaziava o espírito de luta do proletariado que jamais chegaria ao poder soltando pombas-da-paz em suas manifestações de rua.


J.Jaures pregando pela pazFoto: Reprodução

A luta de classes era uma espécie de guerra civil mundial permanente na qual os empregados enfrentavam os patrões e cujo resultado final devia ser a vitória do Trabalho sobre o Capital. Nada disto se alcançaria com slogans antibelicistas. Além disto, para ele, a ‘violência era a parteira da história’, o novo mundo da igualdade plena surgiria dos punhos e braços do proletariado e não de acenos com lenços brancos.

Certamente, se ainda fosse vivo, Marx (faleceu em1883) condenaria com todas as suas forças as posições acovardadas dos lideres da Segunda Internacional Socialista que não apresentaram nenhuma ‘palavra de ordem’ consistente que servisse como um freio àquele desatino dos governantes e das multidões embriagadas pelo patriotismo marchando para abrir um dos maiores matadouros da História. Mas não, aceitaram mansos e subservientes as propostas de ‘paz social’ ou de ‘união sagrada’ que os governos republicanos ou dinásticos lhes ofereceram.

O famoso historiador do socialismo G.D. Cole (Historia del pensamiento socialista: comunismo y socaldemocracia: 1914-1931, I parte, vol V.) chamou a atenção para o fato de que os líderes da Segunda Internacional estavam mais temerosos da eclosão de uma guerra, que todos tinham certeza que envolveria a Europa inteira, do que gastar sua energia em favor de uma revolução social.

Tanto assim é que um dos artigos do Manifesto de 1889 prega ‘a abolição dos Exércitos e dar armas ao povo’. Pensavam deste modo eliminar o ‘militarismo’ das castas fardadas assim como sua influência sobre os governos.

Esta marcada posição de Marx, inspirou os mais radicais, como o líder bolchevique Lênin, a buscar outro caminho. Para ele as classes dominantes ao declararem guerra umas as outras, inconscientemente forjaram sua própria tumba. Desde 1914 mais de 60 milhões de trabalhadores rurais e urbanos das mais diversas nacionalidades estavam com armas na mão. Era o momento de dar um basta ao Imperialismo. O que o líder dos bolcheviques insistia era clamar para que os soldados voltassem suas armas contra seus próprios governos.

As oligarquias, sem terem a noção do que lhes poderia aguardar estavam com as horas contadas. A guerra mundial iria gerar a tão esperada revolução social sempre presente nos programas dos partidos socialistas. Para Lênin, e também para Karl Liebknecht e Rosa Luxemburgo, no horizonte pairava uma violenta batalha de classes seguida da vitória dos oprimidos. ‘Frente à guerra, a greve e a revolução’ era a palavra de ordem deles. Primeiro ela eclodiria na Rússia czarista depois se espalharia pelo mundo.

Estas posições díspares, uma lamentando o desastre geral e desejando o retorno imediato da paz e a outra querendo aproveitar-se da guerra para fazer a revolução, separou ainda mais os socialistas entre moderados (social-democratas em geral) e radicais (bolcheviques). A via Parlamentarista foi adotada pela maioria dos partidos socialistas ocidental, enquanto a eclosão da revolução e a proclamação da Ditadura do Proletariado vingaram entre os leninistas.

O Congresso de Zimmerwald

A solução para o ‘que fazer’ das agremiações socialistas, por sugestão de italianos e suíços, foi procurar um local em campo neutro onde as principais lideranças pudessem se reunir. O escolhido foi a bucólica aldeia de Zimmerwald na Suíça. Conseguiam estarem presentes 38 delegados vindos de diversas partes e reuniam-se especificamente para firmar uma posição sobre a guerra. Naquelas alturas a matança já completara seu primeiro ano e ninguém podia negar que se tratava de um desastre humano de proporções gigantescas. Mais de um milhão de soldados da Entente e da Tríplice Aliança haviam perecido ou sido recolhidos dos campos e trincheiras com mutilações e ferimentos atrozes.

Não fora fácil para muitos delegados chegar à Suíça. As guardas fronteiriças tinham a descrição física da maioria deles impedindo-os de alcançar Zimmerwald.


Manifesto de ZimmerwaldFoto: Reprodução

O congresso, dadas as cisões entre os socialistas ‘pacifistas’ e os ‘revolucionários’, ainda que pregando uma ‘ paz sem vencidos nem vencedores, sem anexações ou indenizações’, não conseguiu ir um pouco mais longe do que redigir um manifesto: o Manifesto de Zimmerwald, escrito por Leon Trotski que naquela época ainda não havia aderido aos bolcheviques.

Lênin, então pouco conhecido, permaneceu isolado na sua insistência em transformar a conflagração mundial numa revolução universal, mas o texto de Zimmerwald aprontado em 15 de setembro de 1915, ao circular clandestinamente em diversas línguas por todas as partes em luta, calou fundo. Pode-se dizer que foi a primeira chispa que lançou junto às populações e aos soldados em luta a desconfiança sobre a honorabilidade da guerra. (*)

Manifesto de Zimmerwald

“Proletários da Europa!

Há mais de um ano que dura a guerra! Milhares de cadáveres cobrem os campos de batalha. Milhares de homens ficaram mutilados para o resto de seus dias. A Europa se converteu num gigantesco matadouro de homens. Toda a civilização, criada pelo trabalho de muitas gerações, está condenada à destruição. A barbárie mais selvagem triunfou sobre tudo aquilo que até esta data, constituía orgulho da humanidade.

Quaisquer que sejam os responsáveis diretos pelo desencadeamento desta guerra, uma coisa é certa: a guerra que tem provocado este caos é produto do imperialismo. Esta guerra surgiu da vontade das classes capitalistas de cada nação, de viver da exploração do trabalho humano e das riquezas naturais do planeta. De tal maneira, que as nações economicamente atrasadas ou politicamente fracas, sob o jugo das grandes potências que, com esta guerra, tentam refazer o mapa do mundo, a sangue e fogo, de acordo com seus interesses de exploradores. Assim, nações e países inteiros como Bélgica, Polônia, os países dos Bálcãs e Armênia correm o risco de serem anexados, no todo ou em parte, em virtude das compensações.


Os objetivos da guerra aparecem com toda sua nudez, à medida que os acontecimentos se desenvolvem. Um a um caem por terra os véus que procuram ocultar das consciências dos povos, o significado desta catástrofe mundial.

Seguem-se assinaturas dos representantes da Alemanha, França, Rússia, Polônia, Itália, Romênia, Bulgária, Noruega, Holanda e Suíça.

Para muitos historiadores Zimmerwald não foi nada mais do que a frustrada tentativa de aliviar a culpa dos dirigentes da organização que nada tinham feito na Crise de Junho de 1914 para impedir a catástrofe, ou ainda o encontro apenas serviu de sinal da ruptura definitiva do socialismo em duas tendências definitivas, a dos reformistas e a dos revolucionários, dos sociais-democratas e dos comunistas.


Fonte: Voltaire Schilling

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