28.3.12

Rudolf Christian Karl Diesel


Cientista francês de origem alemã chamado Rudolf Christian Karl Diesel, nasceu em 18 de março de 1858.
Seu pai, Theodor Diesel, trabalhava com couro.
Sua mãe, Elise Diesel, era dona do lar.
Sua irmã Louise Diesel nasceu em 1856.
Sua segunda irmã Emma Diesel nasceu em 1859.
Sua esposa foi Martha Flasche Diesel.
Seu filho foi Rudolf Diesel Junior nascido em 1883.
Sua filha foi Heddy Diesel nascida em 185l.
Seu segundo filho foi Eugen Diesel nascido em maio de 1889.Família Diesel

Sr. Diesel Inventou um tipo de motor muito eficiente, utilizado principalmente para serviços pesados, como em tratores, caminhões e locomotivas que até hoje é conhecido com o seu nome: motor diesel.

Diesel viajou muito durante sua adolescência e completou os estudos na Universidade Técnica de Munique, Alemanha, onde se revelou um grande pesquisador.

Quando Diesel inventou esse motor, ele pensava em utilizar como combustível o óleo vegetal, para agricultores que plantavam a matéria prima para bicombustíveis nos próprios campos.

Inclusive em 1900, Rudolf Diesel levou à mostra mundial em Paris o seu invento, o motor diesel, com uma novidade: o combustível era óleo de amendoim.

Mas, como na época a produtividade agrícola de óleo era baixa, o óleo vegetal acabou perdendo a concorrência para um derivado do petróleo, que também levou o nome do inventor: o óleo Diesel. Seus estudos voltaram-se para o desenvolvimento de um motor de combustão interna que mais tarde se resultou no motor diesel patenteado em 1892. As pesquisas sobre motores de combustão o levaram a escrever, em 1893, o livro "Teoria e construção de um motor térmico racional".

Sua idéia era comprimir rapidamente o ar no motor e injetar combustível, de modo a provocar uma auto-ignição. Rudolf Diesel buscou bases científicas para desenvolver um motor de combustão interna que tivesse o maior rendimento possível. Diesel utilizou uma configuração mecânica semelhante a utilizada por Otto: ciclo a quatro tempos e mecanismos de válvulas de admissão e escape similares.

Mas, neste, a combustão era provocada pela injeção de combustível na câmara de combustão, no final da fase de compressão. A temperatura elevada do ar no cilindro, devido a alta compressão a que era submetido, provocava a autocombustão do combustível injetado.

A idéia não era original, Herbert Ackroyd-Stuart já havia trabalhado num motor que usava princípio semelhante e que foram obtidas muitas patentes antes da de Diesel. Mas, Diesel foi o primeiro a conceber um motor prático e de alto rendimento utilizando a inflamação de combustível por injeção na câmara com ar superaquecido por compressão, que foi patenteado em 1892.





O rendimento térmico alcançado por esse motor atingia os 34%, praticamente o triplo da máquina a vapor e mais de uma vez e meia a dos motores a gasolina da época. O motor diesel, como foi concebido, tinha características que o apontavam para aplicações pesadas e, desde logo, foi visto como um forte sucessor do motor a vapor em quase todas as aplicações.

Em relação ao motor a gasolina, conseguia se destacar nas instalações de grande porte, mas era bastante pesado para competir no transporte rodoviário e aplicações leves. De certa forma os dois tipos, motor Diesel e motor Otto, se tornaram complementares na grande faixa de aplicações dos motores térmicos, cada qual dominando uma fatia distinta.

O binômio ”leveza x economia” seria o parâmetro de maior definição na escolha. A evolução e o aparecimento dos motores diesel ligeiros aumentariam em muito as aplicações em que os motores. diesel passaria a se sobressair em ralação ao motor Otto. Além das vantagens singulares de cada um, um fator importante ajudaria a manter o equilíbrio nessa queda de braço, os dois haviam passado a beber na mesma fonte: o petróleo. Como o óleo diesel e a gasolina são obtidos por destilação fracionada, a oferta de um estava ligada ao consumo do outro. É como se, do mesmo fruto, um comesse a polpa e o outro o caroço.

Essa “simbiose” fez com que os dois encontrassem o equilíbrio na disputa e continuassem a evoluir em aplicações cada vez mais diversas, ao mesmo tempo em que praticamente punham fim ao reinado absoluto da máquina a vapor. O novo reinado das máquinas térmicas estava dividido entre os motores do ciclo Beau de Rochas e de ciclo Diesel. E como em toda convivência pacífica, estariam cada vez mais assemelhados na aparência e no funcionamento. O ciclo é dividido em 4 fases e poderá ser antecedido por um pré-aquecimento da câmara de combustão pelas velas de incandescência. Quando o tempo está frio, o ar ao ser comprimido poderá não atingir a temperatura suficiente para a inflamação.

Esse obstáculo tem vindo a desaparecer em virtude das injecções directas de baixa e de alta pressão. Admissão de ar Compressão de ar Injecção de combustível Escape O combustível utilizado atualmente pelos motores diesel é o gasóleo (O invento original rodou com óleo vegetal ), um hidrocarboneto obtido a partir da destilação do petróleo a temperaturas de 250ºC e 350ºC.

Recentemente, o diesel de petróleo vem sendo substituído pelo biodiesel e por óleo vegetal a partir das tecnologias de conversão, que são fontes de energia renovável. Onde se tem feito mais evolução neste tipo de motorização mais eficiente que o seu congênere a gasolina é no campo da injecção directa, nomeadamente nas de alta pressão como o injector-bomba e o "common-rail", que possibilitam a obtenção de mais potência e ainda melhores consumos e ruído de funcionamento. Funcionamento O ciclo real de um motor Diesel segue com uma razoável aproximação o ciclo teórico composto pelas evoluções:

Compressão isentrópica Parte de introdução de calor a volume constante (isócora) e Parte de introdução de calor a pressão constante (isobárica) Expansão isentrópica Rejeição de calor a volume constante (isócora) Este ciclo, tal como descrito, chama-se Ciclo Misto. Quando a totalidade da energia é introduzida a pressão constante o ciclo chama-se Ciclo Diesel. O ciclo inicia-se com o êmbolo no Ponto Morto Superior (PMS). A válvula de admissão está aberta e o êmbolo ao descer aspira o ar para dentro do cilindro.

O êmbolo atinge o Ponto Morto Inferior (PMI) e inicia-se então a compressão. A temperatura do ar dentro do cilindro aumenta substancialmente, o que é fundamental para a ignição no motor Diesel. Pouco antes do PMS o combustível começa a ser injetado em finas gotículas com o propósito de se vaporizar facilmente e, em mistura com o ar quente, acaba por se auto-inflamar. A combustão é controlada pela taxa de injeção de combustível. O combustível começa a ser injetado um pouco antes do PMS devido ao fato de demorar tempo a vaporizar-se e a misturar-se com o ar (atraso físico) e de demorar um determinado tempo até se auto-inflamar (atraso químico). Estes atrasos são designados globalmente por atraso à inflamação. A diferença entre o ângulo de cambota do PMS e do início de injeção chama-se avanço à injeção. A expansão começa ainda durante a fase de combustão. Ainda durante o tempo de expansão, abrem-se as válvulas de escape. O ciclo termina com a fase de escape, onde os gases de combustão são expulsos do cilindro.





1º Tempo 2º Tempo 3º Tempo 4º Tempo
Curso de admissão Curso de Compressão Curso de potência Curso de Escapamento Os 4 tempos






Para os combustíveis líquidos, as diferenças principais entre os motores do ciclo Otto e do Ciclo Diesel são:

Motores de Combustão Interna a PistãoCaracterísticaCiclo OttoCiclo DieselTipo de ignição Por centelha (Vela de ignição) Auto-ignição
Formação da mistura No carburador Injeção
Relação de compressão 6 até 8: 1 16 até 20: 1


(No motor Otto de injeção o combustível é injetado na válvula de admissão, ou diretamente na tomada de ar do cilindro antes do término da compressão.)




Primeiro tempo Segundo tempo Movimento


Sr. Diesel trocando idéias com Sr. Ford.

Em 1900, Rudolf Diesel foi para os Estados Unidos, onde já tinha grande prestígio, mas alguns conflitos o levaram à beira da falência fazendo ele retornar a Europa.

Treze anos depois Diesel morreu numa viagem à Inglaterra, onde pretendia expor às autoridades navais daquele país novas possibilidades para o uso de seu motor.

A cabine do navio em que viajava chegou vazia na Inglaterra. Alguns dias depois, seu corpo foi encontrado boiando no Mar do Norte, era 30 de setembro de 1913. Uns dizem que foi suicidio outros dizem que foi assassinado por agentes secretos que nao queriam ver seus inventos avançarem .

Como este mundo dá muitas voltas, agora está começando a ficar interessante fazer o caminho contrário, que será substituir o diesel de petróleo pelo biodiesel, óleo que pode ser feito de soja, de mamona, de girassol, de amendoim ou de dendê. A agricultura brasileira tem potencial para produzir óleo vegetal em volumes suficientes para substituir até 60% do diesel consumido no mundo inteiro e, se nossos empresários e nosso governo tiverem suficiente visão para estabelecer a estratégia correta, a produção de biodiesel poderá tornar-se uma extraordinária ferramenta para alavancar nosso desenvolvimento econômico e social.

A patente sobre o motor de Rudolf Diesel em 23/02/1893


Top 10 tradições bizarras



A maioria dessas tradições são agora uma parte da história (e na maioria dos casos, isso é uma coisa boa) e a maioria são considerados bárbaros. No entanto, alguns deles só pararam recentemente. Esta é a lista das 10 tradições bizarras que estão agora quase perdidas para a humanidade.

10
Gueixa



As tradições completa das Geisha têm sido substituídas agora com um sistema moderno. Uma vez que as Geisha eram abundantes em número. Em 1900, havia mais de 25 mil gueixas. No início dos anos 1930, havia 80 mil gueixas. A maioria eram gueixas em Kyoto, antiga capital do Japão. Atualmente, existem menos de 10.000 mulheres que deixaram de ser gueixas. Em Tóquio, há apenas 100 mulheres que deixaram de ser gueixas. No entanto, as geisha são muito mais raras. Gueixa moderna não são compradas de famílias pobres e levados para a casa de gueixas quando crianças. Se tornar uma gueixa é agora um serviço inteiramente voluntário, e as mulheres que não são filhas de gueixa pode agora se tornar gueixa. No entanto, a formação continua a ser tão rigorosa quanto antes.

Geisha tradicionais não oferecem os serviços de prostituição, embora alguns filmes e meios de comunicação as coloquem assim.

9
Dueling



Como praticada a partir do século 15 ao 20 nas sociedades ocidentais, um duelo foi uma luta consensual entre duas pessoas, com armas mortais, de acordo com regras explicitas ou implicitas, mais de um ponto de honra, normalmente acompanhados por um representante de confiança ( que pode lutar), e em violação da lei.

O duelo normalmente é desenvolvido a partir do desejo de uma parte (o desafiante) para corrigir um insulto à sua honra. O objetivo do duelo não foi tanto para matar o adversário para ganhar como “satisfação”, ou seja, para restaurar a honra, demonstrando uma disposição a arriscar a vida para isso.

Os Duelos podem ser combatidos com algum tipo de espada ou, a partir do século 18 em diante, com pistolas. Para este fim sets especiais de pistolas de duelo foram criados para os mais ricos dos nobres. Após o ato, seja real ou imaginado, o ofendido exigiria “satisfação” por parte do infractor, sinalizando a essa demanda com um gesto insultuoso inescapavelmente, tais como atirar a luva antes dele.

8
Eunucos



Um eunuco é um homem castrado, o termo geralmente se refere aos castrados, a fim de executar uma função social específica, como era comum em muitas sociedades do passado. Na antiga China a castração era tanto usada para uma punição tradicional (até a Dinastia Sui), quanto a um meio de conseguir emprego no serviço Imperial. No final da dinastia Ming, havia 70.000 eunucos no palácio Imperial. O valor de um eunuco foi tão valorizado que ganhou imenso poder que pode ter superado a dos primeiros-ministros, a solução então foi considerar a auto-castração ilegal e bani-lá do país. O número de eunucos no Império tinha caído para 470 em 1912, quando o emprego deixou de existir.

Eunucos castrados antes da puberdade também foram avaliados e treinados em diversas culturas até mesmo para que as suas vozes fossem similares as de uma mulher. Eunucos como eram conhecidos como castrati. Infelizmente, a escolha teve que ser feita em uma idade quando o menino ainda não seria capaz de escolher conscientemente a sacrificar a sua potência sexual.

7
Concubinato



A foto aqui mostra um grupo de concubinas de pé atrás seus protetores (normalmente eunucos). Concubinato é o estado de uma mulher ou jovens em um curso, a relação quase matrimonial com um homem de maior status social. Normalmente, o homem tem uma mulher oficial além de uma ou mais concubinas. Concubinas têm direitos limitados de apoio do homem, e seus filhos são publicamente reconhecidos como filhos do homem, embora de menor status do que crianças nascidas pela esposa oficial ou esposas.

Historicamente, o concubinato era frequentemente voluntário (pela menina e / ou disposição de sua família), uma vez que fornecia uma medida a segurança econômica para a mulher envolvida. Involuntária, ou servil, concubinato, por vezes, envolve a escravidão sexual de um membro do relacionamento, normalmente a mulher.

6
Seppuku



Seppuku (Hara-Kiri) foi uma parte fundamental do bushido, o código dos guerreiros samurais, que foi usado pelos guerreiros para evitar cair em mãos inimigas, e para atenuar a vergonha. Samurai também poderiam ser ordenado por seu daimyo (senhores feudais) para cometer seppuku. Mais tarde, os guerreiros em desgraça às vezes eram autorizados a cometer seppuku ao invés de ser executado da maneira normal. Desde o ponto principal o ato foi para restaurar ou proteger sua honra como um guerreiro, aqueles que não pertencem à casta samurai nunca foram ordenados ou esperados para cometer seppuku. Samurai mulheres só podiam cometer o ato com permissão.

Um Samurai é banhado, vestido de vestes brancas, alimentado com sua refeição favorita, e quando ele termina.Vestido cerimonial, com a sua espada colocada na frente dele e, por vezes, sentado em panos especiais, o guerreiro se prepara para a morte por escrever um poema de morte. Com seu assistente selecionado (Kaishakunin, seu segundo) ali por perto, ele abria seu quimono (vestuário), toma sua Tanto (faca) e mergulhá-la em seu abdômen, fazendo um corte da esquerda para a direita. O Kaishakunin então realiza daki-kubi, um corte em que o guerreiro, mas tudo ele é decapitado (uma faixa pequena de carne é deixada prender a cabeça ao corpo).

Sacrifício Humano



Sacrifício humano é o ato de matar um ser humano para fins de fazer uma oferenda a uma divindade ou outra, normalmente sobrenatural. Era praticado em muitas culturas antigas. A prática tem variado entre diferentes culturas, alguns como os maias e astecas sendo notório por suas mortes em rituais.As Vítimas mortas em rituais supostamente para agradar ou apaziguar os deuses ou espíritos. As Vítimas variam de prisioneiros até crianças virgens, que sofrem destinos como a queima, decapitação e ser enterrado vivo.

Com o tempo o sacrifício humano tornou-se menos comum em todo o mundo, e os sacrifícios são agora muito raros. A maioria das religiões condena a prática e atuais leis geralmente a tratam como uma questão criminal. No entanto, ainda é ocasionalmente visto hoje, especialmente nas áreas menos desenvolvidas do mundo onde crenças tradicionais persistem.

4
Binding pé



Footbinding era um costume praticado em jovens do sexo feminino por cerca de mil anos na China, no início do século 10 e termina no início do século 20. Geralmente aos 6 anos, mas muitas vezes antes, as meninas já estavam envoltas em ligaduras apertadas para que seus pés não pudessem crescer e se desenvolver normalmente, eles, ao contrário, quebram e tornam-se altamente deformados, não crescendo mais do que 4-6 polegadas (10-15 cm). Hoje, é uma causa importante de incapacidade entre algumas mulheres chinesas idosas.

Primeiro, cada pé seria embebido numa mistura quente de ervas e sangue animal.Esta mistura causaria a queda de qualquer carne morta. Em seguida, as unhas dos pés eram cortadas na medida do possível para prevenir infecções e subseqüentes. Para prepará-la para o que estava por vir em seguida os pés da menina eram delicadamente massageados. Seda ou algodão e ataduras, 10 metros de comprimento e dois centímetros de largura, eram preparados por imersão no mesmo sangue e mix de ervas. Cada um dos dedos do pé são quebrados, então, envoltos em ataduras molhadas, que se contraem ao secar, e puxão para baixo com força em direção ao calcanhar. Pode ser nescessário ser feito cortes profundos na sola para facilitar isso.

3
Sati



Sati era um costume funeral Hindu, hoje muito raro e um ato penal grave na Índia, em que viúva do morto iria atirar-se na pira funerária de seu marido, a fim de cometer suicídio. O ato de sati deveria ocorrer de forma voluntária, e das contas existentes, a maioria deles eram de fato voluntária. O ato pode ter sido esperado das viúvas em algumas comunidades. A medida em que as pressões sociais ou expectativas devem ser consideradas como compulsão tem sido o assunto de muito debate nos tempos modernos. É dito com frequência que uma viúva podia esperar pouco da vida após a morte do marido, especialmente se ela tivesse filhos. No entanto, houve também casos em que o desejo da viúva de cometer sati não foi bem recebido pelos outros, e onde foram feitos esforços para evitar a morte.

2
Auto-mumificação



Sokushinbutsu eram monges budistas ou padres que supostamente causaram sua próprias mortes em uma maneira que resultou em sua auto-mumificação. Essa prática teria ocorrido quase que exclusivamente no norte do Japão em torno da Prefeitura de Yamagata. Entre 16 e 24 mumificações tenham sido descobertos.

Durante três anos os sacerdotes comiam uma dieta especial composta somente de nozes e sementes, ao participar de um esquema de atividade física rigorosa que os privaria da sua gordura corporal. Eles, então, comiam apenas casca e raízes por mais de três anos e começariam a beber um chá venenoso feito da seiva da árvore Urushi, normalmente usado para taças de laca. Isso causaria vómitos e uma rápida perda de fluidos corporais, e mais importante, ele mataria qualquer verme que pudesse causar à decadência de seu corpo à depois da morte. Finalmente, um monge auto-mumificado se trancaria em uma tumba de pedra um pouco maior do que o seu corpo, onde ele não iria passar da posição de lótus. Sua única conexão com o mundo exterior era um tubo de ar e um sino. Cada dia, ele tocaria uma campainha para que aqueles que estão fora soubessem que ele ainda estava vivo. Quando o sino parasse de tocar, o tubo seria removido e a tumba selada.

1
Enterro céu ou dissecção ritual



Enterro céu ou dissecção ritual era uma prática comum no Tibet. Um cadáver humano é cortado em pequenos pedaços e colocado em uma montanha, expondo-o aos elementos e animais – especialmente para as aves de rapina. Em uma única conta, o mok líder corta os membros em pedaços, entregando cada parte para seus assistentes, que colocaram pedras para a libra de carne e ossos juntos a uma polpa, que misturado com tsampa (farinha de cevada com chá e yak manteiga ou leite) antes de os abutres serem convocados para comer.

Em várias contas, a carne foi retirada dos ossos e dado a abutres, sem preparação, os ossos foram quebrados, em seguida, com marretas, e normalmente misturado com tsampa antes de ser dada aos abutres. Em outro relato, os abutres foram dadas todo o corpo. Quando apenas os ossos permaneceram, eles foram quebradas com marretas, terreno com tsampa, e dado a corvos e falcões que haviam esperado até que os abutres haviam partido.

O governo comunista da China proibiu que nos anos 1960 por isso foi quase uma tradição perdida, mas legalizou novamente em 1980.

Fonte: listverse

Éça de Queirós



Éça de Queirós
Nasceu em Portugal, em 1845, e morreu em Paris, em 1900. Eça é considerado o melhor ficcionista do Realismo português e, também, enquadrado como naturalista pela ênfase às teses cientificistas da época.Sua ficção fecunda procurou fazer um verdadeiro estudo da sociedade portuguesa de seu tempo. Adotou o Realismo no que este tem de análise da sociedade. Sem sair dessa orientação, demonstrou desencanto com a civilização técnica que evoluía. Foi quando criou o personagem Fradique Mendes, um gozador da vida, completamente desligado de preocupações coletivas.
À medida que foi amadurecendo em sua arte literária, Eça se aperfeiçoou na
apresentação de tipos e grupos típicos, exatamente linha de Flaubert, realista, e Zola, naturalista.O denominador comum de toda a sua ficção foi a crítica dos princípios burgueses que dominavam seu país. A família e a Igreja, por exemplo, foram duramente atacadas por ele, não por si mesmas, mas pela mentalidade burguesa que as dominava.
Para isso, serviu-se dos fatos observados tanto no relacionamento diário dos
compatriotas, quanto nos acontecimentos nacionais e internacionais que ele soube
interpretar com lucidez. Além de descomplicar a sintaxe, tornou os diálogos bem
naturais, recorrendo a termos populares. Muitas vezes usou o discurso indireto livre, no qual o autor reproduz a fala dos personagens com fidelidade, sem a forma do diálogo direto. Para quebrar a monotonia do estilo documental, introduziu situações meio fantásticas, caricaturas de tipos, personagens com ar de aparições, cenas melodramáticas, mas sempre com moderação. Além de tudo isso, sua ficção se revela não propriamente como realidade, mas como humor, como subjetividade desmascarada. É o toque da ironia.

Principais romances: Os Maias – O crime do Padre Amaro – O Primo Basílio – A
Capital – A ilustre Casa de Ramires – A Cidade e as Serras – Correspondência de
Fradique Mendes.

Fonte:

Padre jesuíta fez primeiro relato de terremoto no Amazonas em 1690



Manaus - “...no anno passado de 1690, pelo mez de junho ocorreu um grandessíssimo terremoto (...): penhascos caïdos, arvores grossissimas derraigadas e lançadas ao rio; terras muito altas desmoronadas (...) no meio de pedras e arvores amontoadas sobre as margens; por toda parte lagoas abertas, bosques destruídos e tudo sem ordem misturado (...). Continuavam as ruínas por quatro léguas de rio; terra a dentro tinha sido maior o estrago”.



O relato faz parte do diário de Samuel Fritz (IHGB,1917), missionário jesuíta do século XVII, que reportou os estragos causados por um terremoto observados por ele no trecho entre as desembocaduras dos rios Urubu e Negro, e é o primeiro registro histórico dessa instabilidade perto de Manaus, no Amazonas.

Segundo os relatos históricos, em 1690, ocorreu um grande terremoto na Amazônia que derrubou penhascos, árvores grandes e inundou as terras. Todos os índios atribuíam o fato a Samuel Fritz, considerado uma espécie de profeta. Depois, Assumpção & Suárez (1988) informaram um terremoto de magnitude 5.1, ocorrido em 14 dezembro de 1963, com epicentro na margem esquerda do Rio Negro, na região do arquipélago das Anavilhanas.

Samuel Fernandes Fritz foi um padre missionário e cartógrafo á serviço da Espanha na Companhia de Jesus, que ajudou a catequizar vários povos indígenas nas várzeas do alto Rio Solimões, além de ser um dos grandes críticos contra a expansão portuguesa na Amazônia. Nascido em berço nobre, estudou humanidades e filosofia durante boa parte da juventude, ingressando na Companhia de Jesus aos 19 anos em 1673. No ano de 1685, ele é encaminhado para as Índias Ocidentais, na província de Quito.

Ao longo de 40 anos, Samuel Fritz trabalhou em grandes trechos do rio Solimões em uma área que ia desde a foz do Rio Napo até a foz do Rio Negro, região toda mapeada por ele.

Fonte:
http://www.d24am.com/amazonia/historia/padre-jesuita-fez-primeiro-relato-de-terremoto-no-amazonas-em-1690/19075

Período Dutra (1946-1951)



O governo Dutra: 1946-1951
Amplamente vitorioso nas eleições de 1945, o PSD confirmou sua posição de principal suporte do governo, fornecendo dez ministros durante todo o período Dutra: Justiça - Carlos Luz (31/1/1946 a 2/10/1946), Benedito Costa Neto (2/10/1946 a 7/11/1947), Adroaldo Mesquita da Costa (7/11/1947 a 1/4/1950) e José Francisco Bias Fortes 1/4/1950 a 31/1/1951); Relações Exteriores João Neves da Fontoura (31/1/1946 a 24/7/1946): Fazenda Gastão Vidigal (1/2/1946 a 15/10/1946); Viação e Obras Públicas Edmundo de Macedo Soares e Silva (1/2/1946 a 16/10/1946), Clóvis Pestana (25/10/1946 a 30/3/1950); Educação e Saúde Pedro Calmon (4/8/1950 a 31/1/1951); Trabalho, Indústria e Comércio - Honório Fernandes Monteiro (20/10/1948 a 29/6/1950).

Apoiado em confortável maioria parlamentar, o PSD elegeu o presidente da Assembléia Nacional Constituinte, o senador Fernando Melo Viana (MG). Nereu Ramos (SC), escolhido líder da maioria, foi eleito presidente da Comissão Constitucional, integrada por representantes de todos os partidos e encarregada de elaborar o projeto de constituição e apreciar as emendas apresentadas.

A participação do partido nos trabalhos da Constituinte foi bastante intensa no capítulo da ordem econômica e social, incluindo tópicos como a participação dos empregados nos lucros das empresas, a intervenção do Estado para coibir abusos do poder econômico, o direito de greve, a confirmação da legislação trabalhista etc.

Além disso, o PSD apoiou firmemente a sugestão de Dutra no sentido de reduzir o mandato do presidente da República, inicialmente fixado em seis, anos e finalmente reduzido para cinco pela Constituição promulgada em 18 de setembro de 1946. No dia seguinte, Nereu Ramos foi eleito vice-presidente da República pelo Congresso Nacional, obtendo 178 votos contra 139 dados a José Américo de Almeida, da UDN da Paraíba.

Nas eleições de 19 de janeiro de 1947 o PSD solidificou ainda mais sua posição. Nas eleições complementares para a Câmara e o Senado o partido fez dez deputados três em coligação com o Partido Republicano (PR) num total de 19 vagas, além de 14 senadores em 21. Completava-se assim o número de três, senadores por estado, determinado pela nova Constituição.

Para os governos estaduais, o partido elegeu 11 governadores: Alagoas, - Silvestre Péricles de Góis Monteiro; Mato Grosso Arnaldo Figueiredo; Pará - Luís e Moura Carvalho; Paraná - Moisés Lupion; Pernambuco Barbosa Lima Sobrinho; Rio Grande do Norte - José Augusto Varela; Rio Grande do Sul - Válter Jobim; Espírito Santo - Carlos Fernando Lindemberg (PSD/UDN); Santa Catarina - Aderbal Ramos da Silva (PSD/PTB); Sergipe - José Rolemberg Leite (PSD/PTB/PR); e Rio de Janeiro - Edmundo de Macedo Soares e Silva (PSD/PTB/UDN). Além disso, o PSD coligou-se com a UDN e com o Partido de Representação Popular (PRP) para eleger o governador da Bahia, o udenista Otávio Mangabeira.

No entanto, nessas mesmas eleições defrontaram-se pela primeira vez duas facções em que se havia dividido o partido logo após o início do governo Dutra: os dutristas e os getulistas. No Maranhão, Vitorino Freire, dutrista, entrou em choque com o presidente do diretório regional, Clodomir Cardoso, e fundou um partido especialmente para disputar as eleições estaduais: o Partido Proletário Brasileiro (PPB). Grande parte do PSD o acompanhou, e o PPB elegeu o governador, Sebastião Archer da Silva, o senador, o próprio Vitorino, e 19 deputados estaduais, num total de 36 contra apenas quatro eleitos pela legenda do PSD. Após o pleito os eleitos pelo PPB retornaram ao PSD, ficando Vitorino Freire em nítida vantagempolítica sobre o PSD getulista.

Em Minas Gerais, Dutra tentou impor o nome de seu ministro da Justiça Carlos Luz, rejeitado pelos getulistas, liderados por Benedito Valadares, que apoiavam Bias Fortes. Carlos Luz concordou em retirar sua candidatura em favor de um tertius, o ex-presidente da República Venceslau Brás (1914-1918), também apoiado por Dutra. Entretanto, os getulistas preferiram manter o apoio a Bias Fortes, que derrotou Venceslau na convenção regional do partido. Com isso, uma ala do PSD (liderada por Carlos Luz, Gustavo Capanema e Cristiano Machado) aderiu à candidatura (afinal vitoriosa) do udenista Mílton Campos.

No estado do Rio, Edmundo de Macedo Soares e Silva, eleito com o apoio de Amaral Peixoto (presidente do diretório regional e genro de Vargas), rompeu com ele no último ano de governo e aderiu a Dutra.

Mas o símbolo maior da derrota do PSD getulista foi a eleição para vice-governador de São Paulo, em novembro de 1947. O candidato dessa corrente, Carlos Cirilo Júnior, presidente do diretório regional, apoiado pelo próprio Vargas, pelo PTB e pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), foi derrotado por Luís Gonzaga Novelli Júnior, genro de Dutra e candidato do PSD dutrista.

Em janeiro de 1948 o Congresso Nacional cassou o mandato dos parlamentares comunistas, e o PSD manteve uma linha de comportamento bastante ambígua no caso. Embora Nereu Ramos, presidente do partido e do Senado, fosse favorável à medida e o senador Ivo d’Aquino, do PSD ele Santa Catarina, fosse o autor do projeto propondo a cassação dos mandatos pelas mesas do Senado e da Câmara, o PSD não fechou questão sobre o assunto. Boa parte de sua bancada votou contra o projeto, apesar do especial interesse do presidente Dutra no fechamento do PCB.

Ainda em janeiro de 1948 celebrou-se o Acordo Interpartidário entre PSD, UDN e PR para apoiar o governo. Um dos principais fiadores do acordo era o governador da Bahia, Otávio Mangabeira (UDN), que contava ser o sucessor de Dutra. Entretanto, o acordo vigorou por pouco tempo, porque já em março de 1949 o presidente da República liberava os partidos para que discutissem internamente a sucessão presidencial.


Fonte:
http://www.cpdoc.fgv.br/dhbb/verbetes_htm/6231_2.asp

Uso de gás venenoso na primeira guerra

Por Emerson Santiago

A Primeira Guerra Mundial costuma ser um marco histórico bastante utilizado para estabelecer a transição da realidade herdada do século XIX ao mundo cheio de inovações tecnológicas do século XX. No caso dos conflitos armados pode-se dizer que houve de fato uma mudança radical, com a entrada de novas armas de uma capacidade de aniquilação nunca antes vista. Este artigo trata de uma destas armas, o gás venenoso, que hoje em dia tem seu uso proibido como artefato bélico.

Em 1914, a ciência e a tecnologia evoluíam em diversos campos, e com o conflito, crescem os investimentos em pesquisa e desenvolvimento de uma série de armamentos. A Alemanha foi a primeira grande potência a realizar estudos mais aprofundados de gases venenosos. A 22 de abril de 1915, as tropas germânicas horrorizaram os soldados aliados ao longo do front ocidental ao lançar mais de 150 toneladas de gás clorídrico contra duas divisões francesas em Ypres, na Bélgica. Foi o primeiro grande ataque a gás que devastou as linhas aliadas. Ao longo do primeiro grande conflito mundial, a Alemanha continuaria a utilizar em larga escala tal artifício.

Durante a guerra foram utilizados basicamente três tipos de gases venenosos: o gás lacrimogêneo, o gás cloro e o gás mostarda. A princípio, o exército francês e alemão utilizaram o gás lacrimogêneo como arma no front. Ao longo da guerra, o gás lacrimogêneo cedeu lugar ao gás cloro na preferência dos exércitos alemão, francês e inglês.

A utilização de gases tóxicos contra os inimigos nos campos de batalha, em especial durante o período da Guerra de Trincheiras, se mostrou de difícil controle, pois muitos desses gases eram fabricados e armazenados em estado líquido, e precisavam se volatilizar durante a sua aplicação. Isso se mostrou uma característica pouco desejável para os exércitos, uma vez que em algumas frentes as temperaturas eram muito baixas, tornando sua aplicação quase impossível. As condições climáticas também dificultavam a aplicação quando a direção do vento mudava ou havia alguma alteração brusca de temperatura, fazendo com que os exércitos provassem do seu próprio veneno.

Os gases tóxicos provocaram centenas de milhares de mortos durante a guerra, apesar de seu uso ter sido quase sempre questionado. Devido aos problemas de manipulação e controle da carga aplicada, algo precisava ser feito para que a aplicação do gás fosse mais eficiente e certeira, e assim surgiu o gás fosfogênio. Com a idéia de lançar a carga através da artilharia o fosfogênio se mostrou muito mais potente que o cloro, altamente sufocante e ainda mais estável de se manipular do que os outros gases utilizados. O fosfogênio teve muitas vezes o seu efeito retardado, no organismo, por diversos fatores e isso acabou vitimando soldados aparentemente saudáveis até 48 horas após a sua inalação.

No total, mais de cem mil toneladas de agentes químicos foram despejadas na guerra, cerca de 500 mil soldados foram feridos e cerca de 30 mil mortos. Nos anos que se seguiram, Reino Unidos, França e Espanha usaram armas químicas em vários conflitos coloniais, apesar da crescente crítica internacional.

Em 1925, o Protocolo de Genebra baniu o emprego das armas químicas na guerra mas não proibiu seu desenvolvimento ou armazenagem. A maioria das grandes potências formou importantes reservas de armas químicas. Nos anos 1930, a Itália empregou armas químicas contra a Etiópia e o Japão as usou contra a China. Na Segunda Guerra Mundial não ocorreu guerra química, principalmente porque os beligerantes possuíam tanto as armas quanto as suas defesas que faziam delas ineficazes. A Alemanha, no entanto, usou gás venenoso para exterminar milhões em seus campos de concentração.

Bibliografia:
A utilização de gases tóxicos durante a Primeira Guerra Mundial. Disponível em <http://www.protecaorespiratoria.com/2011/09/utilizacao-de-gases-toxicos-durante.html>. Acesso em: 18 mar. 2012.

Hoje na História: 1915 – Alemães introduzem o gás venenoso na Primeira Guerra. Disponível em <http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/1141/hoje+na+historia+1915++alemaes+introduzem+o+gas+venenoso+na+primeira+guerra+.shtml>. Acesso em: 18 mar. 2012.

Fonte:

Construção do Titanic



















































































































(Fonte: O Retronaut )