3.6.12

Malta


Por Emerson Santiago

A República de Malta (Repubblika ta’ Malta, em maltês) é um estado independente, composto por 21 pequenas ilhas localizadas no mar Mediterrâneo, sendo que as três maiores ilhas são as únicas habitadas – Malta, Gozzo (Ghawdex) e Comino (Kemmuna). O país localiza-se próximo ao litoral da Tunísia e da ilha italiana da Sicília. Sua capital é Valetta, que tambèm é uma das mais importantes cidades, ao lado de Sliema e Birkirkara. Com 316 km² de área, tamanho de um município médio brasileiro, é um dos menores países da Europa, com uma população de cerca de 417.608 habitantes, cuja religião é a católica (98%), oficial de acordo com a constituição. As línguas oficiais são o maltês, (idioma com raízes no árabe, fortemente influenciado pelas líguas do sul da Itália), e o inglês, devido à colonização britânica.



Habitada desde tempos pré-históricos, Malta foi ocupada primeiro pelos fenícios, que foram os responsáveis por batizar a ilha maior por “Melita”, forma original do atual nome do país. Posteriormente, romanos, árabes, normandos, os Cavaleiros Hospitalários e os britânicos têm influenciado a vida de Malta e de sua cultura em diferentes graus.

Malta foi um importante centro de culto da mãe-terra por volta do quarto milênio a.C. Pesquisas arqueológicas indicam que desenvolveu-se um centro religioso nas ilhas, anterior a construções similares na Suméria e Egito. A história escrita de Malta começa bem antes da era cristã, com os fenícios, e mais tarde com os cartagineses, que ali estabelecem portos e assentamentos comerciais. Durante a Segunda Guerra Púnica (218 a.C.), torna-se parte do Império Romano. Em 533 passa ao controle bizantino e em 870 é conquistada pelos árabes. Em 1090, aventureiros normandos ocupam Malta, que a vendem e revendem a vários líderes feudais, até que Carlos V da Espanha cede a soberania de Malta aos Cavaleiros Hospitalários, que haviam sido expulsos da ilha grega de Rodes pelos turcos otomanos. Ali construíram cidades, palácios, igrejas, jardins, e fortificações, embelezando-a com numerosas obras de arte. Em 1565, Suleiman, o Magnífico, lança o histórico cerco a Malta. Por vários meses, os cavaleiros e a população maltesa resistem heroicamente contra uma das grandes potências militares da época, terminando por vencê-los.

Ao longo dos anos, o poder dos Cavaleiros decai, e seu domínio sob Malta termina com uma rendição pacífica a Napoleão em 1798. Nos dois anos seguintes, a população local resiste à dominação francesa, conseguindo expulsá-los com a ajuda dos britãnicos. Em 1814, os malteses voluntariamente tornam-se súditos do Reino Unido. Durante aSegunda Guerra Mundial, Malta estará próxima a vários cenários do conflito, sendo bombardeada fortemente. A independência chega a 21 de setembro de 1964 e o país adere à União Europeia em 2004.

Bibliografia:
Background Note: Malta (em inglês). Disponível em: <http://www.state.gov/r/pa/ei/bgn/5382.htm>. Acesso em: 07 mai. 2012.




Fonte:

Lord Kelvin (William Thomson - 1824 - 1907)

No século XIX, a ciência foi definitivamente consagrada como fator de aprimoramento da vida humana. Gradativamente, o trabalho científico assumiu seu papel social, integrando-se melhor às outras atividades do homem. O apelo utilitário da indústria, por exemplo, abria à ciência possibilidades revolucionárias, acelerando o desenvolvimento da técnica.

Figura ativa nesse cenário, William Thomson - mais tarde Lorde Kelvin foi um dos cientistas que, vivendo intensamente sua época, superou os limites de um campo de trabalho até então muito estrito e estendeu seu talento à invenção e à tecnologia.

No ano de 1899, a universidade escocesa de Glasgow perdia o mais célebre de seus docentes, ao mesmo tempo que conquistava um novo estudante. Lorde Kelvin, deixando a cátedra que ocupara por 53 anos, pedia para ser admitido como pesquisador.


(Universidade de Glasgow)

William Thomson nascera 75 anos antes (26 de julho de 1824) em Belfast, Irlanda, de uma família de agricultores escoceses. Havia completado oito anos quando seu pai começou a lecionar matemática na Universidade de Glasgow. Dois anos depois, certamente em consideração a seus dotes excepcionais, o rapaz foi admitido na universidade. Sua mente, porém, não se limitava aos estudos curriculares. Em pouco tempo, conquistou um vasto conhecimento sobre os clássicos antigos e orientais, que conseguia ler na língua original.

Deixando Giasgow sem se graduar, em 1841, entrou para o Peterhouse College, em Cambridge. Contava então com dezessete anos. Lá se fez notar pela seriedade no estudo, pela amabilidade de caráter e por uma grande paixão esportiva (era um ótimo remador). Em 1845 diplomou-se e mereceu o Smith's Prize. No mesmo ano viajou para a França.

Na época, havia poucas facilidades na Grã-Bretanha para o estudo das ciências experimentais, ao contrário do que se observava em outros países ocidentais. Apesar da fecundidade da tradição newtoniana - baseada na experimentação, e que estava na origem dos êxitos dos físicos britânicos -, o ensino científico no país sofria um declínio, graças à influência aristocrática e religiosa sobre as universidades e as concepções imediatistas da indústria.

A vitória da Inglaterra sobre Napoleão, ao mesmo tempo que consagra a supremacia industrial britânica, assinala a decadência da filosofia racionalista difundida pela Revolução Francesa e provoca um sentimento hostil ao desenvolvimento acelerado da ciência, possível fonte de ateísmo.

Afastando-se desse ambiente pouco propício, Kelvin foi a Paris, onde estudou sob a orientação de Regnault, então empenhado em suas clássicas pesquisas sobre as propriedades térmicas do vapor. O tratado de Joseph Fourier sobre o calor havia despertado em Kelvin, cinco anos antes, intenso interesse pela termodinâmica.

Em 1846, Kelvin aceitou a cadeira de filosofia natural na Universidade de Glasgow. Um ano depois, conheceu Joule, encontro que influenciou decisivamente a evolução de sua carreira.



As propriedades do calor foram um dos temas preferidos de Kelvin. Analisou com mais profundidade as descobertas de Jacques Charles sobre a variação de volume dos gases em função da variação de temperatura. Charles concluíra, com base em experimentos e cálculos, que à temperatura de -273'C todos os gases teriam volume igual a zero. Kelvin propôs outra conclusão: não era o volume da matéria que se anularia nessa temperatura, mas sim a energia cinética de suas moléculas. Sugeriu então que essa temperatura deveria ser considerada a mais baixa possível e chamou-a de zero absoluto. A partir dela, propôs uma nova escala termométrica (que posteriormente recebeu o nome de escala Kelvin), a qual permitiria maior simplicidade para a expressão matemática das relações entre grandezas termodinâmicas.



Em 1851 apresentou um trabalho sobre a teoria dinâmica do calor. Esta reconciliava os estudos de Sadi Carnot com as conclusões de Rumford, Davy, Mayer e Joule. Neste trabalho foi, pela primeira vez, estabelecido o princípio da dissipação da energia, posteriormente sumarizado no segundo princípio da termodinâmica.

Kelvin, porém, não se limitava a formular teorias sobre os princípios gerais da física, mas as experimentava tenazmente, usando engenhosos aparelhos por ele mesmo inventados.

Na época de sua juventude, o estudo da eletricidade e, em particular, a teoria matemática da eletrostática estavam apenas esboçados e ainda imprecisos. A contribuição de Kelvin nestas áreas foi notável. Encontrou meios de medir tensões e correntes nas condições as mais diversas. Construiu delicados instrumentos capazes de verificar as leis da eletrostática. Em 1853, formulou a teoria dos circuitos oscilantes e conseguiu comprová-la com seu aparelhamento de concepção verdadeiramente moderna. Por fim, sugeriu um processo para a medição da força eletromotriz e da resistência ôhmica (1861) e construiu um eletrômetro, com o qual era possível determinar, com exatidão, a constante que relaciona a unidade eletromagnética e a unidade eletrostática de intensidade de corrente (1867).


(Kelvin e o cabo submarino)

Com sua habilidade em construir instrumentos, era lógico que o cientista viesse a interessar-se pelo telégrafo com fio, assunto que naquele momento fascinava o mundo, mas que apresentava grandes dificuldades técnicas. O problema a ser resolvido era o da ligação, entre a Europa e a América, por meio de cabo submarino. Em fins de 1854, Kelvin começou a apaixonar-se pelo problema, que o interessava não só por ser físico e engenheiro, mas também porque o mar o atraía.

Inicialmente, concluiu que o cabo comporta-se como um condensador e calculou sua capacidade. Depois, serviu-se das fórmulas de Fourier para deduzir as leis da propagação dos impulsos. Finalmente, através de uma série de experiências, demonstrou a influência negativa das impurezas do cobre e melhorou as transmissões. Atingiu este último objetivo colocando um condensador em cada extremidade do cabo.

Unindo a genialidade do inventor ao senso prático do empresário, em 1856 tornou-se diretor da Atlantic Telegraph Co. e lutou para ver suas idéias realizadas. As primeiras tentativas não foram felizes. Um cabo foi perdido em 1857, em decorrência de uma manobra errada. Outro, colocado no ano seguinte entre a Irlanda e a Terra Nova, talvez por sabotagem, inicialmente não funcionou. Depois, quando o galvanômetro de espelho de Kelvin permitiu remover o último obstáculo, o cabo, já estragado, teve que ser definitivamente abandonado.


(Galvanômetro de espelho de Kelvin)

As tentativas só viriam a ser retomadas em 1865. O galvanômetro de espelho, tão útil nas mais delicadas experiências físicas, foi inventado por Kelvin exatamente para revelar os fraquíssimos sinais recebidos através dos cabos telegráficos (atualmente os sinais são amplificados por meio de dispositivos eletrônicos). Além dêste, Kelvin preparou (1867) um galvanômetro que, ao perceber os sinais, gravava-os em uma fita de papel (este instrumento foi chamado Syphon recorder).

Neste ínterim, com o auxílio do barco a vapor Great Eastern, foi instalado um novo cabo de 1 200 milhas de extensão, que funcionou perfeitamente. Em 27 de julho de 1866, os dois continentes estavam ligados por telégrafo.

Juntamente com seus colaboradores, Kelvin foi feito baronete e, em 1869, começou a auferir os primeiros lucros de sua empresa, os quais aplicou em patrocinar uma bolsa de estudos na Universidade de Glasgow.

Durante suas numerosas viagens marítimas, percebeu o quanto eram imprecisas as bússolas, sobretudo em conseqüência da ação magnética exercida pela própria embarcação. Dedicou-se então, a partir de 1873, ao aperfeiçoamento desse instrumento e à invenção de outros. Entre eles destacam-se um aparelho capaz de calcular a amplitude das marés e uma máquina para resolver sistemas lineares algébricos.

A geologia e a cosmogonia foram também objeto de seus estudos, assim como a estrutura da matéria e do "éter". Sob a influência de Hermann von Helmholtz, grande físico alemão e seu amigo, Kelvin aceitou a idéia de que os átomos fossem vértices do "éter". Em seus últimos anos, porém, adotou a hipótese da natureza elétrica da matéria, embora sem muita convicção.

Na época de Kelvin não se conhecia ainda a natureza da energia irradiada pelo Sol. Baseando-se na teoria de que essa energia resultava do resfriamento da matéria primitiva, deduziu as idades mínimas de 500 milhões de anos para a Terra e 100 milhões para o Sol. Estas conclusões, que suscitaram as mais vivas polêmicas, eram consideradas exageradas. O conhecimento moderno revelou que, em verdade, o erro era por falta.

Essa intensa atividade foi acompanhada de honrarias que culminaram, em 1892, com o título de barão Kelvin de Largs, na Inglaterra. No mesmo ano recebeu a Ordem do Mérito. Dois anos antes havia se tornado presidente da Royal Society e dois anos depois foi eleito chancellor da Universidade de Glasgow.

Em nenhum momento, porém, modificou seus hábitos, sempre caracterizados pela modéstia. Proveniente de uma família muito numerosa, Lorde Kelvin havia desposado, em 1852, Margaret Grums. Brilhante e culta, mas de saúde frágil, Margaret faleceu, ainda jovem, em 1870.

Tornando a viajar sem descanso, Lorde Kelvin encontrou e desposou quatro anos depois, na ilha da Madeira, Francis Blandy. Esta união se estendeu, serena, pelo espaço de trinta anos.

Deixando mais de trezentos trabalhos publicados, o infatigável cientista morreu no dia 17 de dezembro de 1907, em Netherall, na mesma Escócia da qual haviam emigrado os seus antepassados. Seu sepultamento deu-se, com todas as honras, na Abadia de Westminster. Com ele, desaparecia o tipo de físico e engenheiro que havia simbolizado o século XIX e que representava o espírito otimista e empreendedor daquela época.


Fonte:
http://br.geocities.com/saladefisica3/biografias/kelvin.htm

História do Cubismo




Mariana Póvoas de Souza e Sarah Carvalhaes Lopes



INTRODUÇÃO
Cubismo: Este movimento artístico tem seu surgimento no século XX e é considerado o mais influente deste período. Com suas formas geométricas representadas, na maioria das vezes, por cubos e cilindros, a arte cubista rompeu com os padrões estéticos que primavam pela perfeição das formas na busca da imagem realista da natureza. A imagem única e fiel à natureza, tão apreciada pelos europeus desde o Renascimento, deu lugar a esta nova forma de expressão onde um único objeto pode ser visto por diferentes ângulos ao mesmo tempo.

CUBISMO
Historicamente o Cubismo originou-se na obra de Cézanne, pois para ele a pintura deveria tratar as formas da natureza como se fossem cones, esferas e cilindros. Para Cézanne, a pintura não podia desvincular-se da natureza, tampouco copiava a natureza; de fato, a transformava. Ele dizia: “Mudo a água em vinho, o mundo em pintura”. E era verdade. Em suas telas, a árvore da paisagem ou a fruta da natureza morte não eram a árvore e a fruta que conhecemos - era pintura. Preservavam-se as referências exteriores que as identificavam como árvore ou fruta, adquiriam outra substância: eram seres do mundo pictórico e não do mundo natural. Por isso, é correto dizer que Cézanne pintava numa zona limite, na fronteira da natureza e da arte.

Entretanto, os cubistas foram mais longe do que Cézanne. Passaram a representar os objetos com todas as suas partes num mesmo plano. É como se eles estivessem abertos e apresentassem todos os seus lados no plano frontal em relação ao espectador. Na verdade, essa atitude de decompor os objetos não tinha nenhum compromisso de fidelidade com a aparência real das coisas.

O pintor cubista tenta representar os objetos em três dimensões, numa superfície plana, sob formas geométricas, com o predomínio de linhas retas. Não representa, mas sugere a estrutura dos corpos ou objetos. Representa-os como se movimentassem em torno deles, vendo-os sob todos os ângulos visuais, por cima e por baixo, percebendo todos os planos e volumes.

Principais características:
• Geometrização das formas e volumes
• Renúncia à perspectiva
• O claro-escuro perde sua função
• representação do volume colorido sobre superfícies planas
• sensação de pintura escultórica
• cores austeras, do branco ao negro passando pelo cinza, por um ocre apagado ou um castanho suave

Braque e Picasso, seguindo a lição de Cézanne deram inicio à geometrização dos elementos da paisagem. Braque enviou alguns quadros para o Salão de Outono de 1908, onde Matisse, como membro do júri, os viu e comentou: “Ele despreza as formas, reduz tudo, sítios, figuras e casas, a esquemas geométricos, a cubos”. Essa frase, citada por Louis Vauxcelles, em artigo publicado, dias depois, no Gil Blas, daria o nome ao movimento.

O cubismo se divide em duas fases:
Cubismo Analítico - (1909) caracterizado pela desestruturação da obra em todos os seus elementos. Decompondo a obra em partes, o artista registra todos os seus elementos em planos sucessivos e superpostos, procurando a visão total da figura, examinado-a em todos os ângulos no mesmo instante, através da fragmentação dela. Essa fragmentação dos seres foi tão grande, que se tornou impossível o reconhecimento de qualquer figura nas pinturas cubistas. A cor se reduz aos tons de castanho, cinza e bege.

Cubismo Sintético - (1911) reagindo à excessiva fragmentação dos objetos e à destruição de sua estrutura. Basicamente, essa tendência procurou tornar as figuras novamente reconhecíveis. Também chamado de Colagem porque introduz letras, palavras, números, pedaços de madeira, vidro, metal e até objetos inteiros nas pinturas. Essa inovação pode ser explicada pela intenção dos artistas em criar efeitos plásticos e de ultrapassar os limites das sensações visuais que a pintura sugere, despertando também no observador as sensações táteis.

Principais artistas:
Pablo Picasso - (1881-1973) Tendo vivido 92 anos e pintado desde muito jovem até próximo à sua morte passou por diversas fases: a fase Azul, entre 1901-1904, que representa a tristeza e o isolamento provocados pelo suicídio de Casagemas, seu amigo, são evidenciados pela monocromia e também a representa a miséria e o desespero humanos; a fase Rosa, entre 1904-1907, o amor por Fernande origina muitos desenhos sensuais e eróticos, com a paixão de Picasso pelo circo, iniciam-se os ciclos dos saltimbancos e do arlequim. Depois de descobrir as artes primitivas e africanas compreende que o artista negro não pinta ou esculpi de acordo com a tendência de um determinado movimento estético, mas com uma liberdade muito maior. Picasso desenvolveu uma verdadeira revolução na arte. Em 1907, com a obra Les Demoiselles d’Avignon começa a elaborar a estética cubista que, como vimos anteriormente, se fundamenta na destruição de harmonia clássica das figuras e na decomposição da realidade, essa tela subverteu o sentido da arte moderna com a declaração de guerra em 1914, chega ao fim a aventura cubista.

Podemos destacar, também o mural Guernica, que representa, com veemente indignação, o bombardeio da cidade espanhola de Guernica pelos aliados alemães de Franco, em abril de 1937, responsável pela morte de grande parte da população civil formada por crianças, mulheres e trabalhadores.



Georges Braque - (1882-1963, 81 anos) Foi um pintor e escultor francês que juntamente com Pablo Picasso inventaram o Cubismo. Braque iniciou a sua ligação as cores, na empresa de pintura decorativa de seu pai. A maior parte da sua adolescência foi passada em Le Havre, mas no ano de 1889, mudou-se para Paris onde, em 1906, no Salão dos Independentes, expôs as suas primeiras obras no estilo de formas simples e cores puras (fovismo). No Outono de 1907, conheceu Picasso com quem se deu quase diariamente até que em 1914 devido a Grande Guerra se separaram. Braque foi mobilizado e ferido na cabeça em 1915, tendo sido agraciado com a Cruz de Guerra e da Legião de Honra. Durante dois anos, devido ao ferimento esteve afastado da pintura.




CUBISMO NO BRASIL
O cubismo pode ser considerado uma das principais fontes da arte abstrata e suas pesquisas encontram adeptos no mundo todo. No Brasil, influências do cubismo podem ser observadas em parte dos artistas reunidos no modernismo de 1922, em alguns trabalhos de Vicente do Rego Monteiro, Antonio Gomide e sobretudo na obra de Tarsila do Amaral. O aprendizado com André Lhote, Gleizes e, principalmente, com Léger reverbera nas tendências construtivas da obra de Tarsila, em especial na fase pau-brasil. A pintora vai encontrar em Léger, especialmente em suas "paisagens animadas", motivos ligados ao espaço da vida moderna - máquinas, engrenagens, operários das fábricas etc. - e o aprendizado de formas curvilíneas. Emblemáticas do contato com o mestre francês são as telas criadas em 1924, como Estrada de Ferro Central do Brasil e Carnaval em Madureira. Não se pode mencionar o impacto do cubismo no Brasil sem lembrar ainda de parte das produções de Clóvis Graciano e de um segmento considerável da obra de Candido Portinari, evidente em termos de inspiração picassiana.

Tarsila do Amaral - (1886 - 1973) Aluna de seu amigo Fernand Léger por apenas algumas semanas em outubro 1923, Tarsila absorveu do mestre sua característica síntese geométrica. Também próxima de outro cubista, este mais militante, Gleizes, com ele a pintora paulista aprendeu a estruturar o quadro, sem figuração, não planos ou recortes de figuras dispostas, mas planos interligados, integrados. Ao contrário da experiência relâmpago com Léger, a passagem pelo ateliê de Gleizes foi mais duradoura e marcante na sua obra posterior. De volta do Brasil, em dezembro de 1923, dá entrevista ao Correio da Manhã em que se autodenomina uma pintora cubista “movimento que nasceu com a fragmentação da forma”. Era, pois, a continuação do impressionismo “a fragmentação da cor”. “Estou ligada a esse movimento que tem produzido efeitos nas indústrias, no mobiliário, na moda, nos brinquedos, nos 4 mil expositores do Salão de Outono e dos Independentes”, disse ela ao jornal em reportagem publicada no dia de Natal.
Apesar de não ter exposto na Semana de 22, colaborou decisivamente para o desenvolvimento da arte moderna brasileira, pois produziu um conjunto de obras indicadoras de novos rumos. Em 1923, quando esteve na Europa manteve contato com artistas europeus, além de Léger, Picasso, De Chirico e Brancussi. Em 1928, deu início a uma fase chamada Antropofágica. A essa fase pertence a tela Abaporu cujo nome, segundo a artista é de origem indígena e significa “Antropófago”. Também usou de temática social nos seus quadros como na tela Operários.





Bibliografia:
http://www.historiadaarte.com.br/cubismo.html
http://www.suapesquisa.com/artesliteratura/cubismo/
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/pablo-picasso/pablo-picasso-4.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cubismo




Fonte:

Segunda Guerra Ítalo-Etíope



Por Emerson Santiago

A Segunda Guerra Ítalo-Etíope foi o segundo conflito envolvendo o Reino da Itália e o Império Etíope, ocorrido entre outubro de 1935 e maio de 1936. Cerca de quarenta anos depois da primeira tentativa de ocupar e colonizar o país africano, os italianos, agora sob a bandeira fascista, estavam de volta e dispostos a concretizar o sonho de restabelecer o Império Romano quase 1500 anos depois de seu colapso. De fato, caso a conquista fosse bem sucedida, os territórios italianos de ultramar totalizariam uma área de dimensões similares ao conquistado na antiguidade.

Um pouco antes, em 1928, os dois países haviam estabelecido os limites entre o território etíope e a colônia italiana da Somália. Dois anos depois a Itália iria desrespeitar este tratado e construir um forte no oásis de Walwal (Ual-Ual, na grafia em italiano), dentro de território etíope. Pouco depois, o forte era alvo de ataque, no qual centenas de soldados etíopes morreram, no que ficou conhecido como “incidente de Walwal”.

Os protestos do país africano na Liga das Nações não foram considerados, pois britânicos e franceses não queriam confronto com a Itália, enxergando no país um forte aliado contra a Alemanha nazista. Ficava evidente a fragilidade daLiga das Nações, da qual Etiópia e Itália eram membros de pleno direito, e devido a interesses políticos e estratégicos, a soberania de um de seus integrantes era sacrificada sem qualquer cerimônia. Estava aberto o caminho para a invasão italiana.

Em cerca de oito meses, com uma força muito bem equipada, que incluía moderna artilharia, carros, tanques, caminhões, aviões, além de soldados bem treinados, os italianos conseguem finalmente tomar o país africano, que por sua vez, contava com um exército na sua maioria sem treinamento formal, armado de arco e flechas, lanças, alguns rifles (cerca de um terço do exército etíope possuía rifles, fabricados quase todos antes de 1900) e algumas peças de artilharia, caminhões, meia dúzia de tanques e três aviões.

Ao ser conquistada, a Etiópia foi anexada à Eritreia e à Somália Italiana, formando um imenso território, dividido em seis províncias. Os italianos utilizaram de violência contra qualquer local que se pronunciasse contra sua conquista, e aboliram a escravidão. Melhorias nos transportes, condições sanitárias, comunicações se seguiram, ao custo de uma brutal repressão do governo instalado em Adis Abeba, a nova capital do que agora era chamada África Oriental Italiana (AOI).

Ao discursar em Roma, logo após a tomada de Adis Abeba, Mussolini irá declarar a restauração do Império, agora sob sua conduta. O discurso marca o auge da popularidade, poder e prestígio do duce, que presencia uma multidão exaltada com seu feito. A glória de Mussolini não durara muito tempo, pois sua decisão de entrar na guerra ao lado dos alemães em 1940 se mostraria fatal para ele e para as conquistas italianas. A Etiópia reconquistaria sua independência em 1941, cinco anos após sua invasão.

Bibliografia:

Second Italo – Abyssinian War 1935-1936 (em inglês). Disponível em <http://www.warchat.org/history/history-world/second-italo-abyssinian-war-1935-1936.html>. Acesso em: 08 abr. 2012.

The Second Italo-Abyssinian War: Why Ethiopia Lost to Italy (em inglês). Disponível em <http://www.omahabeach.org/wwii/pre-war-events/the-second-italo-abyssinian-war-why-ethiopia-lost-to-italy/>. Acesso em: 08 abr. 2012.




Fonte:

Astros do rock no auge e muitos anos depois


O tempo é arisco com todos. Mas com as estrelas do pop e do rock, com a superexposição midiática, ele é bem mais carrasco:



Mick Jagger. caras e bocas



Michael Stipe, a cara do REM



Keith Richards, maracujando bonito



Bruce Springsteen. Reparou que ele era meio Che Guevara?



Debbie Harry, vocalista do Blondie. Ainda sexy?



Patti Smith ficou parecida com Ozzy Osbourne



Por falar em Ozzy Osbourne... 'Procuram-se neurônios'



Steven Tyler, vocalista do Aerosmith e pai da Liv



Iggy Pop, o homem-lagartixa



Bob Dylan e seu bigode à la Zé Botininho

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David Lee Roth, o eterno vocalista esquisitão do Van Halen



Ron Wood pelo menos não mexeu no nariz



Axl Rose, com jeitão de vocalista do Motörhead



Robert Plant, curtindo uma "stairway to heaven"



David Bowie. Olha, Bowie tem que agradecer ao tempo...



Rod Stewart, também maracujando: "Do ya think I'm sexy?"



Tom Petty continua sem sal



Steve Perry, vocalista do Journey. Ficou com a cara do Kiko, né?



Sting abandonado pela cabeleira



David Coverdale, estrela do Deep Purple e do Whitesnake, com cabelo bem tratado



Neil Young com cara de vilão de filme B



Bono Vox com cara de bolacha irlandesa



Slash, ainda muito chapado...



Gene Simmons, o linguarudo do Kiss



Sinead O'Connor, do sucesso-chiclete "Nothing compares to you"


Fonte:O GLOBO
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Ética, Direitos Humanos e a Profissão do Historiador



Por: simone de assis

A discussão sobre as relações entre ética, direitos humanos e profissão do historiador exige uma conceituação prévia de alguns termos, a fim de não repetirmos discursos anteriores com o objetivo de não tornar a análise retórica.
Antes de tudo, é preciso lembrar que na filosofia e nas ciências sociais, Heráclito superou Parmênides, isto é, o movimento e a transformação se impuseram diante das essências imutáveis e fixas, o ser humano é um ser no tempo, que nele se transforma e constantemente se constitui. O tempo humano denomina-se história. Logo, valores, instituições e direitos só podem ser estudados e praticados no interior da historicidade, já que o ser humano está sempre in fieri.

Outro ponto que deve ser previamente tratado é o da necessária eliminação de um entendimento da sociedade como um todo harmônico formado de individualidades. As sociedades humanas são complexas e os seus membros se atraem ou se repelem em função de sua pertinência. O homem só não existe, mesmo quando solitário. Para se construir e entender-se, o homem precisa pertencer. Essa pertinência vai desde a linguagem, passa pelos grupos e classes sociais e invade as culturas, os saberes, e até mesmo as idiossincrasias. As sociedades não são essencialmente harmônicas. Elas estão sempre se transformando a partir dos conflitos e das contradições que a fazem mover e se transformar. Assim, as sociedades funcionam, muito mais, pela lógica das contradições do que pela lógica da identidade.

Assim, os direitos devem ser vistos não mais direitos que apenas se cristalizam em leis ou códigos, mas que se constituem a partir de conflitos, que traduzem as transformações e avanços históricos da humanidade. Não podemos mais entendê-lo como fruto de uma sociedade abstrata de sujeitos individuais, mas como a expressão coativa de tensões e contradições engendradas pelos embates de interesses e projetos de grupos sociais. O direito, para ser entendido em sua concretude, necessita de ser visto sob o ângulo do contexto que lhe deu origem, dos processos que o constituíram, das formas como foi normatizado e dos efeitos que gera nas sociedades.

Outro ponto importante que não deve ser descurado é o da evidente natureza valorativo-ideológica do direito. Tratar de direito significa tratar de concepções do mundo e do homem, tratar de escolhas valorativas de condutas a serem premiadas, ou punidas, tratar das concepções de sociedade e Estado. Assim, é inarredável a dimensão ética ou antiética do direito, dependendo do olhar do grupo social que o encara. O direito é um fenômeno complexo, muitas vezes ele é confundido com lei, que é uma de suas expressões - o denominado direito positivo. Mas o direito também está se fazendo no dia-a-dia das sociedades por aqueles que estão excluídos de suas normas. Dai podermos concluir que o direito positivo, por expressar os comandos de quem detém o aparelho do Estado, não tutela o bem de todos, mas daqueles que pertencem aos grupos hegemônicos em dada sociedade. Isso não quer dizer que outros direitos não estão surgindo pelas lutas, reivindicações e pressões dos que se organizam para ter seus direitos consignados.

O "humano" não é um conceito unívoco. O entendimento que os seres humanos têm de si, individual e coletivamente, varia no tempo, no espaço e nas culturas. Logo, falar em direitos humanos no século XVIII francês não tem o mesmo significado de tratar o mesmo tema, hoje, no Brasil. As mudanças históricas impuseram novos problemas e novos entendimentos que propiciam um outro referencial para os direitos humanos.

Os valores éticos ali consignados eram os da liberdade, entendida de uma forma concorrencial e justificadora da força, conforme a expressão, até hoje muito usada, segundo a qual minha liberdade termina onde começa a liberdade do outro; da propriedade, para que se evitasse danos a um dos institutos fundamentais do modo de ser e de produzir da burguesia; da segurança, com o fito de se evitar que um novo absolutismo viesse a desconstituir as conquistas alcançadas; da igualdade, baseado no fato de todos os seres humanos serem portadores de razão e vontade livre. Esses valores traduziam as concepções vigentes da burguesia e significaram a definitiva laicização dos direitos, que passam a ser dos homens, construídos por eles para regular suas relações, segundo principais racionais.

A profissão do historiador esteve muito ligada as questões de forças e envolvida diretamente a política por ter uma alta capacidade de manipulação que oferece, o historiador trata da identidade de um povo, onde sua história é o que possibilita o reconhecimento dos indivíduos em uma mesma sociedade. As pessoas se reconhecem como parte de um conjunto e suas lembranças são comuns e o profissional de história é quem consolida essa memória, assim, se torna inviável pensar ética e direitos humanos sem a profissão do historiador pois um é complemento do outro, onde o historiador precisa de ética para desenvolver um bom trabalho, direitos humanos onde as pessoas não podem ser privadas da verdade dos fatos ou do pertencimento a ele, como o historiador deve possuir o direito humano de escrever a verdade.

Nesse contexto, a contemporaneidade vai urdindo novas situações que demandam por novas opções éticas e pela consignação de novos direitos. A produção apresenta sua clara dimensão fáustica, a se usar a expressão de Marshall Bermann.
A grande questão ética imbricada no breve relato até aqui feito é a de optarmos sobre questões valorativas que não admitem meio termo. Estamos ao lado da vida ou da morte, em termos de conduta e não somente no discurso? A opção pelo valor vida significa a luta concreta no sentido da preservação e melhor qualidade de vida, no campo dos direitos humanos. Optamos pela invenção democrática, ou pela preservação das leis autoritárias iníquas? A opção ética que fizermos nos levará a uma participação, enquanto cidadãos organizados, na construção de uma sociedade participativa, com maior igualdade, onde o poder político esteja centrado na coletividade. Esta é uma forma de constituir a liberdade no processo histórico. Procuramos participar em nossa categoria profissional como seu agente transformador e a promovemos como agente coletivo de concretização dos direitos humanos? Tais perguntas podem, à primeira vista, parecer personalistas. Mas não podemos nos esquecer que os direitos só podem ser concretizados por uma ação ético-política. O recente caso do impeachment presidencial mostra a correlação necessária entre ética, política e direito. Não é possível tratarmos direitos humanos, ou mesmo o direito positivo, sem que nos refiramos a ideologias, valores, projetos históricos, opções existenciais coletivas e pessoais. Também não é possível entendermos direitos, sem que tenhamos em mente que os direitos sempre são políticos, já que são normas de controle de poderes, ou são pautas ainda não realizadas pelos poderes sociais ou, ainda, são prenúncio de novos poderes.


Se empobrecermos a profissão do historiador o privando da ética, deixando-a para o campo dos mandamentos dos códigos, se admitirmos o direito tão-somente como um conjunto de leis de um dado Estado, toda esta discussão não tem sentido, pois retira a ética de seu papel de expressão valorativa do crescimento humano e coloca o direito como mero conjunto de procedimentos rituais sintáticos. A luta passa pela movimentação no sentido do respeito aos direitos que já estão consignados na Constituição e desborda pela construção solidária de uma sociedade em que a justiça signifique o fim das repressões, das opressões, dos preconceitos, das desigualdades sociais, da degradação ambiental e humana, do desrespeito ao trabalhador, a criança, ao sem-terra, para citar alguns exemplos, e promoção da vida e da dignidade humana. Isso quer dizer que a luta é continua, árdua, difícil, e exige de nós, a todo tempo, a construção e reconstrução ética, se optarmos pela concretização dos direitos humanos da história.

Escravidão no Brasil


Os africanos capturados eram convertidos em força de trabalho no ambiente colonial brasileiro.


Durante o Brasil Colonial, a mão-de-obra escrava foi de suma importância para a exploração das riquezas. Portugal – pretendendo dar sustentação ao seu modelo de colonização exploratória – buscou na exploração da força de trabalho dos negros uma rentável alternativa. Além de viabilizar a exploração das terras brasileiras, o tráfico negreiro potencializou o desenvolvimento de outras atividades econômicas.

O transporte de escravos motivou a produção de um maior número de embarcações que realizassem tal serviço. A sustentação das populações escravas na colônia também incrementava os lucros da metrópole ao demandar o consumo de tecidos de algodão e outros produtos manufaturados. Ao longo de todo nosso processo de colonização, o tráfico negreiro foi responsável pela introdução de aproximadamente 4 milhões de africanos pertencentes às mais diferentes culturas e etnias.

Ao contrário do que muitos imaginam, a questão da escravidão era inerente a algumas culturas africanas. Na grande maioria das vezes, os portugueses firmavam um tipo de acordo comercial com líderes tribais que se responsabilizavam pela obtenção de escravos. Depois de capturados, esses eram entulhados no porão de um navio negreiro onde passavam por lastimável situação. Muitos dos capturados acabavam falecendo no interior do navio devido à falta de mantimentos ou a superlotação.

Chegando ao Brasil, os africanos capturados eram tratados como “bens semoventes” a serem exibidos nos pontos de comercialização. Evitando a organização de uma possível rebelião, os comerciantes de escravos tinham o cuidado de separar os escravos que tivessem algum tipo de laço afetivo ou familiar. Ao serem obtidos por um grande proprietário de terras, esses escravos eram alocados em uma habitação coletiva chamada de senzala.

A rotina de trabalho imposta aos escravos era extremamente pesada. Todo tipo de trabalho braçal era destinado a esses trabalhadores. Para fiscalizar o cumprimento de suas tarefas diárias, o fazendeiro contava com o auxílio de um capataz responsável pela vigilância e a punição dos subordinados. Os maus tratos, as excessivas horas de trabalho e a má alimentação faziam com que um escravo adulto tivesse uma expectativa de vida de, no máximo, dez anos.

Uma minoria dos escravos não partilhava dessa dura realidade. Alguns escravos de maior confiança eram utilizados para as tarefas em ambiente doméstico e dormiam em instalações próprias. Nos centros urbanos também haviam os chamados “escravos de ganho”, que não eram utilizados em tarefas que exigiam esforço físico. Em geral, esses escravos eram responsáveis pela comercialização de bens manufaturados ou na administração de um pequeno comércio.

A condição humilhante da grande maioria dos escravos motivava a realização de revoltas ou a adoção de outras estratégias de resistência. Muitos escravos organizavam fugas e procuravam formar comunidades independentes do poder do senhor de engenho. Essas comunidades eram mais conhecidas como quilombos e desafiavam o modelo de organização social imposto pela administração colonial. O mais famoso desses quilombos fixou-se na região de Alagoas com o nome de Palmares.

Sendo uma experiência histórica que marcou o desenvolvimento de toda a sociedade brasileira, a escravidão ainda reverbera com bastante força na contemporaneidade. A questão do preconceito racial ainda reflete o sectarismo que definiu a posição subalterna reservada aos negros. Hoje em dia, movimentos de afirmação da identidade negra e ações governamentais tentam dar fim a esse processo de exclusão constituído ao longo de séculos.

Por Rainer Sousa

Fonte:

Émile Durkeim - Karl Marx - Max Weber - Cultura e Sociedade

Josilene Queiroz Santos

CULTURA E SOCIEDADE
ÉMILE DURKEIM (1858-1917 )
Émile Durkeim, francês, um dos fundadores da sociologia moderna, utilizou métodos científicos para realizar o estudo dos grupos sociais.

Para ele, todos os problemas que atingiam a sociedade seria de natureza moral, ou seja, as desigualdades sociais e econômicas não teriam origem por meio do capitalismo. Era necessário, resgatar a moralidade das relações de trabalho, essa sociologia seria uma espécie de biologia social, com finalidade de estudar a sociedade e como poderia sanar os problemas.

Os fatos sociais possuem três características:
- Coercitivo, que é exterior e que esteja generalizado. Durkeim afirma que os fatos sociais são aqueles que exercem determinada força sobre os indivíduos, obrigando-os a adaptar-se às regras da sociedade em que vivem. Nem sempre utilizava a força física. Interiorização de normas e regras, que são socialmente construídas e que pensamos que são escolhas pessoais.

-Exterioridade dos fatos sociais, os que atuam sobre os indivíduos independentemente de sua vontade ou de sua adesão consciente; as regras sociais, os costumes, as leis, já existem antes do nascimento das pessoas, são elas impostas por mecanismo de coerção social, como a educação.

- Generalidade, os fatos sociais manifestam sua natureza coletiva ou um estado comum ao grupo, como as formas de habitação, de comunicação, os sentimentos e a moral

Segundo Durkeim, à sociedade é comparada a um organismo vivo, é como um corpo humano, onde é composto por diferentes partes, cada qual com suas função específica mas dependendo umas das outras. Todas as partes trabalhariam unidas para a saúde do corpo, que deveria estar integrado, em harmonia, em ordem , para que pudesse haver o desenvolvimento, ou seja, o progresso.

Podendo ficar doente, significa que algum órgão não está funcionando, compromete o funcionamento de todo o corpo. Da mesma forma seria com a sociedade, a esse estado ele chama de doença social ou anomia, em que a sociedade se encontra sem leis e regras,permitindo a ocorrência de inúmeros conflitos de ordem moral, que deveriam ser superados, para que o estado de saúde fosse recuperado.sociedade.

Para Weber, a sociedade é fruto das ações racionais dos indivíduos, que fazem de forma consciente suas escolhas em todo campo de sua vida. Os indivíduos são dotados de capacidade, de racionalidade, o que os capacita a exercer sua vontade próipria. Coloca os indivíduos acima da sociedade, já que são eles que ¨dão vida¨à sociedade, por meio da família, igreja ...

A ação social pode ser também umaa omissão ou uma permissão, isso quer dizer, que é ação social é tudo a Esse contexto, o cientista social tem a responsabilidade de destacar o funcionamento normal da sociedade, identificando os sintomas da doença e indicando tratamento para a sociedade. Para ele, o estado é comparado ao cérebro , onde coordena as funções da sociedade em seu conjunto.

Durkheim era otimista quanto a sociedade capitalista, segundo ele, estimularia a solidariedade. O capitalismo trazia um processo de crescente especialização do trabalho,onde as pessoas eram levadas a especializar-se numa área ou num assunto, ele chamou de solidariedade orgânica, que garante a união social, em lugar dos costumes, das tradições ou das relações sociais estreitas.

A partir dessa mudança, surge outro tipo de solidariedade : - mecânica, em que os indivíduos se identificavam por meio da família, religião, tradição e dos costumes, permanecendo autônomos em relação à divisão do trabalho social e até hoje ainda existe a solidariedade mecânica.

Durkheim frisa a importância da consciência coletiva, independentemente a consciência de cada um, haveria consciência coletiva, garantindo a coesão social, ou seja, a união. Isso se dar por punições estabelecidas pela sociedade.

Durkheim considera a sociedade como um organismo vivo, o indivíduo fora da sociedade seria como um órgão separado do corpo, não teria utilidade alguma. Para ele, o indivíduo só tem valor se estiver ligado à sociedade.




KARL MARX ( 1818 – 1883)
Karl Marx, o seu nome está relacionado como comunistas, radical, socialista, entre outras.

Difere da teoria de Durkheim , pois Marx era vinculados aos trabalhares e participava ativamente da luta proletária.

Para Marx, o conhecimento poderia ser um instrumento na luta dos trabalhadores por mudanças na estrutura econômica capitalista, que era injusta e desigual. Implatou uma nova sociedade, inicialmente socialista e depois comunista.

A preocupação central não era a implatação de uma sociedade comunista. Seria fruto da ação dos trabalhadores.

Investigava e compreendia todos os detalhes da sociedade capitalista e transmitia essas informações aos trabalhadores.

Os proletários e a burguesia se completam pois os trabalhadores vendem sua força de trabalho e os capitalistas possuem os meios de produção. Segundo Marx essa relação ocultaria um conflito, pois essas classes possuiriam interesses opostos, ele chamou esse conflito como ¨luta de classes¨.

A produção das mercadorias é coletiva, isto é, realizada pela maioria da população. Com isso, apropriação das riquezas dessas mercadorias passa a ser privada, ficando apenas com uma pequena parte da população.

Segundo Marx, no capitalismo o trabalhador perde a autonomia do processo produtivo, passa a ser submissos a administradores, principalmente a partir de modernas máquinas , Marx chama de alienação.

Conseqüência da divisão do trabalho, a alienação produz o fetiche da mercadoria, é como se a mercadoria tivesse vida própria. O fetiche ocultaria a principal característica, que é ser fruto do trabalho humano.

Na teoria de Marx predomina o de mais valia, significa que o capitalista não paga ao trabalhador por tudo que ele produz, apenas o suficiente para mantê-lo vivo. Com isso os donos de negócios ficam mais ricos e os trabalhadores cada vez mais pobre.

Muita desigualdade nas negociações entre capitalistas e proletários, por meio de ação política da classe trabalhadora, seria a classe que poderia opor-se ao capitalismo, implantando uma nova sociedade – comunismo.

Os trabalhadores passa a se organizar em sindicatos com objetivo de defender os interesses dos trabalhadores.

Para Marx, o trabalho é fundamental para o homem enquanto ser social. Criou uma educação politécnica , onde incluía a educação física. Com essa educação possibilitaria que o indivíduo tivesse uma leitura ampla e transformadora, um individuo crítico.



MAX WEBER ( 1864-1920)
Weber produz uma sociologia compreensiva, preocupa-se com compreensão das atitudes dos indivíduos na quilo que o individuo faz, orientando-se pela ação dos outros.

Alguns tipos de ação social :
- Ação tradicional é determinada por tradições e costumes;

- Ação afetiva, o individuo age de acordo com suas emoções imediatas, por exemplo, vingança, desespero, entusiasmo... Quando magoa outra pessoa, agiu sem pensar.

- Ação racional com relação a fins, quando é colocado um objetivo a ser atingido e para isso é necessário recorrer aos meios disponíveis;

-Ação racional em relação a valores é determinada pela crença num valor considerado importante.

Weber concebe a sociedade composta por diferentes esferas, a econômica, a religião, política, jurídica, social, cultura – cada uma delas funcionando de maneira autônoma e desligada das demais. O conhecimento será sempre limitado.

Weber se destacou na política, ele identificou três tipos básicos de denominação legítima: - a denominação legal, a obediência se baseia na observação de estatuto , leis, normas; - a denominação tradicional, obediência em virtude da crença na santidade, exemplo, dominação dos pais em relação aos filhos; - a denominação carismática é que se baseia no carisma do líder.

Outra teoria de Weber é a interpretação que ele faz da consolidação do modo capitalista. Em sua investigação, ele identificou que a reforma protestante desenvolveu e favoreceu a acumulação capitalista.

Max Weber preocupava com a crescente burocratização da sociedade capitalista moderna. Foi necessário aumentar regulamentos e normas para serem obedecidas devido o aumento da sociedade. E que essas leis não devem ser definitivas, pode modificar no decorrer da história.


Referências:
- Apostila
- Enciclopédia
- Dicionário Aurélio



Conclusão:
Foi importante a pesquisa, a elaboração desse trabalho, onde descobri o papel de cada um deles para a nossa sociedade.

Durkheim acreditava que os indíviduos são o produto de forças sociais complexas e não podem ser entendidos fora do contexto social em que vivem. Foemulou o termo consciência coletiva para descrever o caráter de uma sociedade particulas. De acordo com Durkheim, esta consciência coletiva difere totalmente das consciências individuais que a formam.

Karl Marx, tranformou radicalmente a sociedade capitalista, dividindo em duas classes: trabalhadores e capitalista. Para Marx, o trabalho é fundamental para o homem enquanto ser social. Lutou a favor dos trabalhadores, onde suregiu os sindicatos e partidos políticos.

Tranformou a educação, criando a educação politécnica, onde incluia a educação fisíca. Com essa educação possibilitaria que o indíviduo tivesse uma leitura ampla e transformaria esse indíviduo critíco.

Max Weber, acreditava que a família, a escola tem responsabilidade de formar os indíviduos, podendo manter a ordem social. Essa é a educação racional, onde prepara o homem para viver em ordem dentro da sociedade. A educação para Weber não está vinculada como formação integral, mas uma educação como treinamento para habilitar o indíviduo a realização de cada tarefa específica.

Fonte:Pesquisas e Trabalhos escolares no Grupo Escolar

Por que a salva de funerais tem 21 tiros?





A origem mais provável data da Idade Média, quando cavaleiros europeus sepultavam militares de alta patente dando três tiros ao alto, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, para afastar maus espíritos. Os 21 tiros surgiriam depois, ainda no período medieval, quando os rituais de salva fúnebre e de gala (para cumprimentos mili- tares) se unificaram. Ao se aproximar de uma fortificação, tropas de guerra descarregavam canhões e mosquetes, demonstrando vir em paz. O procedimento também foi adotado por tripulações de navios, avisando sobre sua chegada em território alheio. Para o historiador Claudio Moreira Bento, uma das possíveis escolhas do número 21 teria se dado porque, na época, sete era a salva máxima de tiros a bordo, que devia ser respondida três vezes pelas fortificações de terra, ou seja, com 21 tiros. Daí em diante, a tradição permaneceu.

Salvas de gala homenageiam governantes e militares. Salvas fúnebres são feitas pela Força Armada
 à qual pertencia 
o falecido.

Fonte:http://mundoestranho.abril.com.br

Análise da Realidade Escolar



Josilene Queiroz Santos


1. Verificar se o Projeto Político Pedagógico (PPP) ou Proposta Pedagógica possui sintonia com a LDB, Diretrizes, PCN, etc. Analisar consistencia interna da proposta. Informar: onde a escola se situa, sua missão, a identidade do aluno que quer formar e outros itens constantes na proposta da escola...
R:Objetivo de formar cidadãos felizes e conscientes de sua importancia na construção de uma sociedade mais equânime, capaz de se apropriar-se das ferramentas de comunicação e expressão necessárias á inserção social e a utilização plena de seus direitos e deveres. Sua missão, contribuir com odesenvolvimento da personalidade dos alunos e sua participação na construção do bem comum; compreender direitos e deveres, o respeito á dignidade e a liberdade fundamentais ao homem; levar o aluno a apropriar-se das informações consolidadas e formar-se como cidadão.

2. Verificar se a proposta possui clareza conceitual, coerência entre diagnóstico, objetivos e ações.
R:A proposta da escola estadual Nadja precisa ser revistas em alguns conceitos e atualizar seu projeto politico pedagogico, trabalhar de algumas maneiras diferentes pois se trata de uma área bastante critica na região, e crianças muito carentes, havendo a necessidade até mesmo de integrar os alunos, pois para muitos este é o único espaço de harmonia e de alimentaçao diária. Por se tratar deste tipo de clientela a escola tem tido bastante progresso nesses 14 anos e tem trazido muitos beneficios á comunidade. Comporta um grupo de profissionais qualificado no ensino/aprendizagem das crianças. A proposta anual vista possui clareza e coerencia, só precisa ser seguida rigorosamente durante o ano letivo para ter-se um bom resultado e assim os objetivos serão concretos.

3. Verificar se há viabilidade de execução da proposta.
R:A proposta identifica algumas alterações no decorrer do ano, porém com todo progresso identificado pode se dizer que há viabilidade, mas não é suficiente para deixar as coisas como estão, há a necessidade de continuo trabalho e execução da proposta pedagogica.

4. Organização da Escola: horário, turnos, número de alunos, distribuição de séries, e turmas.
R:O horário das aulas é das 7:00 ás 17:30h, período manhã e tarde, a escola comporta em média 844 alunos, da 1° a 4° série, turmas A, B, C, D e E.

5. Formas de tratamento e ações para problemas disciplinares, normas de convivência, tratamento a ser dispensado aos pais etc.
R:Em cada sala de aula há uma norma pendurada, pois cada professor tem autonomia para tomar as atitudes nas salas, se o caso se torna mais alarmante é encaminhado á diretoria, solicita a apresentação dos pais, e se necessário envia para o Conselho Tutelar.

6. Projetos desenvolvidos pela escola ou pelos professores.
R:Hora da leitura, enriquecimento curricular, prevenção, cuidados com a água, dengue, saúde bucal, trânsito, vacinas, etc.

7. Formas (ou projetos) de inclusão e atendimento a alunos com necessidades especiais.
R:Existem 6 alunos inclusões e a escola trabalha com os projetos da Secretaria de Educação. Cada aluno tem uma estagiária acompanhando o desenvolvimento.

8. Filosofia e príncipios da escola: perfil da comunidade, fins educativos etc.
R:A escola esta inserida num bairro residencial considerado um dos mais violentos da cidade. O nível sócio-econômio-cultural é heterogênio e em muitos casos, colocando as crianças em vulnerabilidade e risco social e um percentual de 37% desemprego, 41% autônomos, e muitos sobrevive da coleta de lixo. A escola apresenta um numero não representativo de alunos com dificuldades de aprendizagem, cujas causas são diversas, muitas delas ligadas a ausência dos pais ou responsáveis e nível sócio-cultura-econômico.

9. Organização do currículo: por disciplina, por módulo, por tema, por área de conhecimento, por projetos ou outras formas; utilização de livros didáticos; propostas de interdisciplinaridade.
R:O curriculo é organizado por área de conhecimento.

10. Atividades propostas: para envolvimento da comunidade, culturais, cívicas, outras...
R:A gestão participativa se dá atravês da comunidade escolar na tomada de decisões, e sua real participação nos conselhos de classe/serie, conselho de escola, APM (Associação de Pais e Mestres) e Grêmio Infantil. A escola conta com pouca participação dos pais e comunidade. Porém, quando convocados para assembléia, no inicio do ano letivo, a presença é significativa, o que não acontece em reuniões de conselhos, APM, planejamento e elaboração da proposta pedagogica. Para compreender e apartir daí melhorar as expectativas de participação dos pais e alunos na vida escolar, foi elaborada a Avaliação Institucional em 2006 para levantamento dos enraves e dificuldades, bem como as satisfações e insatisfações no ambito escolar com os serviços prestados pelos diferentes segmentos.

11. Processo de avaliação: conceito de avaliação expresso na proposta, indicadores, critérios para promoção, usos dos resultados, procedimentos de recuperação, aceleração, acompanhamento individual, encaminhamento dos alunos com difculdades; planos de adaptação, dependência (se houver), formas de recuperação;
R:A aprendizagem do aluno e sua formação geral deixam a desejar por motivos diversos, bem com o excesso de faltas, ausência dos responáveis, falta de conhecimento teórico dos professores a fim de atender as diferentes especialidades dos alunos, comunidade rotativa o que aumenta o percentual de alunos não alfabetizados. Avaliação: filha individual de aluno; mapa de classe; portifólio; diário de classse; caderno piloto; registro do rendimeno escolar em escala numerica de 0 (zero) a 10 (dez), em numeros inteiros. Art.1° da Res.SE n°30 de 10/05/07. As avaliações são continuas, mensais e bimestrais e avaliação global. Será considerado como patamar indicativo de desenvolvimento escolar satisfatorio a nota igual ou superior a cinco. Art. 3° da Res.SE n°30 de 10/05/07. A identificação da corencia entre as ações realizadas e a proposta pedagogica com as caracteristicas da comunidade local, é feita por meio da valorização e respeito á capacidade de crescimento individual e desenvolvimento cognitivo de cada aluno. Os da dos utilizados para replanejar e corrigir rumo são: avaliação diagnostica inicial; SARESP (Sistema de Avaliação e Rendimento Escolar do Estado de São Paulo); avaliação bimestral e cotinua; resultados das reuniões de conselhos de aluno e conselho de classe/serie.

12. Calendário: Total de dias letivos, período de férias e recesso, planejamento, reuniões, eventos.
R:Dias letivos: 12/02 á 27/04; 02/05 a 13/07, 02/08 á 29/09, 01/10 a 21/12.

Eventos: 28/04 festa do pastel, 23/06 festa junina, 22/09 primavera, 24/11 festa do orvete e 08/12natal.

Reuniões: HTPC 2°feira manha 11:40 as 13:10h, tarde 17:10 ás 18:50h.

O periodo de férias ocorre nos inicios e finais de ano, e recesso se ocorreer tudo conforme o calendario, é no mês de julho.

13. Plano de formação continuada para os professores: planos, metas, ações, propostas, recursos, outros.
R:Continuidade dos projetos desenvolvimdos na unidade escolar, bem como a recuperação Continua e o Reforço paralelo; troca de experiencias e estudos reflexivos em HTPCs; avaliação constante do professor e do seu trabalho em sala de aula: Ação-Reflexão-Ação.

14. Plano de avaliação da instituição: proposta ou formas.
R:Avaliação das estratégias utilizadas para verififcar o compromisso dos professores com a aprendizagem é realizada atraves de verificação das atividades desenvolvidas dentro e fora de sala, em cadernos individuais, piloto, portifolio e avaliação bimestrais; visitas as salas de aula, participaçao nos HTPCs, planejamento e replanejamento, reuniões pedagogicas, relacionamento professor, aluno e pais; dominio de sala de aula etc. a escola inicia o ano letivo explicitando aos pais a forma pela qual se dara o desenvolvimento das atividades pedagogicas.

15. Plano de ação da escola: metas, ações a serem alcançadas etc.
R:Objetivo: alfabetizar o maior numero possivel de alunos nas 1° séries e nas demais em continuidade, assegurar e garantir uma educação de qualidade e permanencia na escola, bem como auxilia na formação global do aluno.

Metas: possibilitar momentos de interação do professor /aluno em defasagem de aprendizagem, maior comprometimento de todos os envolvidos no processo educacional, tendo em vista as peculiaridades proprias da clientela atraves da: –participação efetiva de todos os professores no curso letra e vida; - 100% de alunos alfabetizados ao final da2°série.
Fonte:Pesquisas e Trabalhos escolares no Grupo Escolar