24.3.15

30 Photos of Famous Aviator Amelia Earhart from the 1920s-1930s



Amelia Earhart (1897 – 1937) was an American aviation pioneer and author. The ambitious pilot started flying lessons when she was 21 years old.

In 1932, the late Amelia Earhart became the first woman to fly solo across the Atlantic Ocean. In 1937, as she attempted a flight around the globe, she and her navigator, Fred Noonan, vanished over the South Pacific and were never heard from again. She set many other records, wrote best-selling books about her flying experiences and was instrumental in the formation of The Ninety-Nines, an organization for female pilots.



Amelia Earhart, c.1928.





Amelia Earhart, Los Angeles, 1928.





Earhart and Putnam in 1931.





Studio portrait of Amelia Earhart, c. 1932.





Amelia Earhart of transatlantic fame is received by President Coolidge. She is shown in this photograph with Porter S. Adams, President of the National Aeronautic Association, November 2, 1928.





Carl Spaatz and Amelia Earhart posed with seven other people, between ca. 1928 and 1937.





Herbert Hoover presenting the National Geographic Society medal to Amelia Earhart; with Dr. Gilbert Grosvenor, at left. White House, Washington, D.C., June 21, 1932.





Amelia Earhart standing with Mayor James Walker of New York, c.1932.





Amelia Earhart, 1932.





Amelia Earhart, 1932.





Amelia Earhart, 1932.





Herbert Hoover and Amelia Earhart, at White House, Washington, D.C., 1932.





Amelia Earhart, 1932.





Amelia Earhart, center. White House, Washington, D.C., c.1932-1933.





Amelia Earhart, 1935.





Royal S. Copeland and Amelia Earhart, 1936.





Amelia Earhart, 1936.





Royal S. Copeland and Amelia Earhart, 1936.





Amelia Earhart in airplane, 1936.





Amelia Earhart and Mrs. Franklin Roosevelt photographed as they approached the National Geographic Society where the conquorer of the Atlantic and the pacific by air addressed the members, 1935.





Amelia Earhart in front of an airplane in the 1930s.









Amelia Earhart stands in front of her bi-plane called 'Friendship' in Newfoundland, June 14, 1928.





An undated file photo shows Amelia Earhart.





Amelia Earhart smiles upon arriving in London, England, May 22, 1932.





Amelia Earhart and Fred Noonan on their stopover in Brazil on round the world attempt.





Amelia Earhart waves from the Electra before taking off from Los Angeles, Ca., March 10, 1937.









An undated 1930's file photo shows US aviator Amelia Earhart looking through the cockpit window of an aircraft in Essonne, France.





Photograph showing Amelia Earhart sitting in the cockpit of an Electra airplane, 1937.


Fonte:http://www.vintag.es/2015/03/30-photos-of-famous-aviator-amelia.html

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Vintage Photos of Coca-Cola Delivery Trucks from Between the 1900s and 1950s




Over the past 100-plus years, trucks have evolved as Coca-Cola delivery trucks attest. From the solid axles to right-hand drive to the bottles exposed to the elements, this truck looks radically different than today's modern beverage delivery trucks, but still fulfills the same function--to deliver beverages to retail customers. Below is a collection of vintage photos of Coca-Cola delivery trucks from the Coca-Cola Archives.









This 1900 photo shows a Coca-Cola delivery truck with three young boys sitting on side of truck.










The Rapid Truck, made by the Rapid Motor Vehicle Company in Pontiac, MI, was the first truck in Knoxville, TN. This photo was taken in 1909.










Two men stand by a Coca-Cola delivery truck in 1910.










This 1921 photo was featured in The Coca-Cola Bottler magazine.










Drivers stand beside their delivery trucks outside the bottling plant building in 1921.












A 1931 snapshot of a truck used by a Coca-Cola advertising department to install marketing and advertising displays.










The name of the bottler, Crawford Johnson & Co, is written on the bottom of this Ford Model AA delivery truck. Photo taken in 1931.










A 1931 photograph of a panel delivery truck in El Paso, TX.










This photo of a Model 704 delivery truck was featured in a 1936 sales booklet of The White Motor Company.










Taken on what is now the downtown connector just south of 10th street. You can see old O’Keefe high school on the right which has since been incorporated into Georgia Tech. The Georgia Tech Coliseum would be just to the right of the shot.










A Coca-Cola delivery truck sits next to a statue in 1950s Egypt.










Edinburgh Castle stands over a Coca-Cola delivery truck and Castle Street in this 1953 photo.










A 1953 photograph of a Coca-Cola delivery truck on Westminster Bridge with Big Ben and Parliament buildings in the background.










Coca-Cola being loaded aboard the Endeavor, the New Zealand Antarctic supply ship in 1957.

Fonte:http://www.vintag.es/2014/11/vintage-photos-of-coca-cola-delivery.html 


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Insurreição Praieira de Pernambuco (1848)





Por Tales Pinto

A Insurreição Praieira, iniciada em Pernambuco, em 1848, é geralmente tratada como a revolta que encerrou os ciclos de conflitos internos brasileiros iniciados com a Independência do país, em 1822. Ela ocorreu também no mesmo ano em que revoluções eclodiram em solo europeu, no evento conhecido como a Primavera dos Povos.

Ao se analisar o conteúdo reivindicativo dos rebeldes pernambucanos no “Manifesto ao Mundo”, é possível encontrar semelhanças com algumas propostas defendidas nos dois continentes. No texto escrito por Borges da Fonseca, era defendido os “10 mandamentos” da revolta: 1º - Voto livre e universal; 2º- Liberdade de imprensa; 3º- Garantia de trabalho para todos os cidadãos; 4º- Só brasileiros poderiam fazer comércio de varejo; 5º- Harmonia e independência entre os poderes políticos; 6º- Extinção do Poder Moderador; 7º- Federalismo; 8º- Garantia para os direitos individuais; 9º- Extinção da cobrança de juros; 10º- Extinção do recrutamento militar.

De acordo com as pretensões do Manifesto ao Mundo, é possível perceber o claro caráter liberal do movimento insurrecional pernambucano, através principalmente da divisão dos poderes, do fim do Poder Moderador e da garantia do voto “livre e universal”. Havia ainda a influência das correntes políticas chamadas pelos marxistas de socialistas utópicas, principalmente as animadas por Robert Owen, Charles Fourier e Proudhon.

A origem da insurreição esteve ligada às disputas econômicas e políticas entre as elites pernambucanas, principalmente entre os antigos senhores de engenho e os que haviam enriquecido mais recentemente. O acesso à compra de escravos, em um momento de combate ao tráfico por parte da Inglaterra, tornava necessário o controle do aparelho de Estado da principal província do Nordeste brasileiro naquele momento.

Os proprietários que haviam enriquecido há pouco se uniram com outros setores urbanos (bacharéis de Direito, pequenos comerciantes etc.) de Olinda e Recife, em torno do jornal Diário Novo, cuja sede se localizava na Rua da Praia, sendo esse o motivo da revolta levar o nome de Praieira. A partir desse jornal, os futuros rebeldes passaram a divulgar sua oposição política aos governos provinciais comandados pelas duas maiores famílias latifundiárias de Pernambuco: os Rego Barros e os Cavalcanti.

Porém, a oposição conseguiu o poder provincial em 1845, com a nomeação para a presidência da província de Antônio Pinto Chichorro da Gama. Controlando a máquina burocrática, os rebeldes passaram a demitir os funcionários ligados às tradicionais elites canavieiras, principalmente delegados e subdelegados. Mas a queda do governo liberal, em 1847, levou os rebeldes novamente à oposição. A tentativa de desarmá-los deu origem à insurreição.

Já existiam conflitos contra os altos preços dos produtos alimentícios, principalmente, levando a população urbana a atacar os estabelecimentos comerciais controlados por portugueses, apontados como responsáveis pela situação. Os portugueses controlavam o comércio na província, o que explica que no Manifesto fosse nacionalizado o comércio varejista.

Os enfrentamentos armados iniciaram-se em novembro de 1848 e estenderam-se até dezembro de 1850, tendo como principais lideranças dos insurrectos Pedro Ivo, João Ribeiro Roma, Nunes Machado e Antônio Borges da Fonseca. As tropas por eles comandadas conseguiram cercar Recife por um tempo, em fevereiro de 1849, mas não foram páreas para as forças legalistas, principalmente depois do apoio do governo central com armas e tropas. Os combates no interior ocorreram até dezembro de 1850. Várias lideranças foram presas e outros fugiram para o exterior. João Roma e Nunes Machado morreram em combate. Os que haviam sido presos conseguiram a anistia em 1851.

Mas a Insurreição Praieira não foi uma luta apenas da elite e das classes médias urbanas. Havia os trabalhadores artesanais e demais homens livres que pretendiam melhorar suas condições de vida e trabalho com o fim do controle comercial exercido pelos portugueses. Entretanto, como quase sempre acontece quando classes distintas se unem para uma luta social, os membros das classes mais baixas da hierarquia social também saíram derrotados.

Fonte:http://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/insurreicao-praieira-de-pernambuco-1848.htm
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Qual é a origem da gravata?

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Ela surgiu na França do final do século XVII. Tradicionais lançadores de modas, os franceses adaptaram uma peça do vestuário de um regimento croata, de passagem por Paris em 1668, para o uso diário nas ruas. Os croatas usavam um cachecol de linho e musselina que mantinha o pescoço fresco no verão e quente nos dias mais amenos de inverno (quando o frio se intensificava, era trocado por um modelo de lã). Na França, o adereço passou a ser fabricado em linha ou renda. Era usado com um nó no centro, como a gravata moderna, e tinha duas longas pontas soltas. A indumentária, usada tanto por homens quanto por mulheres, recebeu o nome de cravate, que significa "croata" em francês. Muito antes disso, porém, no século I a.C., os soldados romanos já usavam algo parecido: um cachecol úmido, amarrado no pescoço nos dias mais quentes. Mas, com o fim do Império Romano, esse hábito acabou caindo no esquecimento e só ressurgiu séculos mais tarde, para ganhar definitivamente as ruas.
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Quem inventou o sabonete?





Tudo indica que foram os antigos fenícios, 600 anos antes de Cristo, fervendo gordura de cabra com água e cinzas de madeira até obter uma mistura pastosa. A moda logo se espalhou pelos países do Mediterrâneo e chegou até a Grã-Bretanha. Foram os celtas, antigos habitantes das ilhas britânicas, que o batizaram de saipo ( termo que deu origem à palavra "sabão"). O sabão sólido, porém, só foi criado no século VII, quando os árabes inventaram o chamado processo de saponificação, a partir da fervura de uma mistura de soda cáustica, gordura animal e óleos naturais. Durante a ocupação árabe da Península Ibérica, os espanhóis aperfeiçoaram a invenção acrescentando azeite de oliva para perfumá-la. Ainda na Idade Média, os maiores centros produtores de sabão eram as cidades italianas de Gênova e Veneza, além de Marselha, na França. Na Inglaterra, Bristol e Londres concentravam a fabricação do produto.

No restante da Europa, o sabão era praticamente desconhecido - tanto que, quando a nobreza italiana, francesa ou inglesa presenteava governantes de outras nações com uma caixinha de sabão, não esqueciam de acrescentar uma descrição detalhada de seu uso. "Era um refinado artigo de luxo, caro e raro até para os nobres", diz a historiadora Teresa de Queiroz, da USP. O sabão só se tornou um produto do dia-a-dia a partir do século XIX, quando começou a ser fabricado industrialmente, barateando seu custo. Tornou-se tão popular que o químico alemão Justus von Liebig declarou que a quantidade de sabão consumida por uma nação era a melhor medida do seu grau de civilidade.

Cinco cidades em três países europeus concentravam a produção de sabão na Idade Média. No resto do continente, o artigo ainda era praticamente desconhecido

Fonte:http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quem-inventou-o-sabonete

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