13.8.15

A História de Deus: Maomé espalha a palavra



A vida de Muhammad se divide em antes e depois da Revelação (Retrato do profeta Maomé montado no Burak, guache em papel com folha de ouro, anônimo, séc. XVIII)



Por Mahmoud Hussein

O leitor ocidental que aborda a vida de Muhammad (Maomé) tem de tentar fazer um esforço de desenraizamento cultural. Aventura-se em um espaço e um tempo inabituais. É preciso, em primeiro lugar, livrar-se do hábito de pensar que só existe uma única fi gura de fundador de religião possível, a de Jesus. Renunciar a julgar o primeiro por referência ao segundo. Aceitar a diferença que separa não somente suas duas personalidades, mas também as circunstâncias em que eles pregavam. Só assim para acolher Muhammad ibn’Abdallah ibn’Abd al Muttalib – seu nome completo – em sua própria verdade.

Como seu sermão se desenvolve em uma sociedade de tradição oral, os testemunhos escritos de que dispomos para traçar seu perfil são de duas ordens. De uma parte, o Alcorão, que contém muitos versículos a seu respeito. Ele nos fornece informações confi áveis sobre diferentes eventos de sua vida, mas esparsas e lacônicas. E, de outra, os hadiths – os preceitos do profeta – e a sira – os testemunhos de seus companheiros sobre seus feitos e gestos. Esses dois corpora são infi nitamente mais ricos em informações sobre ele, porém mais problemáticos, visto que só foram transcritos muito tempo mais tarde.

Há um antes e um depois na vida de Muhammad. Antes e depois da Revelação. Antes, Muhammad era um homem sem história. No âmbito social, ele vivia em harmonia com o mundo tribal que o cercava. Nascido em Meca, no ano 570, pertencia ao clã dos Banu Abd al-Muttalib, guardiães do santuário pagão da Caaba (Ka’ba, o Cubo), venerado em grande parte da Arábia. Mas a fortuna desse clã estava em declínio. Aos 25 anos, casou-se com uma rica viúva, Kadidja, 15 anos mais velha que ele. Ela o protegeria das necessidades e, sobretudo, o apoiaria durante as provas que teria de enfrentar. No plano pessoal, ele se distinguia por disposições intelectuais que o levavam a retiros solitários para refl exões, e também por uma curiosidade que o levou a procurar a companhia dos “detentores do saber” com que ele cruzava, principalmente durante seus périplos em caravanas.

Por volta do ano 610, ele recebeu a Revelação. Deus lhe anuncia que o havia escolhido como seu último mensageiro. Sua vida entra, então, em uma fase radicalmente nova, em que ele lança um desafio frontal a alguns fundamentos da sociedade tribal da qual ele provinha e revela qualidades pessoais até então despercebidas, como para se colocar à altura da missão que lhe cabia. A Revelação se manifestou muitas vezes seguidas, para guiá-lo, revelando-lhe a Palavra de Deus sob a forma de versículos reunidos após sua morte em um livro, o Alcorão.Fonte: http://www2.uol.com.br/historiaviva/artigos/a_historia_de_deus_maome_espalha_a_palavra.html

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A História de Deus: visões do paraíso



Literatura da Suméria, Ugarit e Babilônia e tradições orais dos antepassados dos hebreus marcam a história do "Éden"






O Leviatã, figura muitas vezes identificada com a serpente do paraíso(Behemoth e Leviatã, ilustração, William
Blake, 1805)

Por Jeanne Chaillet

No início, no universo perfeito que Deus acaba de criar, há um lugar mais perfeito ainda: o jardim que ele planta com amor para habitá-lo com o homem. Lá se encontram todas as árvores do mundo, todos os animais e todos os pássaros do céu. O que falta ao homem? Uma mulher para amar, que forme com ele uma só carne. Os dois só precisariam viver na felicidade eterna, em harmonia com o Criador. No entanto, a serpente tenta a mulher que, com seu marido, come o fruto proibido da árvore do conhecimento do bem e do mal. O mundo descamba: o animal se torna hostil, a mulher dará à luz na dor, a terra se cobrirá de espinhos, o homem penará todos os dias de sua vida antes de retornar ao pó. Tal é o veredicto de Deus, que, num último gesto de amor, faz ele próprio vestimentas para os banidos. O jardim se fecha para sempre.

A história do paraíso terrestre é marcada pelos mitos do Oriente Próximo: literatura da Suméria, da Babilônia, Ugarit e tradições orais pertencentes aos antepassados dos hebreus. Os escritos mais antigos seriam os herdeiros de um fundo lendário comum ao Oriente Próximo, veiculado por tribos nômades.

UM PARAÍSO MAIS SÓBRIO

A descrição do jardim do Éden tal qual ela aparece no segundo capítulo do Gênesis é de grande sobriedade com relação àquela dos outros lugares paradisíacos orientais. “E Deus plantou um jardim no Éden.” A palavra “Éden” está presente em várias línguas semíticas e designa uma terra arável ou uma planície fértil. Quanto a nosso “paraíso”, ele vem do gregoparadeisos, cuja origem é persa: pairidaêza, o terreno da residência do rei Ciro, senhor da Babilônia e libertador dos judeus deportados. Esse terreno no meio do qual passa o rio Meandro comporta pomar, jardim e domínio de caça. Na língua corrente, paradeisos designa um pomar e traduz a palavra hebraica gan: um jardim fechado.

“O Eterno Deus faz brotar do solo árvores de todo tipo, agradáveis de ver e com bons frutos para comer, a árvore da vida no meio do jardim (...). Um rio saía do Éden para irrigar o jardim (...).” A água, as árvores e a planta da vida ocupam um grande espaço nos mitos do Oriente antigo: El, pai dos deuses de Ugarit, reino cananeu, reside nas alturas, na nascente dos rios; na Babilônia, a deusa Ishtar é aspergida com água para subir dos infernos; nas cerimônias, recolhe-se do confl uente do Tigre e do Eufrates a água de Eridu, que, acredita-se, provém diretamente do Apsou, oceano de água doce de onde sai a planta da vida.

O herói mesopotâmico Gilgamesh, em busca do precioso vegetal que lhe garantirá a imortalidade, deve ir primeiro à “embocadura dos rios”, antes de chegar num jardim cujos frutos são rubis e a folhagem, lápis-lazúli. Na Pérsia, o soberano da idade de ouro vive nas alturas, num jardim de onde brota a água da vida, que garante a fertilidade da terra, e onde crescem árvores mágicas, notadamente a da vida.

Se no Gênesis as árvores do paraíso terrestre são as de um pomar, Ezequiel, profeta do exílio, falando ao rei pagão de Tyr, toma emprestados dois outros elementos aos mitos orientais: “Tu estavas no Éden, o jardim de Deus, tu estavas coberto de toda espécie de pedras preciosas (...). Tu estavas sobre a santa montanha de Deus” (Ezequielo 28, 13-14).Fonte:http://www2.uol.com.br/historiaviva/artigos/a_historia_de_deus_visoes_do_paraiso.html

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A História de Deus: as religiões de axé



O nkisi Nkondi, em representação congolesa do século XIX



Por Tatiana Henrique Silva

Modificar seus hábitos, esquecer as suas tradições, a sua família. Ter de recriá-las em solo novo, desconhecido, distante um oceano inteiro. Essa é a já conhecida fábula ao revés enfrentada pelos escravizados na África que foram trazidos para o Brasil ao longo de séculos de sistema escravista brasileiro. Nesse período, etnias africanas – de muitas não temos tipo algum de registro, escrito ou oral – foram silenciadas perenemente, hábitos, apagados, modos de pensar, dissolvidos na travessia.

A tradição oral – isto é, o conjunto de saberes e práticas de uma sociedade, transmitidos pelas gerações através da oralidade, ou seja, da experiência coletiva cotidiana ou ritual – foi o veículo que permitiu a esses povos organizar seu planejamento identitário. Se “a oralidade é uma atitude diante da realidade”, todas as suas práticas e as ideias que as fundamentam seguem em direção à ideia de ancestralidade, ou seja, à memória coletiva.

Na língua ioruba, a ideia de afoxé nos traz a relação entre oralidade e ancestralidade. “Que a palavra possa tornar-se realidade”, ou seja: para que possam agir, as palavras devem ser pronunciadas. Para que assim seja, elas encontram o corpo como veículo das ideias. O conhecimento acumulado do grupo fornece o espírito dessas ideias. Logo, a tradição oral se desloca como tradição corporal (corp-oral): o corpo ordena o discurso da tradição através de suas gestualidades, das mínimas às grandiosas, pelos cantos, ruídos e silêncios.

O corpo atravessa o tempo, inscrevendo em si as memórias desses grupos. Ritos de iniciação, de passagem, de continuidade, o trabalho cotidiano, o compartilhamento da história transformam o corpo transitório em repositório do tempo mítico. Porém, uma vez deslocado do seu ambiente coletivo, levado à situação da escravidão, como prosseguir com essas marcas identitárias?

A tradição corporal é profunda, capaz de atravessar tempo e espaço. É assim que o plano religioso se torna o principal canal do reencontro com as origens culturais – as quais nunca se separaram. Irmandades, capoeiras, batuques – onde as etnias se encontravam e negociavam suas tradições – e tantas outras denominações nasciam e se confi guravam como novas memórias.Fonte:http://www2.uol.com.br/historiaviva/artigos/a_historia_de_deus_as_religioes_de_axe.html

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Satrapias


Por Emerson Santiago
Recebia o nome de satrapia a unidade administrativa do Império Aquemênida (primeiro Império Persa, e mais tarde também dos Impérios Selêucida, Parta e Sassânida), ente antecessor do moderno estado iraniano. O termo tem origem na antiga língua persa, e significa "província", e passou para a língua grega e mais tarde para o latim. A autoridade máxima das satrapias era o sátrapa, ou "protetor da província", administradores locais nomeados pelo rei, que deviam arrecadar tributo e realizar o recrutamento em seu nome. Eles também lidavam com crises e revoltas, assim como asseguravam a defesa contra ameaças externas.



O sistema de satrapias tornava viável o controle do extenso território do Império Aquemênida, permitindo a coleta de impostos, recrutamento de contingente militar, além de um controle prático e racional da burocracia local. Entre 550 e 522 a.C. o império se expandiu rapidamente, e para garantir o controle do império, Ciro II, o Grande (r. 559-530 a.C.) e seu filho Cambises (r. 530-522 a.C.) adaptaram para uma maior escala as estruturas existentes dos impérios antecessores. Tais estruturas por sua vez determinaram a consolidação do sistema hierárquico das satrapias que se manteve essencialmente inalterado, provando ser um instrumento eficaz de administração ao longo de todo o período Aquemênida.

O historiador grego Heródoto é uma importante fonte de informação sobre as divisõesadministrativas do Império Aquemênida, pois ele escreveu uma lista dos tributos pagos pelas satrapias ao rei.

Há ainda uma interessante inscrição feita em rocha que dá ideia da grandeza e diversidade do Império Aquemênida à época. Ela é conhecida pelo nome de “Inscrição de Behistun”, e está localizada no monte de mesmo nome, próxima à moderna cidade iraniana de Kermanshah, e foi feita por volta de 520 a.C.:


"O rei Dario diz: Estes são os países que estão sujeitos a mim, e pela graça de Ahura Mazda eu me tornei rei deles: Pérsia, Elam, Babilônia, Assíria, Arábia, Egito, os países do mar, Lídia, os gregos, Média, Armênia, Capadócia, Pártia, Drangiana, Aria, Khorasmia, Báctria, Sogdia, Gandara, Cítia, Satagídia, Aracósia e Maka; são 23 territórios no total ".

O Império Aquemênida era sem dúvida a potência mundial de sua época. Surpreendentemente, cerca duzentos anos após a confecção das inscrições em Behistun, Alexandre o Grande partiu da Macedônia (norte da Grécia) e conquistou o império. Sua política de helenização (assimilação de valores, costume, filosofia e estética gregos aos padrões culturais dos povos conquistados) levou a manter o sistema administrativo dos aquemênidas, que seria preservado pelos estados que vieram posteriormente, até que o domínio árabe sobre o Irã estabeleceu novos métodos administrativos.

Bibliografia:
GILL, N.S. A List of the Satrapies of the Achaemenid Persians (em inglês). Disponível em: < http://ancienthistory.about.com/od/persianempirearticles/a/120112-Persian-Achaemenid-Satrapies.htm >. Acesso: 09/02/13.

JACOBS, Bruno. Achaemenid Satrapies (em inglês). Disponível em: <http://www.iranicaonline.org/articles/achaemenid-satrapies >. Acesso: 09/02/13.Fonte:http://www.infoescola.com/historia-oriente-medio/satrapias/

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Sarracenos


Por Emerson Santiago
Sarraceno é um termo histórico utilizado para se referir a um determinado grupo humano, e cujo o significado alterou-se com o passar do tempo. Originalmente, no fim da antiguidade e início da era cristã, tanto na língua grega quanto latina, a palavra se referia a um povo que vivia nos desertos da província romana da Arabia Petraea (atualmente parte de Egito, Arábia Saudita, Jordânia e Síria), e formava uma comunidade totalmente distinta dos árabes. Autores gregos como Ptolomeu se referem a algumas das comunidades da Síria e do Iraque como Sarakenoi. Já na Europa da Alta Idade Média, consideravam-se sarracenos as tribos árabes pré-islam. Por volta do século XII, "sarraceno" passa a ser sinônimo de "muçulmano".



O nome sarraceno, em português deriva do francês antigo "sarrazin", que por sua vez vem do latim "saracenus", e que por fim vem do grego "sarakenos". As origens do termo grego são obscuras, mas os estudiosos acreditam que ele tenha vindo do árabe "sharq" que significa "leste" ou "nascer do sol", talvez na forma adjetiva "sharqiy" ou "oriental".

Na primeira metade do século III, a península arábica era ocupada por três tribos distintas, a taeni, mais tarde identificada como a tribo árabe "tayyi", os árabes, e os sarracenos. Os tayyi ocupavam a área em torno do Oasis Khaybar até o norte do Eufrates. No norte do Hejaz (parte ocidental da península arábica) estavam os sarracenos. Eles eram apontados como inimigos do Império Romano, e que demonstravam grandes habilidades no combate. Eram, portanto, do ponto de vista romano, mais um dos povos "bárbaros".

Outros relatos posteriores, na literatura cristã dão conta de que os sarracenos consistiam em um povo que vivia à margem da cultura estabelecida, invadindo e saqueando constantemente pequenas vilas e cidades, aparentando na realidade um aspecto mais rústico do que assustador.

Com a expansão do islã, no século VII, os sarracenos são absorvidos em meio ao avanço dos árabes, que também irão incorporar a fama de invasores, saqueadores e guerreiros que aqueles tinham. Ascruzadas e os constantes enfrentamentos com os europeus solidificarão o moderno significado do termo em meio aos autores ocidentais, tido como uma referência pejorativa. A grosso modo, muçulmanos eram sarracenos, e os cristãos (mesmo os ingleses, em grande número entre os cruzados) eram referidos como francos. Do ponto de vista racial, os sarracenos eram considerados como relacionados aos negros, mas ao mesmo tempo, todo o muçulmano europeu (especialmente os muçulmanos da península balcânica) recebiam frequentemente a mesma denominação. Depois da Idade Média, o termo vai lentamente perdendo popularidade, até se tornar uma referência meramente histórica.

Bibliografia:
Mark (?). Ancient Saracen (em inglês). Disponível em: <http://european-history.knoji.com/ancient-saracen/>. Acesso em: 10 ago. 2012.
SZCZEPANSKI, Kallie. Who Were the Saracen? (em inglês). Disponível em: <http://asianhistory.about.com/od/glossaryps/g/Who-Were-the-Saracens.htm>. Acesso em: 10 ago. 2012.Fonte:http://www.infoescola.com/historia-oriente-medio/sarracenos/

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Era dos Juízes


Por Emerson Santiago
É chamada de Era dos Juízes a segunda das três fases da presença do povo hebraico na região daPalestina (Canaã). Ela se inicia com o episódio conhecido como “Êxodo”, no qual Moisés lidera a volta de seu povo do Egito, onde se encontrava submetido à escravidão e termina com a escolha do fazendeiro benjamita Saul para ser o governante de todo o povo de Israel. Esta era é de extrema importância para o povo judeu, pois é quando estes firmam um território, o primeiro Estado de Israel, e quando se nota como seria importante a união das várias tribos, o que acontecerá na etapa seguinte, a Era dos Reis.



O nome "Era dos Juízes" faz referência à organização política do território, onde cada tribo era governada por um juiz, um líder militar que julgava tudo. Ele funcionava como um intermediador entre a esfera divina e a administração política da comunidade.

Ao mesmo tempo, este tipo de organização demonstra que não havia qualquer consciência nacional entre os hebreus. Não existia um governante supremo para as doze tribos, os juízes governavam apenas sua tribo, e com isso, conseguir auxílio das outras tribos era considerado uma proeza. O único sinal remanescente de alguma nacionalidade hebraica neste período é a existência do Santuário de Shiloh.

Os principais acontecimentos desse período podem ser resumidos num ciclo de três fases. O primeiro, é o desvio da religião e dos mandamentos de Deus (Iavé ou ainda Jeová) por uma das tribos. Ocorre que esta acaba sendo conquistada por algum outro povo da região até que surge um juiz que mostra o caminho para o povo, conseguindo libertá-lo do invasor.

Entre as personalidades que mais se destacaram no tempo dos juízes, podemos citar Débora e Sansão. Débora (cujo nome significa "abelha") era uma profetisa que ao notar o perigo de uma invasão vinda da cidade de Hazor solicita a Barak, um habilidoso chefe militar, para que contenha o inimigo. Barak reúne um grande exército, que conta com seis das tribos de Israel, fato notável devido a divisão ideológica que imperava entre os grupos. Mesmo assim, os soldados de Barak estavam amedrontados pela fama do inimigo e este pede para Débora que acompanhe o exército. Sua presença levanta a moral dos soldados e os inimigos são expulsos.

Já Sansão vinha da tribo de Dan. Sua extrema força era lendária entre os filisteus, inimigos de sua tribo. Contudo, estes enviam Dalila para descobrir o segredo da força de Sansão. Num momento de fraqueza, ele revela que sua força vem dos cabelos que nunca haviam sido cortados. Dalila os corta e Sansão acaba sendo preso. No fim, estando Sansão preso e prestes a morrer nas mãos dos filisteus, pede a Deus um momento de força e em seu último ato recupera sua força, derruba os pilares do templo onde está preso, conseguindo aniquilar vários inimigos ao mesmo tempo. Sua tribo acaba sendo expulsa de sua cidade pelos filisteus que avançavam do oeste, e ruma para Laish, ao norte. Tal história ilustra as dificuldades dos hebreus em manter o controle da terra, já que não apenas os filisteus, mas também os jebuseus ameaçavam esta tribo.

Bibliografia:
O Período dos Juízes. Disponível em: < http://www.chazit.com/cybersio/arhj/juizes.html >. Acesso: 01/02/13.

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Crescente Fértil


Por Emerson Santiago
Crescente fértil é o nome dado a uma região do Oriente Médio, historicamente habitada por diversos povos e civilizações desde os mais primitivos estágios de evolução do homem moderno. Seu nome deriva precisamente do fato dessa região, em forma de lua crescente, ser extremamente propícia à agricultura, literalmente "rasgando" áreas desérticas completamente inóspitas, impróprias para povoamento constante e estável.



Tal condição vantajosa à ocupação humana advém do fato dessa região acompanhar o curso dos riosTigre e Eufrates, (que nascem entre as montanhas Taurus, localizadas na atual Turquia) permitindo assim o pleno acesso a água potável, que também serve para a irrigação das lavouras locais, bem como para criação de gado.

O Crescente abrange as áreas da Mesopotâmia e do Levante (os territórios ou partes dos territórios de Palestina, Israel, Jordânia, Líbano, Síria e Chipre), delimitado ao sul pelo deserto da Síria e ao norte o Planalto da Anatólia.



A região é frequentemente denominada o "berço da civilização", por ser ali o local de nascimento e desenvolvimento de vários povos, que atestadamente, antes de quaisquer outros em outras regiões do planeta, iniciaram o processo de desenvolvimento civilizatório como até hoje o reconhecemos, como por exemplo, através do estabelecimento em um determinado local em detrimento do nomadismo, o desenvolvimento de cidades, da agricultura, da roda, da escrita, de diversas ferramentas, além do desenvolvimento do comércio, isso tudo já existente por volta de 8000 anos atrás naquela mesma área.

Apesar da primazia da região, e de sua antiguidade com relação à ocupação humana, o termo "Crescente Fértil" é de criação bastante recente, tendo sido utilizado pela primeira vez pelo arqueólogo James Henry Breasted, na sua obra "Ancient Records of Egypt", de 1906. Tendo sido considerada bastante feliz tal expressão, esta passou então a ser de comum uso dentre os mais diversos estudiosos.

Além de área estratégica de passagem entre a África e a Eurásia, o Crescente Fértil também abriga uma rica biodiversidade. As mudanças durante as eras glaciais contribuíram para o constante surgimento e extinção de várias espécies animais e vegetais locais.

Obviamente, torna-se indispensável mencionar o rico legado arqueológico contido no Crescente Fértil, pela sua imediata ocupação, datada mesmo antes do surgimento do homem moderno, habitante de cidades, cultivador e criador de gado. Vestígios de culturas pré-modernas (homens pré-históricos, caçadores/coletores) bem como das primeiras culturas modernas estão por toda parte do denominado Crescente Fértil.

Os estados que atualmente possuem terras localizadas no Crescente Fértil são: Iraque, Jordânia, Líbano, Síria, Egito, Israel e Palestina, além da parte sul da Turquia e da área mais ocidental do território do Irã.

Bibliografia:
http://www.historiadigital.org/2010/05/saiba-o-que-e-crescente-fertil.html - Página História Digital - Saiba o que é o Crescente FértilFonte:http://www.infoescola.com/geografia/crescente-fertil/

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A Síria na Antiguidade


Por Ana Lucia Santana
A Síria era em meados de 1000 a.C. um aglomerado de diversos Estados - Gesur, Zobá, Arã e Damasco. Nesta época remota os sírios já lutavam contra Israel e tentavam tomar suas terras. Em um destes confrontos, o soberano de Zobá foi derrotado por Davi, precisamente em 990 a.C.



Em resposta seus habitantes se reúnem sob o comando de Damasco e unificam a Síria. Esta nação tem uma trajetória ancestral, desde quando englobava a Mesopotâmia, região onde hoje se localiza o Iraque, e o Líbano; depois foi constituída por arameus e assírios e passou a se contrapor à civilização mesopotâmica e ao Egito. Posteriormente à invasão dos persas, ela foi dominada por Alexandre III, governante da Macedônia.

No período em que imperava o helenismo grego, a Síria se transformou no epicentro dos selêucidas e no século I a.C. se tornou uma região anexa ao Império Romano. Seu desenvolvimento histórico é comprovado por descobertas arqueológicas que remetem a 50 séculos. Sabe-se que ela foi invadida por canaanitas, fenícios, arameus, hebreus, egípcios, sumérios, assírios, babilônios, hititas, persas, gregos e bizantinos.

A escalada do islamismo converteu a Síria em um dos pólos mais significativos do universo árabe, principalmente durante o califado omíada, que perdurou de 660 a 750, e teve como centro o distrito de Damasco, e ao longo da dinastia hamdanita (944-1003), centralizada em Alepo.

O domínio dos árabes teve início em 636 d.C., quando os sírios se libertaram dos bizantinos. Em 711 as forças de Tarik Ibn Ziad, possivelmente de procedência berbere, conquistaram a Península Íbérica, derrotando o tirânico Imperador Roderico na Batalha de Guadalete, com apoio de muitos habitantes desta região. Al Walid era então o califa da Síria e sob sua gestão foram conquistadas também as terras que se estendiam do Rio Eufrates até onde hoje está situado o Paquistão.

Já o califa de Damasco, Hisham ibn Abd al-Malik não foi bem-sucedido em 732, quando expediu uma tropa de grandes proporções com a missão de dominar o continente europeu. Este exército foi vencido pelas forças de Carlos Martel nas redondezas de Paris.

Quando o derradeiro califa Omíada, Marwan II, é morto em 750, sendo sucedido pela linhagem dos Abássidas, o centro do poder é deslocado para Bagdá. A dinastia omíada só encontra condições para voltar ao trono em 950. Mas nesta época Damasco já tinha sido destituída de seu status político.

Este fato explica certa apatia dos califas de Bagdá no século XI, durante a ocupação dos cruzados nas proximidades de Damasco. Saladino é responsável por formar uma unidade a partir da junção de Egito, Síria e Iraque, e mais uma vez Damasco torna-se o centro da nação.

Os cruzados são então retirados deste território, deixando como herança a comunidade cristã maronita. No século XVI a Síria se transformou em uma simples divisão geográfica do Império Otomano. Com o declínio desta civilização no contexto da Primeira Guerra Mundial, o país passou a ser comandado pelos franceses, até finalmente alcançar, em 1946, a tão sonhada independência.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_S%C3%ADriahttp://povosdaantiguidade.blogspot.com.br/2009/12/historia-da-siria.htmlhttp://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%A1rique

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Batalha de Waterloo


A Batalha de Waterloo selou o fim do Império de Napoleão Bonaparte em 1815.





A Batalha de Waterloo, ocorrida em 1815, marcou o fim da Era Napoleônica




As guerras napoleônicas transformaram o mapa geopolítico da Europa em pouco mais de dez anos. Tendo tornado-se imperador da França em 1804,Napoleão Bonaparte deflagrou seus principais combates após esse ano. Em 1805, travou duas batalhas célebres: a Batalha de Trafalgar, contra a Inglaterra, no mar, e a Batalha de Austerlitz, contra uma coalizão de russos e austríacos, no continente.

A primeira (Trafalgar) dessas duas batalhas foi perdida, sobretudo em razão da genialidade do Almirante Nelson, comandante das frontas inglesas. A segunda (Austerlitz) selou o triunfo de Napoleão sobre o continente europeu, haja vista que o exército francês massacrou o número superior de soldados austríacos e russos.

Entretanto, após quase dez anos exercendo a hegemonia político-militar no continente europeu, o Império Napoleônico passou a sofrer vários problemas de ordem social e econômica. As guerras travadas em todo o continente contra espanhóis, austríacos, russos, ingleses, entre outros, eram dispendiosas e desgastantes. Além disso, o empenho contra a Inglaterra, expresso no Bloqueio Continental, agravava ainda mais a situação. Napoleão passou a ser pressionado pela NaçãoFrancesa, a partir de 1813, a abandonar o cargo de imperador.

Em 1814, Napoleão abdicou do trono e exilou-se na ilha de Elba. Entretanto, acabou fugindo desse local e retornando, triunfalmente, para a França, mobilizando novamente seus exércitos para exercer o que ficou conhecido como o Governo do Cem Dias. Em junho de 1815, Napoleão tentou dar seu “golpe final” contra as potências inimigas no Império Francês: foi deflagrada, em Waterloo, na Bélgica, a batalha que poria fim às guerras napoleônicas.

O marechal Wellington, liderando os ingleses e com o auxílio do exército austríaco, submeteu a uma desoladora derrota o exército napoleônico. A derrota em Waterloo pôs um ponto final nas conquistas, nos projetos e nas elucubrações de Napoleão Bonaparte. O imperador teve que abdicar mais uma vez e, mais uma vez, exilar-se. Dessa vez, na ilha de Santa Helena, onde morreria em 1821.

Veja o que reitera o pesquisador Marco Mondaini:

“Com a derrota final de Waterloo e a segunda abdicação de Napoleão depois do Governo dos Cem Dias, em 22 de julho, a experiência do expansionismo imperial francês chega ao fim com uma situação de desastre nacional. Porém, por mais catastrófica que tenha sido a derrota, ela não conseguiu anular aquela que talvez tenha sido a principal obra do Império Napoleônico, apesar das graves contradições presentes no seu projeto.” [1]

NOTAS

[1] MONDAINI, Marco. Guerras Napoleônicas. In: MAGNOLI, Demétrio. (org). História das Guerras. São Paulo: Contexto, 2013. p. 189-287. p. 212.
Fonte: http://www.mundoeducacao.com/historiageral/batalha-waterloo.htm

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15 fatos que você não sabia sobre Joseph Stalin



Joseph Stalin foi um ditador cruel que transformou a União Soviética em uma superpotência mundial. Aqui estão 15 fatos que ajudam a pintar um retrato deste homem que mudou o mundo. 1. Homem de Aço







Joseph Stalin na verdade nasceu Josef Vissarionovich Djugachvili. Ele começou a usar seu nome assumido Stalin, traduzindo aproximadamente como "homem de aço", em 1910. Além de promover a sua imagem hard-alinhado, o apelido foi supostamente adoptado, em um esforço para proteger sua identidade real da polícia, enquanto envolvido em evasiva atividade revolucionária. Alguns comentaristas sugerem que o filho de um sapateiro modesto escolheu o nome, a fim de se distanciar de suas raízes georgianas. 2. Seu aniversário é motivo de debate





Mugshot de Joseph Stalin realizada pela Okhrana de 1911. Ele tinha 33 anos.



De acordo com relatos oficiais, Stalin nasceu em 18 de dezembro de 1878. No entanto, o antigo calendário Juliano Style (o calendário russo) marca seu aniversário em dezembro 6. próprio Stalin, no entanto, mudou o seu aniversário a 21 de Dezembro, bem como o seu nascimento ano (supostamente) para 1881, para jogar fora autoridades czaristas. 3. Ele não era, na verdade, Russo







Stalin não era, na verdade, um russo nativo. Ao contrário, ele elogiou a partir de começos pobres do país da Geórgia. No entanto, ele tinha um impacto sobre seu país natal, como ele desempenhou um papel importante na imposição forçada do movimento comunista, como ele iria parar em nada para difundir o pensamento marxista para as massas. 4. Ele teve uma infância difícil





O jovem Joseph Stalin



O pai de Stalin, Besarion, era um alcoólatra, levando a falências de empresas e violência contra Joseph e mãe do menino. Além de tudo isso, Joseph experimentado muitas calamidades físicas em sua juventude. Ele cresceu constantemente entrar em brigas com outras pessoas de sua idade, e varíola deixou seu rosto extremamente cicatrizada. Além disso, ele foi atingido por uma carruagem puxada por cavalos não uma, mas duas vezes, levando a danos permanentes de seu braço esquerdo, que por sua vez dispensados-lo do combate na Primeira Guerra Mundial, onde ele provavelmente teria morrido. 5. Stalin deixou a escola por causa de múltiplas teorias ...





Joseph Stalin como um homem jovem



Stalin é um enigma, envolto em um enigma, envolto em um ditador assassino (envolto em um bigode). E adicionando a este mistério é a questão de por que Stalin deixou a escola: de acordo com alguns relatos, o futuro líder não podia pagar sua taxa de matrícula. Outros afirmam que ele foi expulso por suas opiniões políticas anti-Nicholas II. E outros estados ele perdeu muitos exames. E, sem dúvida, nós nunca realmente sabe.

6. Ele amava filmes



Josef Stalin com sua ZIS-101, 1936.



Stalin era um cara filme. Tanto é assim que cada uma de suas casas tinham um cinema privado, o que o inspirou a eventualmente Ele também era pretensioso "regra pelo cinema.": De acordo com os arquivos do Partido Comunista, o líder considerava-se um produtor, diretor e roteirista, como bem como o censor final. 7.The Wild, Wild East





John Wayne e Marsha Hunt em Born to the West (1937)



O ditador era aparentemente um grande fã de filmes de faroeste norte-americanos, e até mesmo sediar projeções para seus amigos em seu cinema privado - e ele podia entender perfeitamente como ele tinha o seu próprio tradutor in-house. 8. Ele gostava de beber vinho







Não se apresse para chamar o homem um bêbado ou um alcoólatra porque ele não era um; em vez disso, ele foi para a arte e cultura do vinho e Entes tudo sobre ele: as garrafas, o cheiro, a cor, eo sabor é claro.Acredita-se que o seu vinho favorito era Khvanchkara, um vinho georgiano com notas de framboesa. 9. Ele treinou como sacerdote





Joseph Stalin sentado a uma mesa em 1918.



Antes de ser influenciado pelas idéias de esquerda do marxismo e do pensamento anti-religioso, Stalin destina-se a tornar-se um sacerdote ortodoxo. Seguindo os desejos de sua mãe, ele participou do Seminário Teológico de Tbilisi em uma bolsa integral, com o objetivo de tornar-se ordenado na Igreja Ortodoxa Russa.No entanto, como ele teria sorte, Stalin iria pegar as obras de Karl Marx e renunciar ao sacerdócio. 10. Ele era muito paranóico







Seu objetivo de unir a nação com ele como líder cresceu a alturas assustadoras. Stalin promulgou uma série de expurgos conhecidos como "Terror de Stalin", em que milhões de pessoas foram enviadas para trabalho forçado, assassinados ou executados publicamente, por medo de que eles eram inimigos do estado. Com a polícia estadual, a NKVD, ao leme dos expurgos, milhões foram condenados por terem sequer um único contato com indivíduos questionáveis ​​na lista de alvos de Stalin. Curiosamente, verificou-se após a sua morte que Stalin tinha sido vítima de aterosclerose (tecido adiposo build-up nas artérias) do cérebro, possivelmente explicando sua demente "terror". 11. Ele ordenou que o desenvolvimento de um meio-humano, meio-macaco híbrido







Com um desejo de criar um novo ser humano que seria resistente à dor além do homem normal e não se preocupam com a qualidade dos alimentos ingeridos, Stalin ordenou a seus melhores cientistas para criar um híbrido homem-macaco. Aos olhos do ditador, este homem híbrido seria o maior soldado, capaz de grande força, mas com um cérebro subdesenvolvido, de modo a ser facilmente controlada. Além de fins militares, um homem assim proporcionaria uma maior mão de obra para acelerar o desenvolvimento industrial da Rússia.Infelizmente, o cientista-chefe para o trabalho, Ilya Ivanov, não foi bem sucedida. Devido a esta falha, no típico Stalin-fashion, Ivanov foi preso e exilado para o Cazaquistão. 12. Ele não iria mesmo dar resgate para o retorno de seu próprio filho





O filho de Stalin Yakov Dzhugashvili morto a tiros pela guarda de campo.



Durante a Segunda Guerra Mundial, o filho de Stalin, Yakov, foi feito prisioneiro pelos nazistas e, claro, Hitler estava pronto para fazer uma oferta tão audacioso resgate possível. Fiel ao seu apelido de Homem de Aço, Stalin recusou qualquer acordo ransoming. Não importa o que a tortura Hitler ameaçava se abateria sobre seu filho, Stalin não se moveu. Seu filho viria a morrer na prisão. Amor resistente. 13. Ele tinha uma cidade que leva seu nome





O soldado soviético agitando a bandeira vermelha sobre a praça central de Stalingrado em 1943.



O famoso cerco de Stalingrado foi travada durante a Segunda Guerra Mundial. Porque a cidade foi nomeada depois de seu líder, Stalin ordenou uma vitória em Stalingrado, e não havia como discutir com o homem.Embora empurrado para a margem da sobrevivência, o exército russo foi capaz de alcançar uma vitória decisiva. Alguns especulam que esta vitória foi o ponto de viragem em favor dos Aliados na guerra contra Adolf Hitler. Após a vitória, os russos iria passar a empurrar os nazistas todo o caminho de volta a Berlim. 14.Stalin foi responsável pela morte de pelo menos 20 milhões de pessoas







Ele disse que a si mesmo: "Uma morte é uma tragédia, um milhão é uma estatística", e Stalin deixou uma certeza. Ao longo de seu reinado (de terror), o ditador foi responsável pela morte de 20 milhões de cidadãos, e 20 milhões de soldados e civis que morreram na Segunda Guerra Mundial. Ele também presos, torturados, exilados passaram fome, de pessoas, forçadas em trabalho de parto. (E se você está falando sobre a minha família, ele enviou alguns para a Sibéria, só porque eles eram lituana.) 15. Prémio Nobel da Paz





Stalin na Conferência de Teerã em 1943.



Stalin foi responsável pelo assassinato de milhões de pessoas das regiões do Báltico sob seu reinado. Por isso, é bastante surpreendente que ele foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz em 1945 e 1948. Ele também foi nomeado para Personalidade do Ano da revista Time Twice - e por isso foi Hitler!
Fonte:http://www.vintag.es/2015/08/top-15-facts-you-didnt-know-about.html
Tradução Google

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