8.4.16

As primeiras Fotografias do Mundo

1. primeira fotografia do mundo tomado por Joseph Nicéphore Niépce de 1826.




2. Esta acredita-se ser o mais antiga fotografia feita no EUA; Central High School, na Filadélfia, por Joseph Saxton de 1839.




3. Nascido 1746, foto de 1840, Hannah Stilley é provavelmente o mais antiga pessoa nascida fotografado.




4. fotografia a cores Primeiro feita pelo físico escocês James Clerk Maxwell de 1861.




5. Primeiro casal gay fotografados juntos.




6. Primeira fotografia de animais tomada à noite pelo entusiasta dos animais selvagens George Shiras, ca. 1906.




7. Primeira fotografia de New York City, 1848.




8. Primeira fotografia de pessoas de 1838.




9. A primeira fotografia da terra feita da lua como visto pelo Lunar Orbiter 1, 23 de agosto de 1966.




10. A fotografia da primeira teleobjetiva  do mundo em 1900.




11. Fotografia da primeiro porco a voar de 1909.




12. A fotografia de John Quincy Adams, o primeiro presidente dos Estados Unidos, fotografado em 1843.




13. A primeira fotografia aérea tomada em Boston a partir de um balão de ar quente em 1860.




14. A primeira fotografia colorida da paisagem intitulado "Paisagem do sul da França 'tomada por Louis Ducos du Hauron de 1877.




15. A primeira fotografia tirada no espaço de 1946.




16. A primeira fotografia do relâmpago tomado por William Jennings, 1882.




17. A primeira fotografia da lua foi feita pelo John W. Draper em 26 de março de 1840.




18. A primeira imagem retrato fotográfico de um ser humano já produzido de 1839.




19. O primeiro lançamento do foguete de Cabo Canaveral, Julho de 1950.




20. A primeira fotografia Sun tomado pelo francês Físicos Louis Fizeau e Leon Foucault em 02 de abril de 1845.




21. A fotografia mais antiga da Grande Esfinge de 1880.




Fonte: http://www.vintag.es/2016/01/the-very-first-photographs-of-world-21.html

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26 fotos dos primeiros povos americanos antes de 1900

Alex Ross (1851-1894) chegou a Calgary, Alberta em 1884 e montou um estúdio fotográfico na esquina da Avenida Atlântica e Osler Street. Ele já havia trabalhado para um fotógrafo em Winnipeg, mas senti era o momento certo para atacar por conta própria e estabelecer o seu próprio negócio. Ele rapidamente tornou-se conhecido por suas fotografias dos primeiros povos das nações na área de Calgary, especialmente o Tsuu T'ina (chamado Sarcee na época) eo Blackfoot. Algumas das fotos foram tiradas ao ar livre, mas muitos mais foram cuidadosamente colocados estúdio tiros. Em 1891 o estúdio parece ter fechado, e três anos mais tarde Ross morreu com a idade relativamente jovem de 43.


meninos Blackfoot, ca. 1886-1894





Homem Blackfoot no cobertor, 1886-1889





Homem Blackfoot com faca, ca. 1885-1894





Homem Blackfoot com rifle, Alberta, 1887





guerreiro Blackfoot com a espada de 1887





Mulher Blackfoot e bebé às costas de 1886





Mulher Blackfoot e criança no final de 1880





mulheres Blackfoot, ca. 1880





Bobtail, chefe Cree, Alberta, 1886





coruja chefe do Blackfoot de 1886





Crowfoot, chefe do Blackfoot de 1887





Crowfoot, chefe chefe do Blackfoot de 1887





acampamento First Nations perto primeira loja Companhia da Baía de Hudson em Fort Calgary, Alberta, 1886





Homem First Nations e sua esposa, 1886





Homem Primeiras Nações no cobertor, ca. 1886-1890





Joseph, o homem Blackfoot de 1887





Coelho portador do Blackfoot, ca. 1886-1894





Coelho portador do Blackfoot, ca. 1887-1889





Sarcee acampamento oeste de Calgary, ca. 1886-1889





Homem Sarcee de 1887





Sarcee movendo acampamento perto de Calgary, 1887





Mulher Sarcee, Katie, e seu bebê de 1887





Três homens Blackfoot jovens, 1887





Três homens Blackfoot jovens, Calgary, Alberta, 1887





Dois dos primeiros alunos da Escola Anglicana Blackfoot de 1886





Duas meninas Sarcee, 1887



(Fotos de Glenbow Museum )

Fonte: http://www.vintag.es/2016/01/26-rarely-seen-vintage-photos-of-first.html
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5.4.16






Por Me. Cláudio Fernandes

Assim como na chamada República dos Oligarcas (1894-1930), no Brasil, tinha-se a figura do “coronel”, isto é, a autoridade política local de perfil autoritário e paternalista, em outros países da América Latina, desde as primeiras décadas do século XIX até o início do século XX, prevaleceu a figura do “caudilho”. A diferença em relação à realidade brasileira foi a de que o caudilho apareceu no contexto dos processos de independência das nações latino-americanas, que, em sua maioria, ao contrário do Brasil, não assumiram o caráter de império. No Brasil, a figura do “coronel” esteve associada ao advento da República a partir de 1889.

Dessa forma, após as guerras por independência, como as empreendidas por Simon Bolívar e outros líderes latino-americanos, ocaudilhismo apareceu como um modelo político que sucedeu a antiga administração colonial. Com os sucessos dessas guerras, muitos militares passaram, posteriormente, a assumir a estrutura político-administrativa das regiões libertadas, já que, nesse contexto, as recém-criadas nações latino-americanas não tinham ainda amadurecimento político para suportar os regimes democráticos representativos. Entre esses líderes, figuraram personalidades como Martin Miguel de Guemes, militar que atuou como caudilho na Argentina, Ramon Castilla, do Peru, Carlos Antonio Lopez, do Paraguai, e Antonio Guzmán Blanco, da Venezuela.

Outro fator que contribuiu para a propagação do caudilhismo, além do vácuo político após as guerras, foi o declínio da economia. A demanda por reorganização da estrutura econômica na América Latina favoreceu também a figura do caudilho, haja vista que ele conseguia exercer um forte controle regional e estabelecer diretrizes para a produção econômica entre aqueles que estavam a ele submetidos.


Ramon Castillha, caudilho do Paraguai *

O pensamento político do caudilhismo não era firmemente ideológico e organizado, de modo que cada caudilho assumia tendências mais autoritárias e repressoras ou mais liberais e progressistas, como era o caso de Antonio Guzmán Blanco.

O caudilhismo só entrou em decadência nas primeiras décadas do século XX, quando os fenômenos como a industrialização e a migração de populações europeias para a América Latina tornaram-se evidentes, o que exigiu uma reformulação do modelo político adotado até então que procurasse enfraquecer os poderes regionais e instituir uma estrutura estatal centralizada. O problema foi que essa reformulação política desencadeou os regimes autoritários latino-americanos, como foi o caso, por exemplo, do Estado Novo de Getúlio Vargas no Brasil.
Fonte:http://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/caudilhismo.htm
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Como era o complexo das pirâmides de Gizé, no Egito, em seu auge?



por Diogo Antônio Rodriguez


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ILUSTRA Alexandre Jubran



Construído 3 mil anos antes de Cristo, na margem oeste do rio Nilo, o complexo de Gizé homenageia os antepassados da nobreza. Veja como ele era no seu auge




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1) Pirâmides das rainhas (conjunto 1)

Estão ao sul da pirâmide de Miquerinos. Especula-se que foram feitas para abrigar as esposas dos faraós. Apesar do nome, apenas a que está no lado leste é uma pirâmide legítima, com as faces lisas. As outras são feitas de degraus



2) Pirâmide de Miquerinos

É a menor das três pirâmides do complexo, com apenas 65 m de altura. Ali está enterrado o faraó Miquerinos, filho de Quéops, que reinou entre 18 e 28 anos. Ficou pronta em 2490 a.C.



3) Pirâmide-satélite

Localizada ao sul da pirâmide de Quéfren, foi feita para armazenar objetos de adoração. Não sobreviveu ao tempo e hoje só sobraram suas fundações



4) Pirâmide de Quéfren

Construída por outro filho de Quéops, foi terminada em 2530 a.C. É a segunda maior de Gizé, com 143,5 m de altura, mas parece ser a mais alta porque foi construída numa área elevada. Quéfren foi o quarto faraó da quarta dinastia e dizem que a esfinge tem suas feições



5) Grande Pirâmide

É a principal construção de Gizé e túmulo de Quéops, segundo faraó da quarta dinastia, que reinou de 2551 a 2528 a.C. Tem 147 m de altura e foi a única das sete maravilhas da Antiguidade a sobreviver até os dias de hoje. Levou 20 anos para ficar pronta



6) Pirâmides das rainhas (conjunto 2)

Não se sabe ao certo quais rainhas estavam aqui. Talvez a mãe de Quéops, já que alguns de seus pertences foram achados perto da construção mais ao norte




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7) Esfinge

Além dela, há também um templo logo ao lado, construído da mesma maneira: esculpido em rochas de calcário



8) Templo do Vale de Quéfren

Ligado à pirâmide por uma plataforma, recebeu o corpo desse faraó antes de ele ser enviado ao seu destino final. Tinha a forma de um pátio cercado por 24 pilares organizados no eixo oeste-leste - segundo alguns historiadores, eles representavam as horas do dia




FONTES Livros History: The Definitive Visual Guide, vários autores, How It Works: Book of Incredible History, vários autores, As Grandes Maravilhas do Mundo, de Russell Ash e Richard Bonson; e sites PBS Nova, Smithsonian Magazine, BBC History, iO9, LiveScience,Discovery, NBC News, National Geographic, Harvard Gazette, archeology.org, Derby Telegraph, Brooklyn Museum, Britannica, Huffington Post, The Telegraph, ScienceDaily,Archeology Magazine e History Channel

http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-era-o-complexo-das-piramides-de-gize-no-egito-em-seu-auge

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Quais foram os piores desastres ambientais do Brasil?



Por Luana Vignon


Historiadores afirmam que no decorrer da história várias civilizações entraram em colapso em função de desequilíbrios ambientais. Acredita-se que os Maias, os Astecas e os Incas - povos nativos da América - abandonaram suas cidades devido à contaminação e à poluição da água e do solo provocados pela destruição da mata primitiva.

Mas o primeiro grande desastre do mundo moderno é, sem dúvida, a explosão atômica em Hiroshima e Nagasaki, no Japão, que ceifou cerca de 150 mil vidas e contaminou por décadas o entorno, impossibilitando qualquer tipo de atividade.

Outra tragédia nuclear de grandes proporções foi a explosão de um reator em Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, responsável pela morte de 10 mil pessoas e destruição de milhares de quilômetros de floresta nativa.

Também podemos citar o derramamento de óleo no mar do Alaska, em 1989; e na costa da Espanha, em 2002. Além do vazamento de gases tóxicos, tido como o pior acidente químico da História, que ocorreu em Bhoal, na Índia.

Todos esses desastres ambientais tem uma coisa em comum: a interferência e o erro humano. O assunto voltou à tona recentemente, quando o Brasil entrou para a lista dos países responsáveis pelos maiores desastres ambientais do planeta. Estamos falando do rompimento das barragens da Samarco, empresa mineradora que atua na região. Infelizmente, esse não foi o único episódio de desastre ambiental protagonizado pelo Brasil.


Veja a seguir piores desastres ambientais do Brasil.




Rompimento da barragem, Mariana – Minas Gerais (2015)
A tragédia destruiu completamente as comunidades do entorno e transformou em rios de lama os cursos de água da região, chegando mesmo a afetar outros estados e atingi o oceano. O rompimento da barragem jogou 35 milhões de metros cúbicos de lama no Rio do Carmo e, depois de percorrer quase 700 km, chegou a foz e ao Oceano Atlântico no Espírito Santo.




Derramamento de petróleo, Bacia de Campos – Rio de Janeiro (2011)
Vazamento ocorrido no campo de Frade, conhecida área de exploração petroleira em águas profundas (também chamada de offshore). O acidente derramou milhares de litros de petróleo no mar, provocando um dos maiores acidentes deste tipo no país. A mancha de óleo atingiu cerca de 162m², medida equivalente à metade da Baía de Guanabara. O habitat marinho sofreu sérias consequências e especialistas afirmaram que seriam necessárias muitas décadas para que o equilíbrio natural fosse restabelecido.





Contaminação por Césio 137, Goiânia – Goiás (1987)
Fruto da violação de um aparelho radiológico nos escombros de um hospital. Os homens, que procuravam por materiais recicláveis, entraram em contato com um pó branco que emitia uma luz azul no escuro. Desconhecendo a alta periculosidade do material, os catadores o levaram para diversos pontos da cidade, contaminando as pessoas, a água, o solo e o ar. O acidente só foi descoberto 16 ias após o ocorrido. Quatro pessoas morreram e centenas de outras desenvolveram doenças relacionadas à exposição.



A relação que o homem estabelece com a natureza, ainda mais em um país com dimensões continentais como o Brasil, merece atenção redobrada. Medidas para evitar contaminações e para prever e minimizar os efeitos dos acidentes ambientais precisam se tornar pauta das políticas governamentais urgentemente. Trata-se de um desafio que requer conhecimento, legislação rigorosa e específica, profissionais capacitados, tecnologia e, principalmente, consciência ambiental.

Enquanto a sede pelo poder e a ganância pelo dinheiro falarem mais alto, estaremos nas mãos de políticos corruptos e inescrupulosos. Cabe à sociedade monitorar e cobrar atitudes concretas e punições à altura dos crimes ambientais cometidos.

Fonte: http://www.grupoescolar.com/pesquisa/quais-foram-os-piores-desastres-ambientais-do-brasil.html


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1968: Martin Luther King é assassinado



No dia 4 de abril de 1968, o Nobel da Paz de 1964, Martin Luther King, morre ao ser baleado em Memphis, nos Estados Unidos.


Martin Luther King em 1964


Em dois atentados anteriores, o reverendo Martin Luther King conseguira escapar por pouco da morte. O negro que tanto se engajou pela igualdade de direitos nos Estados Unidos nas décadas de 1950 e 1960 alcançou apenas os 39 anos de idade.

No dia 4 de abril de 1968, foi assassinado com um tiro na sacada de um hotel em Memphis. O autor do disparo teria motivos supostamente racistas. Em dezembro de 1999, no entanto, um processo civil no Estado do Tennessee chegou à conclusão de que sua morte foi planejada por membros da máfia e do governo norte-americano.

Que homem era este que conseguiu dividir uma nação e ser amado e odiado ao mesmo tempo? Para melhor entendê-lo, precisamos nos situar no contexto dos Estados Unidos em plena década de 50: uma superpotência em plena Guerra Fria, uma nação rica, um país racista.

O país que se considerava modelo de democracia e liberdade, mas seus habitantes eram classificados de acordo com a raça. Os negros eram discriminados em todos os setores: na política, na economia e no aspecto social.

Boicote de ônibus

Os negros norte-americanos não podiam votar, eram chamados pejorativamente de "nigger" e "boy", seu trabalho não era devidamente remunerado, e as agressões dos brancos eram rotina. Até que, em dezembro de 1955, em Montgomery, a costureira negra de 52 anos Rosa Parks resolveu não ceder seu lugar num ônibus para um passageiro branco.

Parks foi presa e, em decorrência, Martin Luther King, pastor da cidade, conclamou um boicote dos negros aos ônibus. Em um ano, tornou-se tão conhecido no país que assumiu a liderança do movimento negro norte-americano.

O boicote aos ônibus foi apenas o começo. Seguiram-se as marchas de protesto de King e milhares de defensores dos direitos civis em todo o país, acompanhadas de violações conscientes da legislação racista. Usavam, por exemplo, as salas de espera e os restaurantes reservados aos brancos. Nem a violenta repressão policial enfraqueceu o movimento.

"Temos que levar nossa luta adiante, com dignidade e disciplina. Não podemos permitir que nosso protesto degenere em violência física", advertia o pastor batista, não se deixando provocar pela ordem pública.

EUA divididos para brancos e negros

Ele manteve esta filosofia, mesmo quando os 1.100 participantes do movimento negro radical exigiram a divisão dos Estados Unidos em dois, para brancos e negros, na Black Power Conference, em 1967.

Vinte e quatro horas antes de sua morte, Martin Luther pronunciou o célebre discurso em que anunciava ter avistado a terra prometida. "Talvez eu não consiga chegar com vocês até lá, mas quero que saibam que nosso povo vai atingi-la", declarou ele, como se previsse a proximidade da morte.

Seu assassinato provocou consternação internacional. As inquietações raciais se agravaram em Chicago e Washington. Depois de anunciar o fim dos bombardeios no Vietnã e sua desistência de se recandidatar à Casa Branca, o presidente Lyndon Johnson chegou a adiar uma viagem ao exterior.

Em memória a King, no ano de 1983, os Estados Unidos tornaram feriado nacional a terceira segunda-feira de janeiro (ele havia nascido em 15 de janeiro de 1929).

Fonte: http://dw.com/p/3HxK

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