28.2.15

INTERCEPTOR G5 - CARGO1717e - SINCRONIZANDO 3 CÂMERAS - OFF ROAD -VIDA D...

25.2.15

Livros em Inglês para baixar, vários assuntos

Link: http://bibliotikus.net/


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Livros na íntegra para Download Gratuito


A Bíblia Sagrada (versão João Ferreira de Almeida) em RTF

Arte da Guerra, A - Sun Tzu (versão para Web) 126 Kb

Arte Poética - Aristóteles
Fonte:http://www.culturabrasil.org/download.htm
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Livros didáticos GRÁTIS em PDF

Nesse post, vou compartilhar alguns livros didáticos completos em PDF, livres para download. São os mesmos livros do PNDL Paraná. São excelentes livros, recomendados para o Ensino Médio. Para acessar, basta clicar no desejado. Lembrando que eles são livros gratuitos!





















Fonte:http://www.estudajovem.com.br/2013/03/livros-didaticos-gratis-em-pdf.html#sthash.wLS7o8uw.dpuf

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37 livros digitais online grátis para baixar





Todos os livros para baixar abaixo estão conforme a lei de direitos autorias. Foram retirados do site Domínio Público do Governo Federal.

O portal Domínio Público é mantido pelo Governo Federal e contém um bom número de obras em texto, som e imagem para baixar livros digitais online grátis. É uma verdadeira livraria online gratuita. São livros e mais livros grátis.

Eis os 37 mais baixados em ordem de popularidade com seus respectivos links. São 37 porque as obras de Shakespeare precisaram ser retiradas: embora as obras em inglês estejam em domínio público, as traduções para português não estão.

Não bastasse ser possível baixar o livro, a lista por si só é curiosa, cheia de preciosidades e alguns itens inusitados:
A Divina Comédia - Dante Alighieri
Poemas de Fernando Pessoa - Fernando Pessoa
A borboleta azul - Lenira Almeida Heck
Mensagem - Fernando Pessoa
A Bruxa e o Caldeirão - José Leon Machado
O peixinho e o gato - Lenira Almeida Heck
Dom Casmurro - Machado de Assis
O Eu profundo e os outros Eus. - Fernando Pessoa
A Cartomante - Machado de Assis
Poesias Inéditas - Fernando Pessoa
Cancioneiro - Fernando Pessoa
O galo Tião e a dinda Raposa - Lenira Almeida Heck
A Carteira - Machado de Assis
Dom Casmurro - Machado de Assis
Do Livro do Desassossego - Fernando Pessoa
No reino das letras felizes - Lenira Almeida Heck
Histórias da Avózinha - Alberto Figueiredo Pimentel
O pastor amoroso - Fernando Pessoa
A Igreja do Diabo - Machado de Assis
O galo Tião e a vaca Malhada - Lenira Almeida Heck
Elementos de Geometria - Euclides
Livro do Desassossego - Fernando Pessoa
O Plano de Desenvolvimento da Educação: razões, princípios e programas - Ministério da Educação
Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
A Carta - Pero Vaz de Caminha
Cancioneiro - Fernando Pessoa
O Guardador de Rebanhos - Fernando Pessoa
Os Lusíadas - Luís Vaz de Camões
A Carta de Pero Vaz de Caminha - Pero Vaz de Caminha
Este mundo da injustiça globalizada - José Saramago
A Carteira - Machado de Assis
A Cartomante - Machado de Assis
Histórias que acabam aqui - Maria Teresa Lobato Fernandes Pereira Lopes
Poemas Traduzidos - Fernando Pessoa
A Metamorfose - Franz Kafka
A Mão e a Luva - Machado de Assis
Americanas - Machado de Assis

photo credit: Ozyman via cc



Fonte: 37 livros digitais online grátis para baixar - Livros e Afins http://livroseafins.com/baixar-livros-gratis-download/#ixzz3SjZLlfmI

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1920: Lançado programa do partido de Hitler



Em 24 de fevereiro de 1920, o Partido Alemão dos Trabalhadores apresenta um programa nacionalista, antissemita e anticapitalista. No mesmo dia, torna-se Partido Nacional-Socialista Alemão dos Trabalhadores (NSDAP).


Hitler discursa em Reichenberg


"Essa risível pequena criação, com seus poucos filiados, me pareceu ter a vantagem de ainda não ter se solidificado numa 'organização'. Aqui ainda se podia trabalhar, e, quanto menor o movimento fosse, tanto mais ele estaria apto para ser conduzido à forma certa. Aqui o conteúdo, o objetivo e o meio ainda podiam ser determinados." Palavras de Adolf Hitler em seu livro Mein Kampf (Minha luta).

A "risível pequena criação" mencionada era o Partido Alemão dos Trabalhadores (DAP), no qual Hitler ingressou em setembro de 1919. Como narra o historiador Eberhard Jäckel, de Stuttgart: "Era realmente um grupo muito pequeno e insignificante de Munique, de fundo bávaro. Chamava-se então Partido Alemão dos Trabalhadores. Hitler entrou em contato com ele apenas alguns meses depois da fundação".

Adolf Hitler fazia parte de um comando militar que passou a controlar Munique após o breve período de regime socialista ali instaurado por Kurt Eisner, assassinado em fevereiro de 1919. Nesse mesmo ano, Hitler filiou-se ao pequeno partido, fundado pelo ferroviário Anton Drexler e o jornalista Karl Harrer. Não demorou para que assumisse a chefia do departamento de propaganda da agremiação. Sua influência sobre o partido foi tão grande, que escreveu de próprio punho o programa de 25 pontos, apresentado em 1920.

Reivindicações populistas

O programa exigia, em primeiro lugar, a unificação de todos os alemães numa Grande Alemanha. Exigia a aquisição de colônias e o cancelamento do Tratado de Versalhes, que selou a derrota alemã na Primeira Guerra Mundial. Além disso, só teria o direito de ser cidadão alemão quem tivesse "sangue alemão". Os não alemães não teriam acesso aos órgãos públicos e estariam sujeitos a leis especiais.

As diretrizes socialistas do programa concentravam-se na estatização das empresas e na exigência de participação nos lucros de grandes firmas. No aspecto da política interna, citava apenas palavras de ordem, sem oferecer estratégias definidas. Pregava, por exemplo, o combate "à mentira política" ou "melhorias na saúde da população".

Em suma, um apanhado de reivindicações populistas, apresentadas na época diante de 2 mil pessoas, na famosa cervejaria Hofbräuhaus de Munique. Hitler aproveitou para mudar o nome da facção para Partido Nacional-Socialista Alemão dos Trabalhadores (Nazionalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei – NSDAP). Da abreviatura "Nazi", pela qual passou a ser identificado, vem o termo "nazista".

O pequeno grupo nazista começou a arregimentar elementos das mais variadas tendências e classes sociais. O próprio partido se via como "movimento", que representava os anseios da população. Um movimento em que Hitler foi tomando as rédeas, até assumir a presidência, em 1921.

Dois anos depois, fracassou na tentativa de golpe que ficou conhecida como "o putsch da cervejaria de Munique", para derrubar a República de Weimar. Hitler foi condenado a cinco anos de prisão, mas só cumpriu nove meses.

Resolveu então chegar ao poder através de eleições, e começou a reorganizar seu pequeno partido. Na grave crise econômica de 1929, a classe média e os industriais, temerosos do avanço do comunismo, viram a salvação nos nazistas. Em 1930, o partido foi o segundo mais votado no país, com 6 milhões de eleitores.

Heinz Dylong (rw)

Fonte DW
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O cavaleiro medieval





Por Rainer Sousa

Responsáveis pela formação das forças militares de seu tempo, os cavaleiros medievais apareceram entre os integrantes da nobreza medieval. A princípio, além da origem nobiliárquica, um cavaleiro deveria ter treinamento e armas para ascender a tal condição. Em muitos casos, recebiam terras e direitos de cobrança para defenderem a propriedade de um senhor feudal. Ao longo do tempo, o alcance dessa prestigiada condição foi se cercando de maiores exigências.

Por volta dos sete anos de idade, o jovem nobre iniciava a sua formação de cavaleiro exercendo as funções de um pajem. Já nessa primeira fase, ele aprendia sobre equitação e o manejo das armas utilizadas por um cavaleiro. Aos doze anos de idade o aprendiz era transformado em escudeiro. Nessa época, ele acompanhava o seu senhor nos campos de batalha e aprofundava os seus conhecimentos sobre o manejo da espada. Além disso, aprimorava a sua condição física em lutas, corridas e desafios de esgrima.

Entre os 18 e 20 anos, o escudeiro realizava a sua passagem da juventude para a idade adulta ao se transformar em cavaleiro. O ritual de sagração do cavaleiro era uma solenidade de grande importância, já que em algumas ocasiões chegava a contar com a ilustre presença do rei. Na noite anterior ao evento, o aspirante ficava em jejum e realizava a vigília das armas. Chegado o grande dia, o futuro combatente era desafiado em simulações de combate que comprovavam a sua eficiência.

No juramento, o senhor do cavaleiro reforçava a condição de submissão e lealdade do cavaleiro dando-lhe um tapa na cara, no ombro ou na nuca. Depois disso, era feito um proferimento em que o senhor reforçava a coragem e a lealdade pela invocação divina. Logo em seguida, o jovem subia em seu cavalo e saia cavalgando. Era assim que um membro da classe nobiliárquica se tornava mais um integrante das forças que protegiam as terras de seu tempo contra as invasões.

Nas situações de guerra, os cavaleiros eram organizados em diferentes postos de batalha. Tão importante quanto a sua posição e habilidades, um cavaleiro não poderia sobreviver muito tempo em guerra sem que estivesse acompanhado de seu cavalo. Se a sua montaria fosse perdida, a morte era quase certa. Ao fim do período medieval, a formação dos exércitos nacionais e a introdução das armas de fogo foram enfraquecendo a imagem do cavaleiro, que passou a figurar as lendas de uma época.

Fonte:http://www.historiadomundo.com.br/idade-media/o-cavaleiro-medieval.htm
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Queremismo





Por Me. Cláudio Fernandes

Getúlio Vargas ascendeu à Presidência da República no ano de 1930, com a chamada Revolução de 1930, e permaneceu nesse posto até 1945, quando foi obrigado a afastar-se pela mesma conjuntura militar que havia lhe garantido subir ao poder. De 1937 a 1945, Vargas inaugurou o chamado Estado Novo, que consistia em um golpe de Estado dentro de outro golpe (a Revolução de 1930) do qual já fazia parte. As várias transformações econômicas e sociais empreendidas nesses longos anos de governo, aliadas a pesadas propagandas políticas, proporcionaram um clamor popular pela permanência de Vargas no poder. Essas manifestações populares ficaram conhecidas como “queremismo”.

A Era Vargas foi um dos períodos mais contraditórios e mais importantes da história do Brasil. Vargas desenvolveu uma habilidade política que muitos autores consideram maquiavélica, em virtude de sua versatilidade de articulação. Vargas manteve, por exemplo, relações políticas íntimas com o nazismo e o fascismo e, ao mesmo tempo, relações econômicas estreitas com os Estados Unidos. A política trabalhista e os mecanismos de propaganda são exemplos dessas articulações.

Vargas desenvolveu a indústria de base do Brasil e elaborou também uma série de leis que garantia certos direitos fundamentais para os trabalhadores. Associado a isso, Getúlio também desenvolveu uma complexa máquina de propaganda que procurava enaltecer a sua figura, assim como era feito nos regimes totalitários da Europa. Isso contribuiu para que as classes populares passassem a idolatrá-lo como ídolo, como figura paternalista.

Em 1945, com o fim da Segunda Guerra Mundial, Vargas começou a ser progressivamente pressionado para abrir o seu regime (então ditatorial) e dar a ele estruturas democráticas. Como havia deixado de apoiar os nazistas, durante a guerra, e passado a lutar ao lado das democracias ocidentais, Getúlio não poderia mais manter um sistema de governo com feições autoritárias. Sendo assim, em 1945, houve a abertura para a formação de novos partidos políticos e para uma nova disputa eleitoral.

Nesse processo, Vargas procurou articular-se com o PCB, após anistiar Luís Carlos Prestes, para tentar permanecer no poder por meio de uma nova constituinte. Todavia, não havia espaço para Vargas disputar formalmente as eleições, haja vista que sua permanência no poder já era longuíssima e o candidato de sua base era o general Eurico Gaspar Dutra, um dos homens responsáveis pela instituição do Estado Novo.

Esse contexto suscitou o “queremismo”. A população, afetada pelas reformas no âmbito trabalhista promovidas por Vargas e aclimatada pela forte propaganda que ele fizera em torno de sua própria figura, clamava pela permanência dele no poder. Os militares, percebendo o risco da permanência de Vargas no poder, obrigaram-no a renunciar em outubro de 1945. Era o fim do Estado Novo.

Fonte:http://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/queremismo.htm
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Rare Photos of Destroyed Germany During the Second World War



Cologne Cathedral During WWII





Bridges over the River Rhine





POW Camp in Remagen, Germany





POW's





Frankfurt at Main





Cologne, Germany





Bombed Bridge





Bombed Hospital





Bomb Damage





Roofless Buildings





Cinquantenaire Park





Industrial District





Triangular City Block





Comblain-au-Pont, Belgium





Rail Yard by a River





Bombed Railroad Transfer Station





Cloverleaf in Köln





Shipping Port in Belgium





Cologne Railyard and Cathedral






Fonte: http://www.vintag.es/2014/04/rare-photos-of-destroyed-germany-during.html

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Guerrilha Do Araguaia - Resumo, O Que Foi, História


O Que Foi, Contexto Histórico, Onde Ocorreu, Resumo, Objetivos, Guerrilha Contra A Ditadura Militar No Brasil, História Do Movimento, Principais Líderes





Tropas do exército na Guerrilha do Araguaia





O que foi



A Guerrilha do Araguaia foi um movimento de luta armada (guerrilheiro) que ocorreu na região do Araguaia (divisa entre os estados de Tocantins e Pará), entre os anos de 1972 e 1975. Este movimento era contrário à ditadura militar implantada no Brasil, através de golpe, em 1964.



História



O movimento começou a se organizar no final da década de 1960. A partir de 1972, começaram os confrontos armados entre os guerrilheiros e as forças armadas brasileiras (principalmente tropas do exército).



A Guerrilha do Araguaia tinha como inspiração os bem sucedidos movimentos revolucionários socialistas que ocorreram em Cuba e na China.



No total, ocorreram três ofensivas militares para acabar com a guerrilha: Operação Papagaio, Operação Sucuri e Operação Marajoara. De acordo com estimativas, cerca de cinco mil militares atuaram nestas operações.



Quem participou (integrantes)




O movimento foi liderado, principalmente, por militantes do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Porém, contou com a participação de estudantes universitários, operários, profissionais liberais e camponeses.



Entre os principais líderes da Guerrilha do Araguaia, podemos citar: Maurício Grabois (um dos fundadores do PCdoB), João Amazonas (secretário geral do PCdoB), Elza Monnerat (dirigente do PCdoB) e Ângelo Arroyo (dirigente do PCdoB).



Objetivos




- Derrubar o governo militar, através de uma revolução socialista, que teria início no campo com o movimento de guerrilha.



- Implantar no Brasil, após a tomada do poder, um governo de caráter socialista.



Como terminou (resultados)



As tropas militares brasileiras saíram vitoriosas, pois conseguiram reprimir o movimento guerrilheiro em 1975. Como resultado, 59 militantes do PCdoB morreram, além de 19 agricultores que lutaram ao lado da guerrilha. Do lado das tropas militares foram 20 mortos (número estimado).

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