
A chegada da Família Real ao Brasil - 1808
Tratado de Methuen ( Panos e Vinhos )
1808 - Chegada da Família Real ao Brasil
Abertura dos portos às Nações Amigas - Ruptura do Pacto Colonial.
Capitalizar a economia inglesa - Vencer Napoleão.
Adquiriu maior mercado consumidor de produtos das Américas.
Os laços coloniais entre a Inglaterra e os Estados Unidos foram rompidos. Por isto é que a Inglaterra volta-se para o Brasil, transformando em um novo mercado consumidor de seus produtos "industrializados".
Medidas Joaninas:
1.Fundação do Banco do Povo (Banco do Brasil):
Quando a Família Real volta para Portugal, leva consigo todo o dinheiro contido no banco;
2.Instalação da Família Real e da Corte Portuguesa.
Surgimento de fábricas de tecidos, salitre, implementos, roupas, sapatos, vinhos, etc.
3.Formação do Jardim Botânico;
4.Instalações de Faculdades;
5.Urbanização das cidades do Rio de Janeiro e Salvador;
6.Missões artísticas: Rugendas, Gadner, Mathius, Debrey;
Fim das Guerras Napoleônicas:
Congresso de Viena - Santa Aliança;
Reorganização do mapa geográfico, dos limites territoriais, da forma que era antes da Era Napoleônica.
Brasil: É elevado à condição de Reino Unido de Portugal e Algarves.
Inversão: O Brasil é o centro das decisões e administração do Império Português.
Diplomacia: Tratado de 1810.
Aliança e amizade.
Comércio e Navegação:
# Tarifas Alfandegárias:
* Inglaterra: 15%
* Portugal: 16%
* Outros países: 26%
*A Revolução Liberal do Porto - 1820
Foi a reação da burguesia lusa e reivindicação contra o poderio inglês no Brasil.
Exigências:
- Retorno imediato da Família Real a Portugal;
- Juramento da Carta Constitucional;
- Retorno imediato do Brasil à condição de colônia;
Fonte:
http://www.estudanet.hpg.ig.com.br/chg-famreal-brasil.htm
Saiba Mais no GrupoEscolar.com: http://www.grupoescolar.com/pesquisa/chegada-da-familia-real-ao-brasil.html
28.12.12
Chegada da Família Real ao Brasil
Seljúcidas
Por Felipe Araújo
O nome seljúcidas provém de Seljuque, fundador desta civilização. Entre as principais características deste povo, destacam-se a divisão em tribos e o nomadismo. No fim da década de 900, instalaram-se em região próxima de Bucara (Uzbequistão). Então, um grupo de guerreiros segue para o ocidente com o objetivo de encontrar mais terras e expandir os territórios seljúcidas.
Entre suas características marcantes, os seljúcidas eram conhecidos por uma política que apresentava programas de construção de grandes obras para a população. Em seu territórios, desenvolveram projetos e construíram escolas públicas, empresas caravaneiras, fundações beneficentes, hospitais e mesquitas. O sufismo, corrente mística do Islã, desenvolveu-se entre os povos seljúcidas pelas madrasas, que eram instituições de ensino religioso mantidas pelo governo.
Um dos primeiros confrontos dos seljúcidas foi contra os bizantinos, que foram derrotados. Isso ocorreu no ano de 1071 quando Alp Arslan, sultão turco, conduzia o povo em direção à Armênia e sofreu ataque dos bizantinos, que na época eram comandados pelo imperador de Roma, IV Diógenes. A estratégia utilizada pelos seljúcidas para derrotar os guerreiros bizantinos demonstrava a inteligência deste povo no campo bélico. Primeiramente, simularam uma fuga, mas conseguiram cercar os inimigos e derrotá-los. Capturaram IV Diógenes e apenas o libertaram mediante pagamento de resgate. Com isso, terminaram com o poderio dos bizantinos na região da Ásia menor.
Após este confronto, os seljúcidas prosseguiram a foram responsáveis pela fundação de um império que originou o Sultanato de Rum, que precedeu o Império Otomano e foi o primeiro império turco estabelecido na área da Anatólia. Na época em que foram governados pelo xá Malik, os seljúcidas entraram em seu período áureo. No ano de 1078, invadiram e dominaram Jerusalém. Com isso, os cristãos que habitavam o território iniciaram uma série de embates contra os seljúcidas, originando as Cruzadas.
No ano de 1194, o sultão Togrul III, que governou por um período todo o território seljúcida com exceção da Anatólia, sofreu uma derrota para Takash, que era xá do Império Corásmio, dinastia turca sunita com influência dos persas. Com este confronto, apenas restaram os habitantes do Sultanato de Rum. Porém, em 1260, os povos mongóis invadiram a Anatólia, dominando-a e a dividindo em pequenos emirados, que ficaram conhecidos como beilhiques da Anatólia. Um destes beilhiques era o otomano, que dominaria os demais e conquistaria o poder na região.
Fontes:
http://www.arqnet.pt/portal/universal/cruzadas/indice_m.htmlhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Alp_Arslanhttp://reinosepovosturcos.blogspot.com.br/2010/08/o-imperio-seljucida.htmlhttp://www.goturquia.com/historia-turquia.phpAZEVEDO, Antonio Carlos do Amaral. Dicionário de nomes, termos e conceitos históricos. 3ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
7.12.12
7 de dezembro de 1941: O ataque a Pearl Harbor
A investida da Marinha Imperial japonesa contra a base militar norte-americana de Pearl Harbor, no Hawaii, iniciada às 7h55 de uma manhã de domingo, pegou todos de surpresa. Embora o serviço de espionagem americano tivesse antecipado informações de que o Japão preparava uma grande ação militar na Ásia, não se imaginava que o alvo fosse a base militar dos Estados Unidos no Pacífico. Em questão de minutos, as forças americanas viram 8 de seus grandes navios de guerra destruídos, bem como 14 embarcações de combate de menor porte, e 188 aviões bombardeados ainda no solo. O número de vítimas também foi impressionante: 2403 americanos morreram e outros 1178 foram feridos, segundo contagem oficial. No lado japonês, apenas 23 aeronaves de ataque foram abatidas.


A estratégia do primeiro-ministro do Japão, Hideki Tojo, era clara. Ele pretendia atacar e conquistar todas as colônias, protetorados e possessões dos aliados na Ásia, para que o Japão pudesse se tornar na Ásia a potência que a Alemanha se tornou na Europa. Imediatamente após o ataque de Pearl Harbor, as forças japonesas deram continuidade ao plano estratégico, lançando-se em outros ataques no Pacífico.
No dia seguinte ao episódio, o Congresso americano declara guerra ao Japão, atendendo à petição do presidente Franklin Delano Roosevelt e os EUA entram na Segunda Guerra Mundial.
Se até então, o mundo desconhecia o poderio bélico dos Estados Unidos, o atentado a Pearl Harbor despertou o gigante industrial norte-americano e mudou os rumos do conflito. Como o ataque nipônico concentrou-se na superfície, os submarinos que estavam fora dos bunkers, as oficinas de reparo e o parque de tanques de combustível foram poupados, o que permitiu agilidade na recuperação dos navios danificados. Em menos de um ano, a Marinha americana refez sua frota, fazendo da entrada efetiva dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial decisiva para a derrota mundial das forças do Eixo poucos anos mais tarde.
Como era o sexo na Pré-História?
Os homens da Pré-História já distinguiam sexo de reprodução, usavam cosméticos naturais para incrementar a paquera, faziam sexo em posições bem diferentes do papai-e-mamãe e usavam até mesmo métodos anticoncepcionais. Pelo menos é isso que indicam os estudos feitos por arqueólogos baseados em objetos como estátuas e pinturas rupestres. Só não dá para ter certeza porque a Pré-História é caracterizada justamente pela inexistência de documentos escritos. "Chegar à verdade acerca da Pré-História é quase impossível. A arte pré-histórica, grande parte da qual tem conteúdo sexual explícito, obviamente revela coisas sobre as quais as pessoas pensavam, mas não pode refletir por completo o que realmente faziam", afirma o arqueólogo Timothy Taylor no livro A Pré-História do Sexo. Veja nestas páginas o que os cientistas descobriram sobre os hábitos sexuais que faziam a cabeça da humanidade que habitou o planeta entre 2 milhões a.C. e 4000 a.C. :-P
É PAU, É PEDRA...
Na Idade da Pedra, métodos anticoncepcionais e masturbação já faziam parte da rotina sexual
POSIÇÕES
Nada de papai-e-mamãe na Pré-História. Uma imagem encontrada em Ur, na Mesopotâmia, datada de 3200 a.C., mostra a mulher por cima, posição também encontrada em obras de arte da Grécia, do Peru, da China, da Índia e do Japão. Uma outra imagem pré-histórica mostra a mulher sentada com as pernas levantadas para facilitar a penetração do homem. A relação com penetração por trás também aparece com frequência, assim como imagens de sexo oral
CASAMENTO
No Paleolítico, a Idade da Pedra Lascada, os machos dominantes se casavam com várias mulheres, seguindo o comportamento de animais polígamos, como bisão e veado. Já no Neolítico, a Idade da Pedra Polida, a monogamia passa a ser predominante. Nessa época, os homens passaram a domesticar animais. Observando o estilo de vida dos bichos e o papel do macho na procriação, os homens passaram à monogamia.
MASTURBAÇÃO
Não faltam exemplos da prática do sexo solitário na Pré-História: há de estátuas a bastões fálicos talhados em madeira ou em pedra. Uma das estátuas, de Malta, mostra uma mulher se masturbando de pernas abertas por volta de 4000 a.C. Outra retrata um homem sentado descabelando o palhaço em 5000 a.C.
CIÊNCIA
Os homens usam plantas medicinais há pelo menos 40 mil anos. Não há provas diretas, mas arqueólogos desconfiam que plantas do gênero Aneilema eram usadas para evitar a gravidez, enquanto a borragem provavelmente já era usada para amenizar os sintomas da tensão pré-menstrual nas mulheres e como afrodisíaco para os homens.
HOMOSSEXUALIDADE
Pesquisadores apontam que a atividade homossexual masculina e feminina é comum em mais de 200 espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes e insetos, o que poderia indicar que também era praticada pelos homens pré-históricos. Entre os grandes macacos, como chimpanzés e gorilas, também rola sexo entre animais do mesmo gênero.
SEXO SELVAGEM
A relação do homem pré-histórico com os animais era bem próxima - até demais! Há uma pintura rupestre de cerca de 3000 a.C., em Val Camonica, na Itália, que mostra um homem copulando com um asno! Já na Sibéria aparecem imagens de homens copulando com alces - em uma das pinturas, o homem está usando esquis nos pés enquanto transa com o bicho.
MULHER MELANCIA ANCESTRAL
Os homens faziam estátuas eróticas que podem ser consideradas ancestrais da pornografia. A mais famosa é conhecida como Vênus de Willendorf: uma mulher de nádegas e peitos grandes com traços de corante vermelho, encontrada em uma região com traços de ocupação de até 40 mil anos atrás. Naquela época, a Europa vivia a Era Glacial, e as mulheres gordinhas teriam maior potencial de resistência, e por isso podem ter sido as gostosas da vez.
PAQUERA
Na hora da paquera, o homem pré-histórico já tinha à disposição cosméticos feitos de plantas, como a hena, usada nos cabelos. Sabe-se que extratos de beladona eram usados para dilatar as pupilas e, assim, chamar mais a atenção. Havia ainda pigmentos avermelhados, que destacavam partes da pele, e joias feitas de pedras, madeira ou dentes de animais.
CORPO A CORPO
Quando o homem virou bípede, o corpo passou a ter novos focos de atração sexual. Os peitos das mulheres, únicas fêmeas entre os primatas que têm seios permanentemente grandes, passaram a ser tão atrativos quanto a bunda. Assim, o ser humano passou a ser um dos poucos animais que fazem sexo cara a cara, enquanto outros bichos praticam o coito por trás.
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-era-o-sexo-na-prehistoria
Tupamaros

Por Felipe Araújo
Tupamaros foi o nome dado a um grupo de guerrilheiros uruguaios que agiu entre os anos de 1963 e 1972. A denominação do partido remete ao período da colonização do Uruguai, quando Tupac Amaru III, um cacique peruano, foi líder de um confronto contra os espanhóis (século XVIII). Do nome do indígena surgiu a palavra tupamaro, que era a forma como os conquistadores espanhóis chamavam os seguidores do líder tribal.
O fundador do Movimento de Liberação Nacional – Tupamaros (MLN-T ) foi Raul Sendic, advogado, revolucionário guerrilheiro e político do Uruguai. Entre as primeiras ações do partido, destacam-se as investigações dentro de grandes corporações que tinham por objetivo encontrar documentos que comprovassem a corrupção governamental. Porém, o grupo tinha como forte característica a guerrilha urbana, que incluía atividades como assaltos a clubes de armas, bancos, sequestros, propaganda de guerrilha e assassinatos. Segundo alguns historiadores, o dinheiro que conseguiam nas ações ilegais era distribuído para as camadas mais pobres da população de Montevidéu. Os integrantes dos Tupamaros eram universitários, técnicos e profissionais liberais.
De acordo com Elio Gaspari, no livro “A Ditadura Derrotada – Volume 3″ (editora Companhia das Letras), “os Tupamaros, com 3 mil militantes, fizeram coisas nunca vistas e até mesmo difíceis de imaginar. Suas ações, iniciadas em 1968, eram românticas, vingativas e pirotécnicas. Eles assaltaram um cassino e devolveram as gorjetas dos crupiês pelo correio. Depenaram a mansão de um plutocrata e divulgaram que nela havia 400 mil dólares em dinheiro e barras de ouro”.
Com a prisão de Raul Sendic no ano de 1971 (ele passou 11 anos preso numa solitária), e as represálias das Forças Armadas uruguaias contra os Tupamaros, o movimento perdeu sua força com a morte e desaparecimento de muitos de seus integrantes. Dois anos depois, o presidente Juan María Bordaberry aplicou um golpe de estado e tornou-se um ditador, dissolvendo partidos e diminuindo as liberdades civis. Em 1976, através de Alberto Demicheli, as Forças Armadas substituíram Bordaberry.
No entanto, em 1985, alguns representantes dos Tupamaros voltam a assumir cargos políticos, pois, naquele ano, a democracia uruguaia tinha sido reestabelecida com o fim da ditadura militar. Atividades de guerrilha não foram mais detectadas no país. Sendic acabou sendo internado em um sanatório da França e faleceu no ano de 1989. Em 2004, José Mujica e Nora Castro, dois antigos representantes do grupo, foram eleitos à presidência das duas Câmaras do Congresso. Cinco anos depois, José Mujica foi eleito presidente do Uruguai.
Fontes:
AZEVEDO, Antonio Carlos do Amaral. Dicionário de nomes, termos e conceitos históricos. 3ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
GASPARI, Elio. A Ditadura Derrotada, volume 3. Coleção O Sacerdote e o Feiticeiro, São Paulo: Companhia da Letras, 2003.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tupamaros
Malawi
Por Emerson Santiago
A República do Malawi (em inglês: Republic of Malawi; em chewa (nyanja): Dziko la Malaŵi) é um país localizado àÁfrica meridional, com um território de 118.484 km², dimensões quase equivalentes às áreas dos estados de Pernambuco e Alagoas combinados. A população do país é de cerca de 15,4 milhões e tem como capital e principalcidade de Lilongwe.
Malawi divide suas fronteiras com a Tanzânia a norte e leste, Moçambique a leste, sul e sudoeste e Zâmbia a oeste. As línguas oficiais são o inglês e o chewa, apesar da população utilizar diversas línguas regionais na comunicação diária. A maioria dos habitantes do país, 75%, seguem o cristianismo, o restante sendo seguidores do islamismo (20%) e de religiões africanas tradicionais (5%). A moeda local é o kwacha.
Os primeiros seres humanos habitavam a área do lago Malawi há 50.000 ou 60.000 anos atrás. Embora os portugueses atinjam a região no século XVI, o primeiro contato significativo de ocidentais se dá com a chegada do famoso explorador David Livingstone ao longo da margem do lago Malawi, em 1859. Posteriormente chegam as missões presbiterianas escocesas que se dedicaram em extinguir o tráfico de escravos para o Golfo Pérsico, que continuou até o final do século XIX. Outros missionários, comerciantes, caçadores, e plantadores chegam logo em seguida.
Em 1883, um cônsul britânico foi apontado para manter relações com os “reis e chefes da África central”, e em 1891, é estabelecido o protetorado da Niassalândia (Nyasa é a palavra yao para “lago”). Em 1953, Niassalândia, Rodésia do Norte e Rodésia do Sul se juntam para formar a Federação da Rodésia e Niassalândia. A federação é dissolvida em 1963 e a 6 de julho de 1964, a Niassalândia se torna independente sob o nome de República do Malawi, tendo como líder Hastings Banda, que permanece no poder até 1993, quando fica gravemente doente. Uma crescente inquietação interna aliado à pressão da igreja e da comunidade internacional levou a um referendo sobre a continuação do estado de partido único, que vigorava desde a independência. Em 14 de junho de 1993, o povo de Malawi votou esmagadoramente a favor da democracia multipartidária, e no espaço de um ano eleições nacionais foram realizadas.
O Malawi experimenta sua primeira transição entre presidentes democraticamente eleitos em maio de 2004. Em 2012, Malawi pede à União Africana para intervir em uma disputa de fronteira com a Tanzânia sobre o Lago Malawi, que é potencialmente rico em petróleo e gás. O Malawi contesta a alegação da Tanzânia, que diz ter direito sobre metade do lago.
Bibliografia:
Malawi profile (em inglês) Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/news/world-africa-13864367>. Acesso em: 31 out. 2012.
Background Note: Malawi (em inglês) Disponível em: <http://www.state.gov/r/pa/ei/bgn/7231.htm>. Acesso em: 31 out. 2012.
Mapa: http://www.istanbul-city-guide.com/map/country/malawi-map.asp

Governo de Deodoro da Fonseca
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Por Araújo, A. Ana Paula de
A República do Brasil foi proclamada no dia 15 de novembro de 1889. Pondo fim a mais de 70 anos de monarquia, o início da República foi marcado por sérias crises políticas e econômicas.
A República nasceu de um forte apoio conservador e elitista. Vendo que D. Pedro II, o então imperador do Brasil, inclinou-se a abolir a escravatura no Brasil, os setores conservadores ficaram favoráveis à república, com o objetivo de tirar o poder do imperador e colocar no poder alguém que fosse favorável aos seus interesses. Deodoro da Fonsecamantinha boas relações com o imperador, tendo recebido dele até mesmo indicações para cargos políticos, mas as circunstâncias o fizeram entrar em desacordo com o Império devido aos seus interesses militares. Deodoro buscou, então, o apoio dos republicanos, e estes, por sua vez, ganharam um líder de prestígio entre os militares para apoiar o novo regime.
Com a proclamação da República, deu-se início a um governo provisório, liderado por Deodoro da Fonseca.Marechal Deodoro da Fonseca foi o primeiro presidente do Brasil após a Proclamação da República de 15 de novembro de 1889.
Fez-se necessária, por isso, a reorganização do poder e da estrutura do governo, adequando-o ao novo regime. Continuaram, contudo, os conflitos com o Exército, e toda manifestação ocorrida era acusada de conspiratória e de ter o objetivo de restaurar a monarquia, embora na realidade tivesse outros intuitos e não este. Deodoro ganhou a antipatia da imprensa, pois os acusava de fazer propaganda anti-Republicana, e chegou ao extremo de instituir a censura, mostrando assim, todo o autoritarismo do novo governo.
Buscando solucionar os problemas na economia, o primeiro ministro da Fazenda, Rui Barbosa, lançou o encilhamento, uma política econômica de incentivo à emissão de papel moeda, com o objetivo de pagar a massa assalariada e de viabilizar a industrialização. O objetivo não foi alcançado e o país entrou em uma crise econômica qu envolveu problemas de inflação, fechamento de empresas, falência de investidores, dentre outros.
O presidente formulou a primeira constituição republicana e formou o Congresso Nacional Constituinte, exatamente um ano depois da proclamação da República. A nova constituição foi aprovada e no dia 25 de fevereiro de 1891 Deodoro é eleito presidente do Brasil pelo colégio eleitoral, formado por senadores e deputados federais. Ao mesmo tempo, o Marechal Floriano Peixoto foi eleito vice-presidente da república, terminando assim o Governo Provisório.
Durante os nove meses seguintes, no entanto, o país enfrentou uma crise política e econômica que obrigou Deodoro a se posicionar a favor de uns, sabendo que os demais iriam se colocar em oposição a ele. Destituiu do poder as forças que lhe faziam oposição, e como não tinha o apoio do Congresso Nacional, decidiu fechá-lo.
No dia 3 de novembro de 1891 Deodoro deu um golpe de estado. Com a dissolução do Congresso, lançou um “Manifesto à Nação”, para explicar as razões do seu ato. As tropas militares cercaram os prédios do Legislativo e prenderam líderes da oposição. A imprensa foi posta sob total censura e foi decretado o estado de sítio do país.
Os republicanos de São Paulo apoiavam Floriano Peixoto, fato que fez com que os militares ficassem divididos, enfraquecendo as forças apoiadoras de Deodoro da Fonseca.
No dia 23 de novembro de 1891 ocorreu a primeira revolta da Armada, quando o Almirante Custódio de Melo ameaçou bombardear o Rio de Janeiro caso Deodoro não renunciasse. O Marechal não suportou a pressão, principalmente com a ameaça feita pela Revolta da Armada, e, temendo uma guerra civil, renunciou seu cargo em 3 de novembro de 1891, deixando a presidência para o seu vice, Floriano Peixoto, assumir.
Logo que assumiu, Floriano Peixoto restabeleceu o Congresso Nacional e suspendeu o estado de sítio no país.
Fontes:
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/governos-deodoro-da-fonseca-e-floriano-peixoto-1889-1894-inicio-da-republica-foi-marcado-crises-politicas-e-economicas.htmhttp://educacao.uol.com.br/biografias/marechal-deodoro-da-fonseca.jhtmhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Deodoro_da_Fonsecahttp://www.suapesquisa.com/republica/http://www.portalbrasil.net/politica_presidentes_deodorodafonseca.htm
Cultura Shang
Desde cerca de 4500 a.C., as sociedades neolíticas localizadas às margens do rio Amarelo, na China, deram origem a
culturas cada vez mais sofisticadas e também às primeiras cidades de fato. O primeiro Estado centralizado da China emergiu durante o governo da dinastia Shang (sécs. XVIII-XI a.C.). A rica cultura artística nas tradições artísticas das dinastias chinesas subsequentes.
PRIMEIRAS CULTURAS CHINESAS
China c.4500-c.1800 a.C.
No final do período Neolítico, surgiram na Chinaa culturas urbanas de certa complexidade. A cultura Yangshao desenvolveu-se ao longo do rio Amarelo, na China central, e mais de mil sítios arqueológicos já foram escavados até hoje. Estudos em um dis sítios mais conhecidos, Banpo, mostram que o povo Yangshao cultivava painço, utilizava ferramentas de pedra polida e usava roupas de cânhamo e possivelmente seda. Produziam potes de cerâmica vermelha, decorados com linhas em espiral, e algumas descobertas em túmulos levam a crer que eles acreditassem em uma conexão com os espíritos.
Em logshan, na província de Shandong, na parte mais baixa do rio Amarelo, outra cultura criou uma cerâmica negra ainda mais fina. Seus potes eram feitos com uma roda de ceramista e trabalhados com machados de pedra. Essa cultura se espalhou ao longo do médio e do baixo Yangtze, ao sul.
Em 1959, arqueólogos descobriram a cultura Erlitou, no vale do rio Amarelo, na província de Henan, escavando prédios semelhantes a palácios, túmulos e artefatos de bronze – os mais antigos já encontrados na China. Descobertas mais recentes revelaram uma variedade de culturas neolíticas tardias fora do vale do rio Amarelo, como a Majiabang, ao longo do Yangtze, na província de Jiangsu, e a Dapenkeng, no sul da China.
A CHINA SHANG
China Oriental c.1750-1027 a.C.
A dinastia Shang, por tradição a segunda da China, governou grande parte do norte e do centro centro deste país a partir de 1750 a.C., aproximadamente. Teve várias capitais, a última das quais foi descoberta em Anyang, às margens do Huan, na década de 1920. Ali arqueólogos encontraram os restos de um grande centro religioso e administrativo do antigo Estado Shang.
Por volta de 1650 a.C., os Shang se estabeleceram na capital, Zhengzhou, onde uma formidável muralha de defesa de 6,4km de extensão circundava um grande povoado cujos prédios eram construídos com barro pisado.
A CULTURA SHANG
Os achados arqueológicos mais valiosos do período Shang são objetos de bronze feitos principalmente para cerimoniais religiosos. Muitos dos vasos encontrados em Zhengzhou e Anyang eram usados em rituais, possivelmente no preparo de carnes para sacrificio ou para aquecer vinho. Os potes dessa época, feitos em bronze e de formas altamente estilizadas, viriam a ser produzidos por muitos séculos. Os Shang também continuaram a produção de discos de jade que havia sido iniciada nos tempos neolíticos.
Frequentemente decorados com complicados entalhes, a função exata desses discos continua sendo um mistério, mas eles provavelmente eram enterrados com os mortos. Nos túmulos Shang, foram encontrados muitos “ossos de oráculo”, ossos de espáduas de bois que eram usados para fazer previsões. Inscrições em ossos de oráculo constituem os mais antigos achados da escrita chinesa. A dinastia Shang chegou ao fim por volta de 1050 a.C., quando revoltas lideradas pelos Zhou – cuja influência se estendeu no Ocidente até as atuais províncias de Shaanxi e Gansu – finalmente derrubou o imperador Shang e se tornou uma potência dominante.
Como era o sexo na Antiguidade?
Na Antiguidade, a prostituição era regulamentada, o divórcio começou a existir e havia até deuses do sexo! Os documentos da Idade Antiga, que vai de 4000 a.C. ao século 5 d.C. de acordo com a datação convencional, mostram curiosidades sobre a vida sexual de povos como gregos, romanos e egípcios. Os romanos, por exemplo, prezavam tanto o sexo que havia uma lei para desincentivar o celibato: a solteirice e a falta de filhos eram punidos, e as pessoas cheias de herdeiros tinham privilégios. Foi também na Idade Antiga que os conhecimentos científicos sobre o rala-e-rola começaram a se aprimorar com Hipócrates, considerado o pai da medicina. Os romanos também estudavam o corpo humano e já conheciam algumas doenças venéreas, como a gonorreia, termo cunhado por Galeno no século 2. Mesmo assim, algumas crendices sexuais bizarras permaneciam. Na Grécia, por exemplo, acreditava-se que o contato com uma mulher menstruada faria o vinho novo ficar azedo e faria as árvores não dar mais frutos. :-()
À MODA ANTIGA
Prostituição e homossexualidade eram comuns, mas havia leis severas para punir abusos
CASAMENTO
Os gregos e romanos eram monogâmicos - no império de Diocleciano, em Roma, a bigamia foi declarada ofensa civil. Mas os grecoromanos descobriram que o amor não é eterno: foi nessa época que surgiu o divórcio. Na Roma arcaica, as mulheres adúlteras podiam ser condenadas à morte - isso só mudou após uma lei do imperador Augusto, que trocou a pena para o exílio.
POSIÇÕES
Em Roma, as posições sexuais apareciam em pinturas, mosaicos e objetos de uso cotidiano, como lamparinas, taças e até moedas. Em uma face, ficava a posição sexual, e, na outra, um número. Para alguns historiadores, as moedas eram fichas de bordel, e as posições com penetração tinham números maiores, indicando que poderiam ser mais valorizadas.
MASTURBAÇÃO
Nada de condenar o sexo solitário: na Grécia e na Roma antigas, a masturbação era vista como natural. No Egito, a masturbação era até parte do mito da criação. Um dos ditos piramidais afirma que Aton, o deus do Sol, teria criado o deus Shu e a deusa Tefnut através do sêmen de sua masturbação!
HOMOSSEXUALIDADE
Casais de homem com homem e mulher com mulher eram comuns na Grécia. Havia até mitos para explicar a origem da pederastia, a relação entre homens maduros e jovens: o primeiro dizia que Orfeu, um dos seres da mitologia grega, acabou se apaixonando por adolescentes depois que sua mulher, Eurídice, morreu. Outra lenda afirma que a pederastia começou com o músico Tamíris, que foi seduzido pelo belo Jacinto.
CIÊNCIA
O grego Hipócrates, pioneiro da medicina, achava que o útero poderia deslocar-se pelo corpo da mulher em busca de umidade e poderia chegar até o fígado! Mas ele também deu bolas dentro: calculou a duração da gravidez em 10 meses lunares (cerca de 290 dias do nosso calendário), tempo parecido com os 9 meses atuais, e prescreveu semente de cenoura como anticoncepcional e abortivo.
PAQUERA
Os galanteios dos romanos seguiam um manual: o livro A Arte de Amar, do poeta Ovídio, escrito entre 1 a.C. e 1 d.C. Entre as dicas dadas pelo escritor, estava o uso do goró: "O vinho prepara os corações e os torna aptos aos ardores amorosos". Ovídio também incentivava a galera a melhorar o visu: "Esconda os defeitos e, o quanto possível, dissimule suas imperfeições físicas".
NO TRIBUNAL
A legislação sexual da Roma antiga era polêmica! Eram puníveis com a morte: adultério cometido pela esposa, incesto e relação sexual entre uma mulher e um escravo. No estupro, a punição sobrava até para a vítima - se não gritasse por socorro, a virgem poderia ser queimada viva! Entre as penas leves, estava a apreensão de propriedades de quem fizesse sexo anal. No Egito, o adultério era mau negócio: os homens eram castrados e as mulheres ficavam sem o nariz.
PROSTITUIÇÃO
Regras para sexo pago eram diferentes na Grécia e em Roma
GRÉCIA
As moças da vida não eram todas iguais - elas seguiam uma hierarquia. A maioria delas era escrava, mas havia também mulheres vendidas aos bordéis pelos pais ou irmãos.
CLASSE ALTA
Prostitutas de primeira classe, com treinamento intelectual e cultural.
CLASSE MÉDIA
Tocadoras de flauta e dançarinas, especialistas em ginástica e sexo oral. Eram imigrantes.
CLASSE BAIXA
Vendidas pela família, ganhavam mal e tinham poucos direitos.
ROMA
Registradas e pagadoras de impostos, as prostitutas se vestiam com tecidos floridos ou transparentes, e, por lei, não podiam usar a estola, veste das mulheres livres, nem a cor violeta. Os cabelos deviam ser amarelos ou vermelhos. O lugar mais comum de trabalho delas era sob arcos arquitetônicos: a palavra fornicação vem do latim fornice, que significa arco.
Revolução Inglesa
Por Felipe Araújo
Contrária ao domínio de poder político da monarquia dos Stuarts, que eram soberanos ingleses originados da Escócia, a Revolução Inglesa ocorreu no século XVII, no ano de 1640. De acordo com alguns historiadores, esta insurreição é considerada a primeira revolução de caráter burguês realizada no ocidente.
A origem da Revolução Inglesa pode ser explicada por uma combinação de diversos fatores. Na época da Dinastia Tudor, o país apresentava um desenvolvimento econômico próspero e de várias conquistas. Enquanto Henrique VIII e Elisabeth I estavam no poder, ocorreu a adoção do anglicanismo, que trouxe grandes mudanças e era um instrumento importante do Estado. Além disso, neste período, a Inglaterra encontrava-se unificada e começou a disputar o descobrimento de novas colônias, fazendo frente aos espanhóis.
Dentro deste contexto, havia incentivo à liberdade de comércio, além de medidas de proteção à propriedade. Neste momento, de grande desenvolvimento econômico, surgem os monopólios comerciais, os Mercadores Aventureiros, grupo que desejava superar os estrangeiros no comércio e a Companhia Britânica das Índias Orientais, união de comerciantes de Londres que tinha o monopólio comercial com as “Índias Orientais”.
Porém, estes adventos tiveram como resultado a divisão burguesa britânica. De um lado estavam os comerciantes mais abastados, favorecidos pelos monopólios e, de outro, a pequena burguesia que clamava pela livre concorrência. Junto a isso, a situação no campo gerava diversos problemas, pois as terras começaram a ser valorizadas após a alta dos produtos da zona rural. Assim, os representantes da burguesia poderosa, que tinham grandes propriedades, começam a expandir suas terras desapropriando terrenos de caráter coletivo para torná-los particulares. Isso fez com que diversos camponeses fossem expulsos da zona rural, dando espaço para a formação de propriedades extensas que produziam lã, um dos produtos que, posteriormente, seria a base da Revolução Industrial no país. Para atenuar um possível conflito entre a nobreza rural e os camponeses, o governo tomou medidas para impedir os cercamentos, mas sofreu oposição da burguesia mercantil e dos grandes proprietários de terras.
Em 1603 tem início a Dinastia do Stuarts, simbolizada por Jaime I, substituto de Elizabeth I, considerada a última rainha da Dinastia dos Tudors. O novo soberano inglês, além de ser protestante, iniciou um processo de aproximação com a Espanha, país católico, mostrando que era indiferente às instituições inglesas estabelecidas no reinado dos Tudors. Isso foi um fator de extremo descontentamento da alta burguesia, pois, até então, o equilíbrio entre os parlamentares e os monarcas era o que equilibrava a economia inglesa. Foi durante este período que os ingleses discordantes iniciaram um processo de emigração rumo à América do Norte.
Com a morte de Jaime I, quem assume o poder é seu filho Carlos I. No ano de 1628, dois anos após Carlos I tomar o poder, é votada uma Petição de Direitos pelo Parlamento Inglês, que garantiu a burguesia comerciante contra detenções ilegais e tributos. Em contrapartida, este parlamento foi dissolvido pelo rei, que buscou apoio na Câmara Estrelada (tribunal que era formado por nobres da confiança da realeza). Além disso, Carlos I faz uma tentativa de imposição do anglicanismo aos presbiterianos (calvinistas da Escócia), mas não obteve apoio da burguesia e ainda viu grupos de escoceses invadirem a região norte da Inglaterra. Sem sustentação, o rei abriu o parlamento novamente no ano de 1640 e em 1653. Porém, os parlamentares demonstravam mais interesse em combater a tirania de Carlos I.
Entre os anos de 1641 e 1649, ocorreu uma guerra civil que foi um episódio de extrema importância para a Revolução Inglesa. O conflito colocou frente a frente o exército da realeza (com apoio dos senhores feudais) e os apoiadores do parlamento, denominados cabeças-redondas, que, em sua maioria, eram puritanos burgueses liderados por Oliver Cromwell. No primeiro ano do conflito, o rei foi apoiado pelos aristocratas das regiões norte e sul da Inglaterra, além da burguesia abastada. No ano de 1645, após diversos embates, os cabeças-redondas, com seu exército chamado New Model Army, vencem a cavalaria real na Batalha de Naseby e fazem Carlos I fugir para a Escócia, onde tinham muitos inimigos. O rei acabou sendo capturado e vendido ao parlamento da Inglaterra, onde foi executado.
Após ser instituída uma nova constituição, Cromwell ganha o título de Lorde Protetor da Escócia, Irlanda e Inglaterra. Apoiado pela classe militar e burguesa, ele iniciou uma ditadura puritana. Seu governo ficou conhecido pelas medidas de intolerância e rigidez contra os opositores. Após a morte de Cromwell, no ano de 1658, seu filho assume o poder, mas é deposto um ano depois.
Com isso, é iniciada a Revolução Gloriosa, que coloca os Stuarts novamente no poder, representados por Carlos II e, posteriormente, por Jaime II. No governo de Carlos II, devido a atitudes impensadas do soberano, ocorreu uma rixa entre dois grupos do parlamento: os whigs e os tories. Os primeiros eram contra as medidas reais e a favor de mudanças no cenário político. Já os segundos eram ligados à aristocracia feudal e defensores de sua continuidade. No governo de Jaime II, foram tomadas medidas absolutistas de punição contra opositores, destituição do habeas corpus, além de prisões despóticas. Em 1689, o parlamento promulga a Declaração dos Direitos (Bill of Rights), estabelecendo o parlamento como poder supremo e substituindo Jaime II por sua filha Maria Stuart e Guilherme de Orange, seu genro.
Fontes:
AZEVEDO, Antonio Carlos do Amaral. Dicionário de nomes, termos e conceitos históricos. 3ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
http://www.mundovestibular.com.br/articles/6500/1/A-Revolucao-Inglesa/Paacutegina1.htmlhttp://pt.shvoong.com/humanities/history/498774-riqueza-homem/http://guerradarestauracao.wordpress.com/tag/naseby/http://pt.wikipedia.org/wiki/Jaime_II_de_Inglaterra
